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	<title>boletim bolsa de valores &#8211; Opmax</title>
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		<title>Boletim econômico semanal 24/04</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 21:44:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>BOLETIM ECONÔMICO SEMANAL 24/04 RESUMO DA SEMANA 24/04 O Relatório Focus continua apontando a revisão para baixo para o IPCA de 2017 e 2018, demonstrando que cada vez mais a inflação tem recuado na visão do mercado. A novidade desta semana foi a revisão para cima do crescimento do PIB para 2017. Uma ligeira elevação,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>BOLETIM ECONÔMICO SEMANAL 24/04</h2>
<p>RESUMO DA SEMANA 24/04</p>
<p>O Relatório Focus continua apontando a revisão para baixo para o IPCA de 2017 e 2018, demonstrando que cada vez mais a inflação tem recuado na visão do mercado. A novidade desta semana foi a revisão para cima do crescimento do PIB para 2017. Uma ligeira elevação, mas algo importante em termos de reversão de expectativas. Houve manutenção da expectativa em relação à Taxa Selic em 8,5% ao ano para 2017 e 2018.</p>
<p>Ao longo desta semana será divulgado o resultado da arrecadação e das contas públicas. Estes dados poderão indicar o caminho dos ajustes que o governo terá que fazer para cumprir seu compromisso quanto ao déficit para este ano. Espera-se uma estabilidade na arrecadação e uma incógnita quanto aos gastos.</p>
<p>O Caged apresentou fraco desempenho do emprego formal em março, o que reforça a expectativa de que a retomada do mercado de trabalho acontecerá lentamente ao longo deste ano de 2017. Em sintonia, a confiança da indústria apresentou estabilidade entre março e abril, diante de movimentos opostos dos índices de expectativas e de situação atual, segunda a FGV.</p>
<p>No âmbito internacional o destaque está na primeira leitura preliminar do PIB dos Estados Unidos, na sexta-feira, referente ao primeiro trimestre deste ano. Os indicadores coincidentes já conhecidos sugerem um crescimento mais moderado da atividade no período, o que é compatível com maior gradualismo da normalização da política monetária. No mesmo dia, será divulgado o PIB do Reino Unido, também do primeiro trimestre, e a prévia do índice de inflação ao consumidor da Área do Euro de abril, que deverá mostrar continuidade da desaceleração dos preços de energia. Além disso, merecem destaques as decisões de política monetária do Japão e da Área do Euro, ambas na quinta-feira.</p>
<p>A tendência das informações para esta semana mostra que as expectativas estão na espera do avanço das reformas. Há um clima misto que tende ao otimismo da aprovação das reformas com pequenas perdas em relação ao que o governo propôs inicialmente. Mas, também, há previsões que as concessões feitas para a aprovação desmontem os efeitos esperados na economia por conta destas reformas. Diante deste impasse é que seguiremos esta semana.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/indicadores-3.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4585" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/indicadores-3.png"  alt="indicadores-3 Boletim econômico semanal 24/04"  width="781" height="434" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4586" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/agenda-1.png"  alt="agenda-1 Boletim econômico semanal 24/04"  width="806" height="423" /></p>
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		<title>Boletim econômico semanal 17/04</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 21:10:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>BOLETIM ECONÔMICO SEMANAL 17/04 Os acontecimentos da semana passada estão tomando grande parte deste relatório. Primeiro, destacamos a decisão do COPOM em diminuir a Selic em 1 ponto percentual, chegando a 11,25%, como estava previsto pelo mercado. Segundo, que o Relatório Focus, divulgado hoje, mas com percepção do mercado até 12/04, continua puxando para baixo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>BOLETIM ECONÔMICO SEMANAL 17/04</h2>
<p>Os acontecimentos da semana passada estão tomando grande parte deste relatório. Primeiro, destacamos a decisão do COPOM em diminuir a Selic em 1 ponto percentual, chegando a 11,25%, como estava previsto pelo mercado. Segundo, que o Relatório Focus, divulgado hoje, mas com percepção do mercado até 12/04, continua puxando para baixo a previsão do IPCA de 2017 e 2018. Terceiro, a divulgação dos vídeos das delações dos membros da ODEBRECHT tem tomado grande parte do noticiário político e econômico brasileiro. Quarto, as ações e reações militares em conflitos pelo mundo, com a participação dos Estados Unidos, Rússia, Síria e Coréia do Norte.</p>
<p>A queda na Selic, já esperada pelo mercado, veio confirmar a tendência de aceleração na reação da política monetária para dar fôlego à retomada do crescimento da economia. Visto que a inflação vem caindo de maneira consistente ao longo do tempo. A expectativa do mercado é que a Selic chegue aos 8,5% ao ano em dezembro de 2017 e se mantenha neste nível ao longo de 2018. Mais informações a respeito teremos ao longo da próxima semana, quanto se conhecerá a Ata do Copom, com detalhes importantes das discussões da reunião passada.</p>
<p>O mercado vem revendo sua expectativa sobre o IPCA a cada novo Relatório Focus. A inflação vem recuando nos diferentes indicadores divulgados e se percebe na economia uma tendência de baixa nos preços de vários produtos. Esta tendência tem uma ligação estreita com o nível de atividade ainda muito baixo da economia, que promove acúmulo de estoques e força as liquidações e promoções. O que se observou em plena Páscoa foram promoções anteriores e não posteriores com era feito nos outros anos. Claro que os números darão muito mais robustez a estas análises, por isso esperamos alguns indicadores interessantes até o final deste mês para dar suporte a esta análise.</p>
<p>As reformas da previdência, trabalhista e fiscal estão seguindo seu rumo no Congresso. Contudo, na última semana houve um furacão que passou pelo mundo político com a divulgação de mais de 270 horas de gravações com as delações dos membros da ODEBRECHT. Os investimentos dependem da expectativa dos agentes econômicos quanto a aprovação das Reformas propostas. Se estas informações mudarem a velocidade ou o rumo da tramitação destes projetos, fatalmente a confiança dos investidores será balada e haverá adiamento dos investimentos. Assim, a retomada do crescimento poderá ficar comprometida.</p>
<p>A perspectiva de conflito, mesmo que diplomático, entre as maiores potências militares mundiais, causa uma instabilidade pouco desejada aos analistas internacionais. Estes viam a economia dos países desenvolvidos tomando rumos de crescimento sustentado, mas com perspectiva de interrupção por conta de desvio do foco econômico para o militar.</p>
<p>Por último, chamamos a atenção para a elevação do IBC-Br de fevereiro, proxy mensal do PIB calculada pelo Banco Central, que foi impulsionada pelas revisões altistas dos dados de varejo e serviços, atingindo alta de 1,31% na passagem de janeiro para fevereiro. O resultado surpreendeu positivamente os analistas de mercado, que previam elevação de 0,50%. Na comparação interanual, houve queda de 0,73%, acumulando recuo de 3,56% nos últimos doze meses. Também merece destaque a revisão do dado de janeiro, que passou de uma queda de 0,30% para uma expansão de 0,62%, influenciada pelas alterações metodológicas da PMC e da PMS, ambas do IBGE.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/indicadores-2.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4550" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/indicadores-2.png"  alt="indicadores-2 Boletim econômico semanal 17/04"  width="781" height="481" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><strong><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/agenda-1.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4549" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/agenda-1.jpg"  alt="agenda-1 Boletim econômico semanal 17/04"  width="807" height="511" /></a></strong></p>
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		<title>Boletim econômico semanal 10/04</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 23:25:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>BOLETIM ECONÔMICO SEMANAL 10/04 Nesta semana, as expectativas estão voltadas para a reunião do COPOM, pois todos esperam que haja redução da taxa Selic em 1 ponto percentual, atingindo 11,25% ao ano. O Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central destaca uma mudança na previsão da Selic para este ano, ficando em 8,5%. Portanto, há&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>BOLETIM ECONÔMICO SEMANAL 10/04</h2>
<p>Nesta semana, as expectativas estão voltadas para a reunião do COPOM, pois todos esperam que haja redução da taxa Selic em 1 ponto percentual, atingindo 11,25% ao ano. O Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central destaca uma mudança na previsão da Selic para este ano, ficando em 8,5%. Portanto, há expectativa que a taxa de juros caia de maneira gradual, mas permanente ao longo de 2017.</p>
<p>A queda da taxa de juros está amparada pela queda no IPCA. Em março, o IPCA registrou alta de 0,25%, acumulando uma alta de 4,57% nos últimos doze meses. Este valor está quase dentre da meta de 4,5%. O Relatório Focus apresentou uma expectativa para o IPCA em 2017 de 4,09%, abaixo da meta estabelecida.</p>
