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	<title>investimento institucional &#8211; Opmax</title>
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		<title>Resumo da semana 23/01 &#8211; Juros e Bolsa</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2017 13:01:14 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #383866;"><strong>CENÁRIO</strong></span></h2>
<h5><strong><em>RETROSPECTIVA</em></strong></h5>
<p>A semana teve uma <strong>agenda de eventos importantes</strong>, entre os quais, podemos citar como principais, o discurso da primeira ministra britânica, Theresa May, sobre a <strong>saída do Reino Unido da Zona do Euro</strong> e a <strong>posse de Donald Trump</strong> como o 45º presidente dos EUA, fato que trouxe volatilidade ao mercado durante toda a semana.</p>
<p>Em sua declaração realizada na terça-feira (17), <strong>Theresa May</strong> apresentou um discurso conciliador em relação à saída do Reino Unido da Zona do Euro, comentando que <strong>procuraria fechar tratados de livre comércio com os países da região, mas sem a filiação ao mercado único.</strong> Também disse em seu pronunciamento, que pretende realizar o controle dos imigrantes que chegam ao país. Ainda não é possível avaliar o real impacto econômico da saída do Reino Unido para a região ou para a economia global, contudo, o presidente do Banco Central da Inglaterra, Mark Carney, comentou que o Reino Unido deverá ter, nos próximos anos, um crescimento abaixo do observado, nos últimos períodos.</p>
<p><strong>Nos EUA, a posse de Donald Trump,</strong> ocorrida na sexta-feira (20/01), trouxe volatilidade ao mercado ao longo de toda a semana, com os participantes do mercado aguardando seu discurso para avaliar o tom a ser seguido pelo presidente. Apesar de iniciar o discurso de forma quase amigável, manteve a linha dura adotada em sua campanha reforçando a ideia de nacionalismo e protecionismo.  Um exemplo da política a ser adotada no governo Trump pode ser observado na nota de terça-feira do Wall Street Journal, que traz declaração de Trump reforçando a visão para que as montadoras de automóveis retomem a produção no país.</p>
<p>Outro evento importante foram as <strong>declarações da Presidente do FED, Janet Yellen,</strong> que adotou postura mais dura que a usual. Na quarta-feira foi divulgada a inflação, CPI, referente ao mês de dezembro com alta de 0,3%, com a inflação anualizada em 2,1%, também ocorreu a divulgação da Produção Industrial que veio acima do esperado, 0,8% contra uma expectativa de 0,7% e a <strong>Divulgação de dados do Livro Bege,</strong> o qual demonstra que a economia americana está expandindo de forma modesta e com alguma pressão nos salários começando a acontecer. A posição de aumento da taxa de juros americana adotada pelo FED ao longo do ano, e a política protecionista do governo Trump podem trazer problemas para os demais mercados, visto que esse cenário tende a fazer com que os investidores se voltem mais para os EUA, minguando o