<p>Na próxima quarta-feira será divulgada a Pesquisa Mensal do Comércio e na quinta-feira a Pesquisa Mensal de Serviços. Após os resultados negativos nestes indicadores em meses anteriores, espera-se um leve alta dos indicadores.</p>
<p>Na parte fiscal, o governo revisou para baixo a meta fiscal de 2018, de um déficit de 79 bilhões para outro de R$128 bilhões, conforme anúncio no último dia 07/04. Esta revisão está prevista no Projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). A revisão do governo foi por conta de modificar a visão sobre a recuperação da atividade econômica. Como se espera uma retomada mais lenta, a arrecadação não crescerá como tinha sido previsto antes, fazendo com que aumente o déficit previsto. Esta visão do governo sobre a lenta retomada é a mesma que destacamos em relatórios anteriores.</p>
<p>No cenário externo vivemos um momento de apreensão após o bombardeio dos EUA sobre a Síria. A repercussão disso poderá causar volatilidade nos mercados. A solução para este mal estar esperamos que seja breve.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/indicadores-1.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4517" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/indicadores-1.png"  alt="indicadores-1 Boletim econômico semanal 10/04"  width="781" height="474" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/agenda.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4516" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/agenda.jpg"  alt="agenda Boletim econômico semanal 10/04"  width="807" height="468" /></a></p>
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		<title>Boletim econômico semanal 03/04</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 17:21:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>BOLETIM ECONÔMICO SEMANAL 03/04 A semana inicia com as informações do Relatório Focus mantendo a tendência de queda na previsão da Taxa Selic e da Inflação para 2017. Outro ponto é que i IPCA tende a chegar já na meta de 4,5% com o resultado esperado para março, que deve ficar em torno de 0,23% de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>BOLETIM ECONÔMICO SEMANAL 03/04</h2>
<p>A semana inicia com as informações do Relatório Focus mantendo a tendência de queda na previsão da Taxa Selic e da Inflação para 2017. Outro ponto é que i IPCA tende a chegar já na meta de 4,5% com o resultado esperado para março, que deve ficar em torno de 0,23% de alta. Esta tendência já vem sendo destacada em nossos relatórios, principalmente por conta da situação de queda no nível de atividade. Contudo a informação sobre o desemprego em fevereiro mostra uma estabilidade que chama a atenção do mercado para uma possível retomada nos meses subsequentes. O que ainda depende de outros indicadores que serão divulgados nos próximos dias da semana.</p>
<p>O resultado primário do governo central ficou deficitário em R$ 23,5 bilhões em fevereiro, acumulando resultado negativo de R$ 147,4 bilhões nos últimos 12 meses, isto é, 2,34% do PIB, conforme divulgado pelo Banco Central. Enquanto o governo central apresentou déficit de R$ 28,8 bilhões, os governos regionais permaneceram superavitários, em R$ 5,2 bilhões. No mês, a despesa com juros somou R$ 30,8 bilhões, levando o déficit nominal a R$ 54,2 bilhões. A dívida bruta do governo central, por sua vez, atingiu 70,7% do PIB em fevereiro, subindo de 69,5% no encerramento do ano passado.</p>
<p>Acreditamos que a relação dívida/PIB deve continuar crescendo nos próximos anos, apresentando convergência de forma muito gradual, quando as reformas fiscais, como a adoção de um teto para o crescimento das despesas e a Reforma da Previdência, começarem a ter impacto mais relevante sobre as finanças públicas. Cabe ainda um destaque em relação às medidas anunciadas pelo governo quanto à contenção de gastos, que dependem de muitas variáveis para que possam afetar o déficit crescente que se verifica.</p>
<p>Na área do Euro o índice PMI industrial avançou em março, o que corrobora nossa expectativa de aceleração do PIB do bloco no primeiro trimestre. O índice PMI da indústria de transformação subiu de 55,4 para 56,2 pontos entre fevereiro e março. A elevação foi impulsionada pela aceleração da produção e dos novos pedidos, que atingiram a maior taxa de crescimento desde abril de 2011. Também merece destaque a continuidade de alta dos preços, diante da depreciação do euro e da elevação dos preços de commodities.</p>
<p>O movimento também foi confirmado pelo índice de preços ao produtor, que subiu 4,5% na comparação interanual em fevereiro, de acordo com os dados divulgados hoje pela Eurostat. A aceleração foi generalizada dentre seus componentes, com destaque para os preços de energia, que avançaram 11,4%, na mesma métrica (ante elevação de 10,5%). Descontados tais preços, a inflação ao produtor subiu 2,1%, acima da alta de 1,5% observada em janeiro. Apesar desse movimento dos preços ao produtor e do maior crescimento da atividade econômica na Área do Euro no primeiro trimestre, os impactos na inflação ao consumidor têm se mostrado modestos.</p>
<p>Um ponto de destaque para esta semana deve ser o início do segundo trimestre. Conforme os indicadores do primeiro trimestre forem sendo conhecidos verificaremos se nossas previsões de queda na produção se confirmará para este período. Estas informações ainda poderão dar espaço para as previsões da atividade no segundo trimestre. A nossa expectativa é de que haja uma estabilidade da produção no segundo trimestre.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/indicadores.png"><img  title="" loading="lazy" class="size-full wp-image-4500 aligncenter" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/indicadores.png"  alt="indicadores Boletim econômico semanal 03/04"  width="781" height="460" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/agenda.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4501" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/04/agenda.png"  alt="agenda Boletim econômico semanal 03/04"  width="807" height="538" /></a></p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados.</p>
<p>Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
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		<title>Resumo da semana 20/03 &#8211; Juros e Bolsa</title>
		<link>https://opmax.com.br/noticias/resumo-da-semana-2003-juros-e-bolsa-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2017 13:58:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>RESUMO DA SEMANA 20/03 A semana inicia ainda com a repercussão das ações da Polícia Federal na última sexta-feira, 17/03, com a operação Carne Fraca, que promoveu uma queda significativa das ações das empresas do setor de carnes. Em nossa avaliação do mercado de ações estas questões são destacadas. Contudo, os desdobramentos das investigações devem&#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://opmax.com.br/noticias/resumo-da-semana-2003-juros-e-bolsa-2/">Resumo da semana 20/03 &#8211; Juros e Bolsa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://opmax.com.br">Opmax</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>RESUMO DA SEMANA 20/03</h2>
<p>A semana inicia ainda com a repercussão das ações da Polícia Federal na última sexta-feira, 17/03, com a operação Carne Fraca, que promoveu uma queda significativa das ações das empresas do setor de carnes. Em nossa avaliação do mercado de ações estas questões são destacadas. Contudo, os desdobramentos das investigações devem lançar novas informações a respeito do assunto. Por enquanto, o impacto negativo sobre as exportações de carnes deverá ser inevitável, o que pode prejudicar mais ainda o processo de retomada do crescimento da economia brasileira. Alguns países já suspenderam as importações de carnes das empresas citadas, dentre eles a União Europeia e a Coreia do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As informações do Relatório Focus divulgado hoje para o mercado mostra a continuidade do processo de desaceleração da inflação para 2017 e manutenção de outros indicadores em relação aos relatórios anteriores. As informações coletadas até a última sexta-feira, não devem conter a visão do mercado sobre a operação Carne Fraca. Assim, espera-se que nesta semana a absorção disso traga novas expectativas aos analistas. Em nossa análise, há maior dificuldade da economia retomar seu rumo de crescimento com o agronegócio enfrentando problemas.</p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Juros-1-2.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4458" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Juros-1-2.jpg"  alt="Juros-1-2 Resumo da semana 20/03 - Juros e Bolsa"  width="972" height="1024" /></a></p>
<p>O Federal Reserve apresentou uma política de ajuste da taxa de juros menos intensa do que o mercado esperava, o que deve promover mais estabilidade nos mercados de moeda e evitar oscilações nos países emergentes. Os indicadores sobre o nível de atividade na Europa e China devem ser divulgados ao longo da semana, mas espera-se que apontem a continuidade do crescimento observado nos dados anteriores.</p>
<p>Um  indicador sobre a economia brasileira que vem apresentando elevação é o índice de confiança do empresário industrial (ICEI), que atingiu seu maior patamar desde janeiro de 2014, marcando 54,0 pontos em março. Estes dados foram divulgados sexta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mesmo com a melhora da confiança deste indicador, ainda mantemos nossa expectativa de não crescimento do PIB no primeiro trimestre.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/indicadores-1-1.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4457" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/indicadores-1-1.png"  alt="indicadores-1-1 Resumo da semana 20/03 - Juros e Bolsa"  width="781" height="455" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/agenda-1-1.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4456" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/agenda-1-1.png"  alt="agenda-1-1 Resumo da semana 20/03 - Juros e Bolsa"  width="807" height="472" /></a></p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados.</p>
<p>Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
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		<title>Resumo da semana 13/03 &#8211; Juros e Bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2017 19:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim da semana]]></category>
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		<category><![CDATA[investimentos previdência]]></category>
		<category><![CDATA[resumo bolsa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CENÁRIO RETROSPECTIVA O IPCA de fevereiro, divulgado na semana passada, trouxe a confirmação da desaceleração da inflação, atingindo 0,33%. Este valor foi o menor deste mês desde 2000, ficando abaixo dos 0,43% que o mercado previa pela coleta Bloomberg. Esta informação influenciou o Relatório Focus do Banco Central divulgado hoje, 13/03/2017. As expectativas do mercado&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #383866;"><strong>CENÁRIO</strong></span></h2>
<h5><strong><em>RETROSPECTIVA</em></strong></h5>
<p>O IPCA de fevereiro, divulgado na semana passada, trouxe a confirmação da desaceleração da inflação, atingindo 0,33%. Este valor foi o menor deste mês desde 2000, ficando abaixo dos 0,43% que o mercado previa pela coleta Bloomberg. Esta informação influenciou o Relatório Focus do Banco Central divulgado hoje, 13/03/2017. As expectativas do mercado para o IPCA em 2017 caíram para 4,19%, frente ao valor anterior de 4,36%. Para o ano de 2018, as expectativas foram mantidas em 4,5%. A expectativa da Quants é que o IPCA para 2017 feche abaixo de 4%, pois a atividade econômica demorando a decolar, provocará mais queda nos preços do que o mercado está prevendo.</p>
<p>Claro que esta queda na inflação abre espaço para que a política de queda dos juros continue em sua trajetória descendente. O mercado prevê uma Selic em 9% ao final de 2017 e uma taxa de 8,75% ao final de 2018. Nós da Quants, pensamos que a queda será um pouco maior neste ano, ficando abaixo dos 8,5%, pois prevemos que a atividade econômica terá dificuldade em responder aos estímulos propostos pela política econômica atual.</p>
<p>Nesta semana o Fed divulgará sua decisão acerca da taxa de juros básica para o próximo período. Esperamos que o Fed antecipe a normalização de sua política monetária, com uma elevação da taxa de juros do país em decisão a ser anunciada nesta quarta-feira. A justificativa para isso parte da indicação de que a atividade econômica continua se fortalecendo desde o início de 2017 e de que a inflação está acelerando gradualmente, exigindo ações afirmativas.</p>
<p>Na quarta-feira, ainda nos EUA, serão divulgados os dados de vendas do varejo e de inflação ao consumidor, ambos do mês passado. Espera-se uma elevação em ambos indicadores.</p>
<p>Outro ponto de destaque é a China, que divulgará na segunda-feira os resultados do primeiro bimestre da produção industrial, das vendas do varejo e dos investimentos em ativos fixos. Com base nesses resultados, o mercado poderá ganhar confiança de que a economia chinesa conseguirá manter um ritmo de crescimento razoável neste primeiro trimestre.</p>
<p>Ao longo desta semana conheceremos mais indicadores que nos permitirão verificar que a economia brasileira aponta queda na inflação, o IGP-10 será um deles. Ainda teremos que aguardar até a próxima semana para avaliar novos indicadores do nível de atividade.</p>
<p><strong>JUROS &amp; BOLSA</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><em>JUROS</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A divulgação do Relatório Semanal Focus na segunda-feira (06/03) sinalizou queda marginal  de 0,44% para 0,43% para o IPCA de fevereiro e manutenção na expectativa da inflação para 2017 em 4,36%. Com relação à taxa Selic, esta também apresentou manutenção em relação a semana anterior, mantendo a previsão da taxa para 9,25% para 2017.</p>
<p>Apesar do Relatório Focus apresentar estabilidade em suas projeções, na sexta-feira (10/03),  o IBGE divulgou a inflação para o mês de fevereiro, a qual veio bem abaixo do valor projetado pelo relatório, 0,33% x 0,43%, valor este que acumula no período de 12 meses inflação de 4,76%, abaixo de 5% e caminhando para o centro da meta. A divulgação de um IPCA mais baixo que o esperado demonstra a contínua desaceleração dos preços, o que sinaliza a possibilidade de uma taxa de corte maior por parte do Banco Central na próxima reunião do Copom.</p>
<p>Com um IPCA mais fraco, a curva de Juros Nominal continua sinalizando juros de apenas um dígito para o curto prazo (refletindo a continuação dos cortes pelo Bacen, com aumento da possibilidade de corte de 1% na reunião de abril), com fechamento mais expressivo nos vértices de curto e médio prazo. No longo prazo, a curva apresenta acomodação, o que tende a sinalizar expectativas de estabilização na taxa de Juros Real e na taxa de inflação. Na curva de Juros Real nota-se movimento semelhante à de Juros Nominal, tanto nos vértices curtos como nos longos, resultado de ajustes na política econômica ao longo do tempo.</p>
<p>Dessa forma, a equipe da Quants Consultoria segue acreditando que em um cenário de possibilidade de cortes mais expressivos na taxa Selic, a exposição pontual em títulos, tanto pré como indexados a inflação, de vencimentos mais longos (devido estes apresentarem maior impacto das oscilações das taxas de juros) tendem a trazer retornos mais expressivos para a carteira. Uma amostra disso são os resultados apresentados pelos índices IDKA 10, 15, 20 e 30 que apresentam retorno interessante no ano: 7,29%, 10,08%, 12,93% e 18,92% respectivamente. Estes retornos são reflexos dos cortes das taxas de juros já realizados e da expectativa dos cortes que ainda ocorrerão. Com a expectativa de que o Banco Central reduza a Selic abaixo de 10%, isso seria uma redução de no mínimo 250 pontos percentuais da taxa atual, movimento essa que ainda poderá ser aproveitado pelos títulos mais longos, mesmo com parte desse movimento já precificado. Contudo, conforme o tempo passa, o resultado tende a ser menos expressivo.</p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Juros-1.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4448" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Juros-1.jpg"  alt="Juros-1 Resumo da semana 13/03 - Juros e Bolsa"  width="972" height="1024" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>BOLSA</em></strong></p>
<p>A semana foi marcada por diversos eventos importantes, tanto internos como externos, que resultaram em aumento da aversão ao risco por parte dos investidores. Apesar da bolsa fechar a sexta-feira (10/03) com leve alta de 0,14%, encerrou a semana com queda expressiva de 3,16%, o que fez com o Ibovespa encerra-se a semana abaixo do suporte psicológico dos 65 mil pontos, cotado à 64.675 pontos, mas ainda assim apresentando alta de 7,39% em 2017. O aumento da aversão ao risco vem sendo refletido na contínua saída de capital dos investidores estrangeiros, que até o dia oito de março já haviam retirado R$ 2 bilhões. A crescente aversão ao risco é reflexo de uma miscelânea de acontecimentos como a queda dos valores das <em>commodities</em>, principalmente minério de ferro e petróleo,  que impactam diretamente no desempenho do Ibovespa e a divulgação de resultados cada vez melhores da situação de emprego nos EUA, o que faz aumentar a probabilidade de elevação da taxa de juros americana pelo Fed, resultando em migração do capital em ativos de risco para ativos mais seguros, como os títulos do tesouro americano. Esse movimento de maior aversão ao risco e o rompimento do suporte psicológico dos 65 mil pontos acende a luz amarela para novos movimentos de aplicação em ativos com beta elevado, exigindo cautela dos investidores nesse primeiro momento. Faz-se importante acompanhar o desempenho do Ibovespa ao longo dessa semana para avaliar o seu comportamento e ver se confirmará esse rompimento de suporte ou se voltará ao patamar anterior. Caso ocorra confirmação o índice deverá buscar novo suporte próximo aos 62.500 pontos. Durante essa semana seria prudente manter o acompanhamento do mercado e evitar movimentações expressivas para novas alocações sem uma definição clara de direcionamento do índice.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/indicadores-1.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4447" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/indicadores-1.png"  alt="indicadores-1 Resumo da semana 13/03 - Juros e Bolsa"  width="740" height="440" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/agenda-1.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4446" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/agenda-1.png"  alt="agenda-1 Resumo da semana 13/03 - Juros e Bolsa"  width="791" height="741" /></a></p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
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		<title>Resumo da semana 07/03 &#8211; Juros e Bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 20:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim da semana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CENÁRIO RETROSPECTIVA Este Relatório sofreu um atraso proposital em sua elaboração e divulgação. Hoje, dia 07/03/2017, o IBGE divulgou as informações referentes as Contas Nacionais de 2016. A informação mais esperada dentre todas as divulgadas é a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Pois bem, a queda no indicador foi de 3,6% em 2016, um&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #383866;"><strong>CENÁRIO</strong></span></h2>
<h5><strong><em>RETROSPECTIVA</em></strong></h5>
<p>Este Relatório sofreu um atraso proposital em sua elaboração e divulgação. Hoje, dia 07/03/2017, o IBGE divulgou as informações referentes as Contas Nacionais de 2016. A informação mais esperada dentre todas as divulgadas é a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Pois bem, a queda no indicador foi de 3,6% em 2016, um pouco maior do que se esperava, em torno de 3,5%, como apresentamos no Relatório de 16/01/2017.</p>
<p>Ao ser entrevistado hoje, o Ministro da Fazenda, Henrique Meireles disse que as informações divulgadas hoje são como olhar no retrovisor do carro enquanto se dirige. Concordo com ele, mas o bom motorista olha para a frente e também cuida do que vem de trás para que sua direção seja segura e chegue bem ao destino almejado. Assim, cabe analisar as informações divulgadas e delas tentar tirar lições que nos conduzam a uma expectativa de recuperação que alguns indicadores começam a apontar no início de 2017.</p>
<p>Em dois anos, o PIB brasileiro caiu 7,2%, atingindo em valor corrente o montante de R$6,266 trilhões. Este valor é o mesmo patamar que se atingiu no terceiro trimestre de 2010! Sim, a queda da produção que observamos desde o segundo trimestre de 2014 resultou na anulação do crescimento observado na economia brasileira em 2011, 2012 e 2013!</p>
<p>Ao desmembrar os números percebemos alguns pontos interessantes. O primeiro se refere à Indústria, que teve um decréscimo de 3,8% em 2016. Este número é melhor do que a queda de 6,2% observado em 2015. Desta forma, percebe-se que a produção industrial caiu menos, mas a reação desta produção ainda deve passar pelos indicadores do primeiro trimestre de 2017, que devem ainda apresentar uma queda.</p>
<p>O setor de serviços teve retração de 2,7% e a agropecuária diminuiu 6,6%. A queda da produção destes setores da economia permite concluir que em 2016 todos os setores do PIB tiveram retração, diferente do que ocorreu em 2015. Isso nos coloca o ano de 2016 como aquele de maior impacto do processo recessivo deste o início da mensuração das contas nacionais em 1948.</p>
<p>Em 2016, a taxa de investimento atingiu 16,4% do PIB, ficando abaixo dos 18,1% de 2015. Enquanto que a taxa de poupança também apresentou queda de 13,9% do PIB em 2016, frente a uma taxa de 14,4% em 2015. Desta forma, pode-se indicar que a queda no investimento pode criar dificuldades para a retomada da produção em 2017.</p>
<p>Terminamos chamando a atenção para algo já mencionado nos Relatórios anteriores, a queda na produção brasileira foi bastante significativa até então, tornando a retomada da economia não é tão trivial como muitos analistas colocam.</p>
<p><strong>JUROS &amp; BOLSA</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><em>JUROS</em></strong></p>
<p>A divulgação do Relatório Semanal Focus só foi realizada na quarta-feira (01/03) por conta do feriado de Carnaval. O relatório sinalizou nova queda na expectativa da inflação para 2017 em relação à semana anterior (4,36% x 4,43%) e uma queda na taxa Selic para 9,25%, após esta ficar por quatro semanas em 9,5%, reflexo da reunião do Copom realizada na semana anterior.</p>
<p>Apesar do corte de 0,75% já ter sido definido como a “velocidade de cruzeiro” para os cortes da taxa Selic, a divulgação da ata na quarta-feira aumentou as expectativas para que cortes mais expressivos sejam realizados, apesar dessa linha ainda não ser um consenso entre os analistas no mercado até o momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A curva de Juros Nominal continua sinalizando juros de apenas um dígito para o curto prazo (refletindo a continuação dos cortes pelo Bacen), com fechamento mais expressivo nos vértices de curto e médio prazo. No longo prazo, mesmo com a curva sinalizando fechamento este movimento foi menor, o que pode sinalizar uma acomodação nestes patamares ou apenas reflexo da curta semana. Na curva de Juros Real nota-se movimento semelhante à de Juros Nominal no que diz respeito aos vértices de curto e médio prazo, mas nos vértices mais longos é possível observar leve abertura da curva, o que sinaliza a manutenção dos juros Nominais e a redução da inflação para os períodos mais longos.</p>
<p>Dessa forma, a equipe da Quants Consultoria segue acreditando que em um cenário de possibilidade de cortes mais expressivos na taxa Selic, a exposição pontual em títulos, tanto pré como indexados a inflação, de vencimentos mais longos (devido estes apresentarem maior impacto das oscilações das taxas de juros) tendem a trazer retornos mais expressivos para a carteira. Uma amostra disso são os resultados apresentados pelos índices IDKA 10, 15, 20 e 30 que apresentam retorno interessante no ano: 7,16%, 9,93%, 12,73% e 18,59% respectivamente. Estes retornos são reflexos dos cortes das taxas de juros já realizados e da expectativa dos cortes que ainda ocorrerão. Com a expectativa de que o Banco Central reduza a Selic abaixo de 10%, isso seria uma redução de no mínimo 250 pontos percentuais da taxa atual, movimento essa que ainda poderá ser aproveitado pelos títulos mais longos, mesmo com parte desse movimento já precificado. Contudo, conforme o tempo passa, o resultado tende a ser menos expressivo.<strong><em> </em></strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Juros.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4429" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Juros.jpg"  alt="Juros Resumo da semana 07/03 - Juros e Bolsa"  width="972" height="1024" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>BOLSA</em></strong></p>
<p>A Semana foi curta para o mercado acionário local em função do feriado de Carnaval, o que fez com tivéssemos apenas dois pregões e meio de negociação. Apesar do feriado, a bolsa encerrou a semana em leve alta de 0,18%, com o Ibovespa fechando na sexta-feira (03/03) aos 66.785 pontos, em linha com os principais mercados do mundo. Mesmo com poucos dias de negociação a semana apresentou volatilidade em seus pregões, com a quinta-feira encerrando o dia com queda 1,69% e a sexta-feira com alta de 1,41%. Estes dois movimentos são os dois lados de uma mesma moeda. A queda de quinta-feira refletiu o discurso do dirigente do Fed, Jerome Powel, que avaliou ser possível um aumento na taxa de juros americana já na reunião de março, o que trouxe aversão aos investimentos de riscos e fez com que os investidores realizassem os lucros. Contundo, no dia seguinte, a presidente do Fed, Janet Yellen, em seu discurso, adotou um tom mais moderado em relação ao aumento da taxa de juros, o que trouxe um pouco de calma para os mercados e impactando diretamente no Ibovespa que respondeu fechando em alta no último dia da semana. Assim, o Ibovespa mantém-se acima dos 66 mil pontos e por isso, continuamos acreditando que a bolsa ainda tem espaço para subir, mesmo com o atual cenário político/econômico, decorrente de uma realocação do capital que era destinado a aplicações em renda fixa e que agora tendem a procurar novo destino em função da queda da taxa Selic. Movimentos curtos de operações táticas, com fundos que possuem beta elevado em relação ao Ibovespa é uma estratégia ainda válida para se aproveitar dos movimentos de volatilidade, a segunda estratégia é começar a olhar para fundos que possuem boa visão do cenário macroeconômico (top-down) para iniciar posições de prazo mais longo e assim aproveitar um movimento mais lento de retomada da economia.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/indicadores.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4438" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/indicadores.png"  alt="indicadores Resumo da semana 07/03 - Juros e Bolsa"  width="740" height="415" /></a><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/indicadores.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4438" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/indicadores.png"  alt="indicadores Resumo da semana 07/03 - Juros e Bolsa"  width="740" height="415" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/agenda.png"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4437" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/agenda.png"  alt="agenda Resumo da semana 07/03 - Juros e Bolsa"  width="791" height="1391" /></a></p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://opmax.com.br/noticias/resumo-da-semana-0703-juros-e-bolsa/">Resumo da semana 07/03 &#8211; Juros e Bolsa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://opmax.com.br">Opmax</a>.</p>
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		<item>
		<title>Resumo da semana 27/02 &#8211; Juros e Bolsa</title>
		<link>https://opmax.com.br/noticias/resumo-da-semana-2702-juros-e-bolsa-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2017 19:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim da semana]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[boletim bolsa de valores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CENÁRIO RETROSPECTIVA A queda de 0,75 pontos percentuais na Taxa Selic, ocorrida na semana passada, apresenta uma direção de queda acentuada nos juros ao longo de 2017. Claro que esta queda será na Selic, considerada a taxa básica da economia, que influenciará a curva de juros de todos os títulos públicos e privados emitidos no&#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://opmax.com.br/noticias/resumo-da-semana-2702-juros-e-bolsa-2/">Resumo da semana 27/02 &#8211; Juros e Bolsa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://opmax.com.br">Opmax</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #383866;"><strong>CENÁRIO</strong></span></h2>
<h5><strong><em>RETROSPECTIVA</em></strong></h5>
<p>A queda de 0,75 pontos percentuais na Taxa Selic, ocorrida na semana passada, apresenta uma direção de queda acentuada nos juros ao longo de 2017. Claro que esta queda será na Selic, considerada a taxa básica da economia, que influenciará a curva de juros de todos os títulos públicos e privados emitidos no país. Gostaria, no entanto, de chamar a atenção para um ponto muito pouco discutido nos relatórios de forma geral. Os juros bancários tendem a cair muito pouco e, muitas vezes, nem mesmo sofrer modificações perceptíveis. O spread bancário no Brasil é muito elevado e a estrutura concentrada do Sistema Bancário inibe que quedas na taxa básica de juros cheguem até o cliente final, o tomador de empréstimos bancários. Este “detalhe” faz com que a queda da Taxa Selic, conduzida pelo Banco Central, com o objetivo de diminuir os efeitos da crise econômica, estimulando consumo e investimento, tenha pouco efeito. Assim, a retomada do crescimento da produção e consumo, não pode somente depender da queda na taxa básica, há de chegar até os juros dos bancos de maneira efetiva, caso contrário, o crédito continuará caro e pouco efetivo para expandir a Economia Brasileira em 2017.</p>
<p>A queda da inflação e o aumento na confiança do consumidor tem sido um fator importante para as projeções de crescimento da economia. Contudo, há ainda uma expectativa em torno da condução das Reformas no Congresso Nacional. Os analistas da Quants Consultoria pensam que somente a aprovação das Reformas da Previdência e Tributária darão as condições para queda sustentada da taxa de juros e mudança na atuação do Sistema Bancário, que tornará o Brasil um país próximo do que se observa nos demais colegas Emergentes.</p>
<p>Para os RPPS’s vai uma observação importante: se todas as Reformas e ações do governo atual seguirem o que foi anunciado e permitirem a queda dos juros, os retornos elevados das aplicações em Renda Fixa deverão desaparecer, exigindo uma reformulação nas estratégias de investimento. Claro que todos já tem isso muito claro, mas acreditar nisso é pensar em tomar decisões agora, pois assim conseguirão elevar os rendimentos de suas carteiras antecipando junto com os demais membros do mercado que já estão mudando suas posições.</p>
<p>O Carnaval chegou e há uma máxima no Brasil que o país começa a andar em 2017 apenas após a quarta-feira de cinzas! Se isso for verdade, espera-se que as decisões passem a serem implementadas para ainda surtirem impacto nos indicadores do primeiro trimestre do ano. Nós não acreditamos nesta máxima! Os indicadores de 2016 apresentados até agora não nos deixam otimistas em relação aos números do primeiro trimestre. Espera-se um maior otimismo, mas uma economia ainda com fortes sinais de estagnação. As observações continuam para verificar as ações correntes e seus impactos para o segundo trimestre de 2017. Ainda estamos reticentes quanto a isso e estaremos discutindo nos próximos relatórios.</p>
<p><strong>JUROS &amp; BOLSA</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><em>JUROS</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A semana para os juros iniciou com a divulgação do Relatório Semanal Focus sinalizando inflação marginalmente inferior à semana anterior (4,43% x 4,47%) e com taxa Selic estável em 9,5% para o ano de 2017. Adicionalmente, na quarta-feira (22/02) o Banco Central anunciou novo corte da Selic em 0,75% para 12,25% a.a., conforme já esperado pelo mercado.</p>
<p>Apesar do corte de 0,75% já ser esperado pelo mercado e consequentemente boa parte desse movimento já ter sido precificado, não foi motivo para que as curvas de Juros Real e Nominal não apresentassem</p>
<p>A curva de Juros Nominal já começa a sinalizar uma taxa de juros de apenas um dígito para o curto prazo e a curva de Juros Real também sinaliza redução ao longo de todos os vértices de sua curva, sinalizando taxas próximas a 5% em prazos mais longos, corroborando com a tese apresentada no texto acima de que os retornos elevados em renda fixa devem desaparecer, sendo que nos níveis atuais, as taxas já começam a apresentar dificuldades em superar a maioria das metas atuariais dos RPPS’s.</p>
<p>Neste cenário de possibilidade de cortes mais expressivos na taxa Selic, a exposição pontual em títulos, tanto pré como indexados a inflação, de vencimentos mais longos (devido estes apresentarem maior impacto das oscilações das taxas de juros) tendem a trazer retornos mais expressivos para a carteira. Uma amostra disso são os resultados apresentados pelos índices IDKA 10, 15, 20 e 30 que apresentam retorno interessante no ano: 7,08%, 9,94%, 12,84% e 18,93% respectivamente. Estes retornos são reflexos dos cortes das taxas de juros já realizados e da expectativa dos cortes que ainda ocorrerão. Com a expectativa de que o Banco Central reduza a Selic abaixo de 10%, isso seria uma redução de no mínimo 250 pontos percentuais da taxa atual, movimento essa que ainda poderá ser aproveitado pelos títulos mais longos, mesmo com parte desse movimento já precificado. Contudo, conforme o tempo passa, o resultado tende a ser menos expressivo.</p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Juros-1-1.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4419" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Juros-1-1.jpg"  alt="Juros-1-1 Resumo da semana 27/02 - Juros e Bolsa"  width="972" height="1024" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>BOLSA</em></strong></p>
<p>A bolsa encerrou a semana com queda, rompendo as altas apresentadas nas duas semanas anteriores, com o Ibovespa fechando na sexta-feira (24/02) aos 66.662, queda de 1,6% na semana, mas ainda assim acumulando valorização de 10,68% em 2017. A queda desta semana pode ser considerada como um movimento de realização de lucros de curto prazo, visto que na terça-feira (21/02) o Ibovespa encerrou o dia cotado a 69.052 pontos, o que representava no momento alta de 14,65% no ano. Como neste movimento de queda, o Ibovespa não perdeu o suporte psicológico dos 65.000 pontos, é possível acreditar n a manutenção destes patamares de preços e até mesmo a busca de novos patamares. Continuamos acreditando que a bolsa ainda tem espaço para subir, mesmo com o atual cenário político/econômico, decorrente de uma realocação do capital que era destinado a aplicações em renda fixa e que agora tendem a procurar novo destino em função da queda da taxa Selic. Movimentos curtos de operações táticas, com fundos que possuem beta elevado em relação ao Ibovespa é uma estratégia ainda válida para se aproveitar dos movimentos de volatilidade, a segunda estratégia é começar a olhar para fundos que possuem boa visão do cenário macroeconômico (<em>top-down</em>) para iniciar posições de prazo mais longo e assim aproveitar um movimento mais lento de retomada da economia, principalmente se as medidas de Reformas da Previdência e Tributárias citadas no início do texto comecem a ser desenhadas e postas em prática.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Tabela_Opmax_-1-2.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4421" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Tabela_Opmax_-1-2.jpg"  alt="Tabela_Opmax_-1-2 Resumo da semana 27/02 - Juros e Bolsa"  width="806" height="462" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/agenda-da-semana-1-1.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4420" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/03/agenda-da-semana-1-1.jpg"  alt="agenda-da-semana-1-1 Resumo da semana 27/02 - Juros e Bolsa"  width="791" height="516" /></a></p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
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		<title>Resumo da semana 13/02 &#8211; Juros e Bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2017 11:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim da semana]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[resumo bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[resumo juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CENÁRIO RETROSPECTIVA O resultado do IPCA de janeiro veio mais baixo e comprovou a expectativa de desaceleração inflacionária que os demais indicadores estavam apresentando. Mesmo o mês de janeiro sendo um mês de aceleração nos preços, houve a desaceleração. Estes números fazem com que as expectativas do IPCA para o final de 2017 e de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #383866;"><strong>CENÁRIO</strong></span></h2>
<h5><strong><em>RETROSPECTIVA</em></strong></h5>
<p>O resultado do IPCA de janeiro veio mais baixo e comprovou a expectativa de desaceleração inflacionária que os demais indicadores estavam apresentando. Mesmo o mês de janeiro sendo um mês de aceleração nos preços, houve a desaceleração. Estes números fazem com que as expectativas do IPCA para o final de 2017 e de 2018 caiam mais ainda. Para 2017, as previsões estão em torno de 4,3%, mas para 2018 a tendência é que caia para 3,7%. Em nossa opinião, há uma abertura para que se faça uma diminuição da meta de inflação para 4%, rompendo a barreira dos 4,5% estabelecidos em 2005. Este ponto é muito importante para permitir ao Brasil que vá se adequando ao que observa de inflação em países desenvolvidos e emergentes.</p>
<p>A atividade econômica ainda merece um estudo mais aprofundado. Há indicadores que apresentam sinais de estabilização. Para quem percebeu quedas sucessivas da atividade econômica desde 2014, parar a queda parece algo bom. Esta sensação ainda intriga muitos analistas do mercado, pois cada indicador que é divulgado mostra sinais diferentes, uns apresentando alta e outros mostrando queda. Desta forma, há indícios de que estamos num momento de estabilização da economia. O ponto de dúvida que deixamos para discutir em próximos relatórios é se os indicadores continuarão com estas mudanças de sinal e por quanto tempo isso ainda durará. Alguns analistas fazem a previsão de que a atividade econômica deverá crescer já no primeiro trimestre de 2017, mas têm uma expectativa de 0,5 a 1% de crescimento do PIB para 2017. Nós, da Quants, estamos relativamente conservadores diante dos números apresentados e dos acontecimentos que precisam de solução ao longo de 2017.</p>
<p>Um dos acontecimentos que surgiram na última semana foi a crise verificada no Espírito Santo. No que importa aos nossos clientes interessados em análise de investimentos, podemos tomar este caso como fundamental. Esta crise é fruto da crise fiscal crônica por que passam os estados brasileiros. As medidas de combate a esta crise deverão trazer diversos movimentos próximos a este. O ponto de expectativa é como estes movimentos serão tratados, pois os estados não têm margem alguma para atender aos pedidos de reajuste salarial que surgem a todo momento. Portanto, o equilíbrio fiscal que se busca no Brasil depende também das medidas que serão adotadas nos estados diante destas crises. Outro ponto é a condução das reformas, tendo a da previdência como a mais relevante. Há uma expectativa de que em 2017 esta reforma seja aprovada e possa dar uma solução para as contas públicas no longo prazo. Os pontos levantados aqui podem interferir nas expectativas dos investidores que poderão aumentar ou não os investimentos na economia, determinando o ritmo de retomada.</p>
<p>As medidas apontadas pelo governo Trump ainda não permitem aos analistas uma visão clara do que deve ocorrer nos próximos trimestres. Apesar das turbulências verificadas nas questões políticas, não se consegue ainda uma diretriz para a economia que possa ditar o ritmo de crescimento e outros indicadores. O que se têm é receio de que as medidas políticas polêmicas possam prejudicar o desenvolvimento da economia que vem sob responsabilidade das ações do governo Obama.</p>
<p>As informações sobre a China apontam uma estabilidade da economia em termos de produção, reservas internacionais, balança comercial e mercado de crédito. A área do Euro segue com indicadores que demonstram crescimento do PIB no primeiro trimestre do ano e a expectativa de inflação mais elevada. Há uma avaliação de que a economia destes países deve se manter na trajetória de crescimento lento sem grandes modificações são longo de 2017.</p>
<p><strong>JUROS &amp; BOLSA</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><em>JUROS</em></strong></p>
<p>A semana para os juros iniciou com a divulgação do Relatório Semanal Focus sinalizando inflação marginalmente inferior à semana anterior (4,64% x 4,70%) e com taxa Selic estável em 9,5% para o ano de 2017. Contudo, na quarta-feira (08/02) o IBGE divulgou o IPCA para o mês de janeiro, o qual o mercado mantinha suas expectativas entre 0,47% e 0,51%, e sua divulgação veio bem abaixo, 0,38%, sendo o menor número para os meses de janeiro desde 1994, registrando no período acumulado de 12 meses 5,35%, resultado expressivamente inferior registrado nos 12 meses imediatamente anteriores (6,29%).</p>
<p>A constante sinalização de uma inflação cada vez menor para 2017 abre espaço para que cortes mais expressivos na taxa Selic ocorram, e o reflexo dessa expectativa pode ser observado no movimento apresentado nas Curvas de Juros Nominal e Real. Ambas apresentaram fechamento da curva em todos os seus vértices, movimento este que representa a crença de que na reunião do dia 22 de fevereiro possa ocorrer um corte de 1,00% na Selic e não 0,75%, levando a taxa para 12% a.a.</p>
<p>Neste cenário de possibilidade de cortes mais expressivos na taxa Selic, a exposição pontual em títulos, tanto pré como indexados a inflação, de vencimentos mais longos (devido estes apresentarem maior impacto das oscilações das taxas de juros) tendem a trazer retornos mais expressivos para a carteira. Uma amostra disso são os resultados apresentados pelos índices IDKA 10, 15, 20 e 30 que apresentam retorno interessante no ano: 5,83%, 7,63%, 9,41% e 13,10% respectivamente. Com a expectativa de que o Banco Central reduza a Selic abaixo de 10%, isso seria uma redução de no mínimo 325 pontos percentuais da taxa atual, movimento essa que ainda poderá ser aproveitado pelos títulos mais longos, mesmo com parte desse movimento já precificado.</p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Juros-1.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4389" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Juros-1.jpg"  alt="Juros-1 Resumo da semana 13/02 - Juros e Bolsa"  width="972" height="1024" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>BOLSA</em></strong></p>
<p>A bolsa encerrou a semana com nova alta, ainda não é possível avaliar se este movimento é uma retomada da tendência das primeiras semanas do ano ou apenas um movimento isolado, mas o Ibovespa rompeu novamente os 65.000 pontos, encerrando a sexta (10/02) aos 66.124 pontos, alta de 1,8% na semana, acumulando valorização de 9,79% em 2017. A semana foi marcada por grande volatilidade, internamente decorrente de diversos problemas políticos e externamente pela medidas adotadas pelo presidente americano, Donald Trump, que novamente dominou o cenário. Continuamos acreditando que a bolsa ainda tem espaço para subir, mesmo com a atual imprevisibilidade vinda do governo americano. Movimentos curtos de operações táticas, com fundos que possuem beta elevado em relação ao Ibovespa é uma estratégia ainda válida para se aproveitar dos movimentos se volatilidade, a segunda estratégia é começar a olhar para fundos que possuem boa visão do cenário macroeconômico (<em>top-down</em>) para iniciar posições de prazo mais longo e assim aproveitar um movimento mais lento de retomada da economia.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Tabela_Opmax_-1.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4390" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Tabela_Opmax_-1.jpg"  alt="Tabela_Opmax_-1 Resumo da semana 13/02 - Juros e Bolsa"  width="741" height="449" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/agenda-da-semana-1.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4388" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/agenda-da-semana-1.jpg"  alt="agenda-da-semana-1 Resumo da semana 13/02 - Juros e Bolsa"  width="791" height="698" /></a></p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
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		<title>Resumo da semana 06/02 &#8211; Juros e Bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2017 11:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim da semana]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[boletim bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos previdência]]></category>
		<category><![CDATA[resumo bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[resumo juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CENÁRIO RETROSPECTIVA Os resultados do IGP-M e do IPC-Fipe de janeiro indicam uma desaceleração dos preços no mês de janeiro. Há uma sazonalidade neste período, ligado a reajustes que normalmente ocorrem no início do ano que parece não influenciar os indicadores de janeiro. Assim, espera-se que o IPCA de janeiro, que será conhecido na quarta-feira, e&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #383866;"><strong>CENÁRIO</strong></span></h2>
<h5><strong><em>RETROSPECTIVA</em></strong></h5>
<p>Os<strong> resultados do IGP-M e do IPC-Fipe de janeiro</strong> indicam uma desaceleração dos preços no mês de janeiro. Há uma sazonalidade neste período, ligado a reajustes que normalmente ocorrem no início do ano que parece não influenciar os indicadores de janeiro. Assim, espera-se que o IPCA de janeiro, que será conhecido na quarta-feira, e o IGP-DI, a ser divulgado na terça-feira, também apontem esta desaceleração na inflação. Cabe aqui um breve destaque, pois a posse dos novos prefeitos neste primeiro mês de 2017 adiou alguns reajustes para o início de fevereiro, como o caso do transporte público. Assim, teremos algum impacto nos índices de fevereiro.</p>
<p>A<strong> atividade econômica</strong> inicia a semana com uma informação relevante sobre os números da produção e venda de veículos da Anfavea, divulgados nesta segunda-feira. A indústria automobilística produziu 174 mil veículos em janeiro, uma alta de 17,1% em comparação com janeiro de 2016. O ritmo das linhas de montagem diminuiu 12,9% em janeiro, entretanto, na comparação com dezembro, quando 199,8 mil veículos foram produzidos no país. O volume de estoque no mês passado subiu em relação ao fim de 2016 — passou de 176,2 mil para 186,4 mil unidades. Isso significa que houve aumento na produção em relação a janeiro de 2016, mas uma queda de produção em relação a dezembro de 2016. Já as vendas tiveram um comportamento diferente, pois o licenciamento de 147,2 mil unidades em todo o país representou uma retração de 5,2% no intervalo comparativo. Menor retração do que a observada entre janeiro de 2015 e janeiro de 2016, que tinha sido de 38%. Um destaque do informativo da Anfavea foi o aumento das exportações de veículos, atingindo 37,1 mil unidades, representando um aumento de 56% em relação a janeiro de 2016. Percebe-se que o mercado externo vem segurando a queda de vendas verificadas no mercado interno. A Anfavea divulgou que espera uma recuperação das vendas para o primeiro trimestre de 2017.</p>
<p>Um indicador que ainda não tinha sido divulgado ao final deste relatório é o de atividade no comércio de janeiro, calculado pela Serasa Experian. Espera-se que estes, por serem os primeiros do varejo neste ano de 2017, tragam uma visão mais clara deste comportamento e suas tendências. Em princípio, espera-se que os números sejam menores do que Janeiro de 2016. Na próxima quarta-feira sairá a informação da <strong>Conab sobre a safra 2016/2017 de grãos</strong>, que deve vir com aumento em relação à anterior. Portanto, esta semana teremos mais informações sobre como se espera a reação da atividade econômica para 2017.</p>
<p><strong>No exterior,</strong> o mercado aguarda informações sobre a China. Já se conhece os <strong>índices PMI</strong>, que apontam uma estabilidade da economia chinesa em termos de produção. Aguardam-se os dados das reservas internacionais, balança comercial e do mercado de crédito. <strong>Nos Estados Unidos,</strong> as informações apresentam uma alta na geração de postos de trabalho em janeiro. Há sim, um crescimento do emprego, mas não se percebe uma pressão nos salários que possa afetar as expectativas de inflação e movimentos de aumento de juros por parte do FED. <strong>A área do Euro</strong> apresenta indicadores que contribuem para o crescimento do PIB no primeiro trimestre do ano, podendo até gerar pressões inflacionárias. Contudo, o índice PMI do varejo apresenta números diferentes entre os países. Há crescimento de vendas na França e Alemanha, compensados por retração na Itália. Este é mais um exemplo das diferenças nas economias da região que dificultam a gestão da política monetária pelo Banco Central Europeu.</p>
<p><strong>JUROS &amp; BOLSA</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><em>JUROS</em></strong></p>
<p>A semana para os juros iniciou com a divulgação do <strong>Relatório Semanal Focus</strong> sinalizando inflação marginalmente inferior à semana anterior (4,70% x 4,71%) e com <strong>taxa Selic</strong> estável em 9,5% para o ano de 2017.</p>
<p>A <strong>curva de Juros Nominal</strong> segue acompanhando a tendência de redução da taxa Selic e mostra novo fechamento em todos os vértices da curva. A redução ainda moderada apresentada pela curva de Juros Nominal pode ser atribuída às declarações do presidente do Banco Central, Illan Golfajn, que comentou que a velocidade de cruzeiro para o corte da taxa Selic é de 0,75%. Essa declaração tende a afetar tanto a curva de Juros Nominal como a Real. <strong>Na Nominal,</strong> esta tende a apresentar redução na velocidade do fechamento da curva, visto que o Banco Central sinalizou que não pretende fazer nenhum corte mais elevado na taxa, o que faz com que parte dos cortes a frente já tenha sido precificado em movimentações anteriores da curva de Juros Nominal. Já na curva de Juros Real, o resultado é um pouco diferente, como pode ser observado no gráfico. Os vértices mais curtos apresentaram abertura em relação a semana anterior, refletindo a expectativa de continuidade da queda da inflação para o ano de 2017 aliada a uma redução mais gradativa da taxa de juros, elevando a taxa de Juros Real no curto prazo. Nos vértices de médio e longo prazo a curva começa a fechar com a expectativa de estabilização da taxa de juros e inflação.</p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Juros.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4375" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Juros.jpg"  alt="Juros Resumo da semana 06/02 - Juros e Bolsa"  width="972" height="1024" /></a></p>
<p>Neste cenário de menor fechamento da curva de Juros Nominal, mantemos as orientações para ganhos em ativos indexados à inflação (NTN-B), podendo considerar os fundos IMA-B e IDKA, principalmente nos vértices mais longos que tendem a sofrer maior impacto das variações da Taxa Selic. Já os ativos pré-fixados (LTN e NTN-F) e fundos IRF-M, acreditamos ser melhor não aumentar exposição no momento, pois o impacto tende a ser reduzido no momento.</p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>BOLSA</em></strong></p>
<p>A bolsa encerrou a sequência que vinha apresentando nas últimas quatro semanas, encerrando a sexta (03/02) aos 64.945 pontos, queda de 1,6% na semana, mas ainda acumulando alta de 7,85% em 2017. Apesar da redução apresentada na última semana, a bolsa ainda apresenta espaço para subir, principalmente com a redução das expectativas de alta nos juros americanos no curto prazo, o que pode fazer com que a bolsa continue buscando o próximo alvo dos 68 mil pontos, o que nos faz manter a recomendação de alocação em renda variável com alta correlação com o Ibovespa para movimentações táticas.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Tabela_Opmax_.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4376" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/Tabela_Opmax_.jpg"  alt="Tabela_Opmax_ Resumo da semana 06/02 - Juros e Bolsa"  width="741" height="434" /></a></p>
<p><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/agenda-da-semana.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4374" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/02/agenda-da-semana.jpg"  alt="agenda-da-semana Resumo da semana 06/02 - Juros e Bolsa"  width="791" height="452" /></a></p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
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		<title>Resumo da semana 30/01 &#8211; Juros e Bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2017 14:07:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim da semana]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[boletim bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos previdência]]></category>
		<category><![CDATA[resumo bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[resumo juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CENÁRIO RETROSPECTIVA De uma forma geral, o cenário internacional foi dominado pelos pronunciamentos do atual presidente americano, Donald Trump. Em seu primeiro dia útil de governo, Trump avisou que deixaria a parceria transpacífico e que renegociará os acordos com o NAFTA (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio), com o argumento de não querer um livre comércio,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #383866;"><strong>CENÁRIO</strong></span></h2>
<h5><strong><em>RETROSPECTIVA</em></strong></h5>
<p>De uma forma geral, <strong>o cenário internacional foi dominado pelos pronunciamentos do atual presidente americano, Donald Trump.</strong> Em seu primeiro dia útil de governo, Trump avisou que deixaria a parceria transpacífico e que renegociará os acordos com o NAFTA (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio), com o argumento de não querer um livre comércio, mas sim um comércio justo. Ele também manteve o <strong>discurso populista/protecionista,</strong> reforçando que cortará expressivamente os impostos de empresas e classe média e estabelecerá elevados impostos de fronteira para empresas americanas que produzirem no exterior e quiserem vender seus produtos no país. Além disso, congelou a contratação de pessoal para cargos no governo, deixando de fora apenas a área militar e estabeleceu um plano para que as companhias americanas comprem o aço produzido no país. <strong>O resultado desse discurso</strong> e das políticas a serem implementadas pode ser observado após a sua reunião na terça-feira (24/01) com as maiores montadoras do país, que ao término do encontro reafirmaram a intenção de ampliar os investimentos internamente.</p>
<p>Outro ponto que voltou a gerar polêmica durante a semana foi a <strong>construção do muro de fronteira entre EUA e México</strong>, ao qual Trump afirmou que o México pagará por sua construção de qualquer forma, seja pela construção direta do muro ou por meio de impostos. A discussão sobre o assunto foi tão acirrada que fez com que o Presidente do México, Enrique Peña Neto, cancelasse visita agendada para essa semana ao presidente americano, que disse só haver sentido no encontro se o presidente mexicano fosse para discutir os termos para a construção do muro.</p>
<p><strong>Do lado econômico,</strong> tivemos a divulgação na segunda-feira (23/01) do <strong>PMI (índice de atividade industrial)</strong> de janeiro que subiu para 55,1 contra 54,3 do resultado anterior, mostrando que a produção segue expandindo, na quinta-feira (26/01) o PMI de serviços de janeiro apresentando alta para 55,1 pontos contra 53,9 pontos divulgados anteriormente, os pedidos de auxílio desemprego subiram 22.000 posições para total de 259000 e na sexta-feira (27/01) a divulgação do PIB americano anunciado para o 4º tri foi de 1,9% anualizado, a confiança do consumidor de Michigan subiu para 98,5 em janeiro e as encomendas de bens duráveis cairam 0,4% em dezembro.</p>
<p><strong>Já na Europa,</strong> o destaque ficou por conta orientação da Suprema Corte do Reino Unido de que a Primeira Ministra, Theresa May, deverá consultar o Parlamento antes da saída definitiva da União Europeia, com a Primeira Ministra já sinalizando o envio do documento sobre a saída com todos os planos. Essa decisão da Suprema Corte do Reino Unido trouxe especulações ao mercado quanto a possibilidade do país não sair da União Europeia, por menor que seja esta possibilidade. <strong>Do lado econômico</strong> tivemos a divulgação das prévias do <strong>PMI na Zona do Euro,</strong> com o índice Composto caindo de 54,4 para 54,3. Na Alemanha, o PMI de Manufaturados acelerou de 55,6 para 56,5 pontos e o de Serviços recuou de 54,3 para 53,2, levando o PMI Composto de 55,2 para 54,7. Na França, Manufaturados apresentou queda de 53,5 para 53,4, Serviços aumentou de 52,9 para 53,9 e o PMI Composto subiu de 53,4 para 53,8 pontos. Na quinta-feira (26/01) tivemos a divulgação do PIB do Reino Unido que manteve o ritmo de crescimento de 0,6% no trimestre e de 2,2% ao ano nesta primeira prévia, com destaque para Serviços como principal contribuição para o desempenho do PIB, com variação de 0,8% no trimestre e a divulgação do índice GFK de Confiança do Consumidor da Alemanha que apresentou aceleração para 10,2, superior aos 10 pontos esperado pelo mercado. Os índices divulgados demonstram que a região continua crescendo de forma consistente e moderada.</p>
<p><strong>Aqui no Brasil</strong> começamos a semana com a divulgação do <strong>Relatório Semanal FOCUS do Bacen,</strong> o qual veio em linha com os resultados das semanas anteriores. O IPCA caiu de 4,8% para 4,71% na pesquisa desta semana e a Taxa Selic também apresentou redução, saindo de 9,75% na semana anterior para 9,5% nesta semana. Para o dólar o relatório manteve a projeção de R$ 3,40 para o fim do ano e para a Produção Industrial estima-se aumento de 1,00% em 2017. Também tivemos a divulgação do<strong> saldo da Balança Comercial</strong> até a terceira semana do mês, a qual apresentou um superávit de US$ 1,4 bi. Na parte da tarde da segunda-feira (13/01) o Bacen anunciou que fará uma reforma no depósito compulsório, muito mais com um objetivo de unificar as alíquotas do que propriamente mexer no depósito compulsório em si, mesmo assim, podemos esperar que possa fazer pequenos cortes na taxa e assim aumentar a liquidez do mercado.</p>
<p>Na terça-feira a Presidente do STF, Cármen Lúcia, autorizou a equipe de Teori Zavascki a retomar o processo de delações e junto com outros ministros do STF estuda a melhor a forma de eleger um <strong>novo relator para operação Lava-Jato.</strong> Também o Bacen anunciou o déficit em conta corrente referente ao ano de 2016 (US$ 23,5 bi), o que representa 1,3% do PIB brasileiro. Já os investimentos diretos, US$ 79,8 bi, representando no ano o valor de aproximadamente 4,36% do PIB.  Melhor performance do saldo em conta corrente desde o ano de  2007 e do investimento direto no país desde 2014. Na quinta-feira (26/01) tivemos a deflagração da operação Eficiência, desdobramento da Operação Lava-Jato, para a prisão do empresário Eike Batista, alvo de um mandado de prisão preventiva, contudo, a polícia levantou que o empresário encontra-se fora do país. O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que já se encontra preso, também foi alvo de outro mandado, com outros quatro mandados de condução coercitiva sendo cumpridos, um deles contra Suzana Neves Cabral, ex-mulher de Sérgio Cabral. O Bacen também divulgou na quinta-feira que o estoque de crédito encolheu 3,5% em 2016 para R$ 3,1 tri, demonstrando a contração da economia para o período. A Inadimplência de pessoa jurídica caiu de 5,4% para 5,2% e na pessoa física caiu para 6,1% de 6,2%. Apesar do cenário de contração do crédito, a taxa de juros do rotativo de cartão de crédito subiu para 484,6%. Por fim na sexta-feira (27/01) a Petrobras decidiu reduzir o preço do diesel nas refinarias em 5,1%, aproximadamente, e o preços da gasolina em 1,4%, conforme anunciado na quinta-feira.</p>
<p><strong><em>DESTAQUES DA SEMANA</em></strong></p>
<p>Para a semana, temos a <strong>agenda com divulgação de diversos indicadores aqui no Brasil,</strong> sendo que na segunda-feira temos o IGP-M divulgado pela FGV, na terça-feira temos a taxa de desemprego divulgada pelo IBGE, a qual se espera que venha em 12% e na quarta-feira a divulgação da produção industrial. Outro fator relevante para a semana é o encerramento do recesso político de fim de ano, com o Congresso retomando as atividades, com as eleições para presidente da Câmara ocorrendo já na quinta-feira (02/02).</p>
<p>Já <strong>no cenário internacional</strong> o destaque fica por conta da divulgação da<strong> decisão da política monetária</strong> na quarta-feira pelo FOMC e a divulgação de <strong>indicadores de mercado de trabalho</strong> para o mês de janeiro na sexta-feira. É preciso lembrar que nesta semana, os mercados de China, Taiwan e Coreia do Sul ficam fechados até quinta-feira por conta do feriado de ano-novo.</p>
<p><strong>JUROS &amp; BOLSA</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><em>JUROS</em></strong></p>
<p>As principais informações que trouxeram algum impacto para o mercado de juros podem ser atribuídas ao <strong>Relatório Semanal FOCUS</strong> que sinalizou nova redução da taxa Selic, caindo de 9,75% para 9,5% e a inflação desacelerando de 4,8% para 4,71% no final de 2017.</p>
<p>Mesmo com o mercado acreditando em tais reduções, a curva de <strong>Juros Nominal</strong> apresentou pouca variação nos vértices mais curtos, ficando em linha com a semana passada, e ainda sinalizando uma taxa próxima à 10,75% para o fim do ano. Já nos vértices mais longos é possível ver um fechamento da curva, sinalizando a crença de que o governo consiga exercer um melhor controle da inflação em um prazo mais longo e assim controlar a taxa de Juros Nominal. Já a curva de <strong>Juros Real</strong>, diferente da semana anterior, que apresentou abertura ao longo de toda a curva, esta semana a abertura ficou apenas nos vértices de curto e médio prazo, e apresentando fechamento nos vértices mais longos da curva. A abertura observada nos vértices mais curtos ainda carrega boa parte de uma desaceleração mais rápida da inflação em relação a uma redução mais lenta da taxa de juros, como vimos anteriormente, a taxa de Juros Nominal apresentou pouca variação em seus vértices mais curtos, fazendo com que esse efeito se reflita em uma taxa de Juros Rela mais elevada. Já o fechamento apresentado nos vértices mais longos é resultado da normalização da relação juros x inflação.</p>
<p>Neste cenário, mantemos as orientações já apresentadas, principalmente por causa da estabilização da curva de Juros Nominal dessa semana, podendo abrir espaço para ganhos  tanto em ativos pré-fixados como os ativos indexados à inflação (LTN, NTN-F e NTN-B), podendo considerar os fundos IMA-B, IDKA e IRF-M, principalmente nos vértices mais longos que tendem a sofrer maior impacto das variações da Taxa Selic. Contudo, neste momento é necessário um acompanhamento mais próximo dos ativos prefixados, já que o fechamento da Curva de Juros Nominal diminui o espaço para ganhos.</p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Juros.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4361" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Juros.jpg"  alt="Juros Resumo da semana 30/01 - Juros e Bolsa"  width="972" height="1024" /></a></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>BOLSA</em></strong></p>
<p>A semana foi mais curta para o mercado acionário brasileiro devido ao feriado de Aniversário de São Paulo na quarta-feira (25/01). Apesar da semana mais curta, o Ibovespa seguiu a tendência dos mercados internacionais e fechou a quarta semana consecutiva em alta, encerrando a sexta (27/01) aos 66.033 pontos, alta de 2,34% na semana e de 9,64% em 2017. Os constantes rompimentos de resistência continuam sinalizando a busca do próximo alvo dos 68 mil pontos, o que nos faz manter a recomendação de alocação em renda variável com alta correlação com o Ibovespa para movimentações táticas.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Tabela_Opmax_1.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4362" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Tabela_Opmax_1.jpg"  alt="Tabela_Opmax_1 Resumo da semana 30/01 - Juros e Bolsa"  width="741" height="434" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></h5>
<p><strong><em><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/agenda-da-semana.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4360" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/agenda-da-semana.jpg"  alt="agenda-da-semana Resumo da semana 30/01 - Juros e Bolsa"  width="791" height="875" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
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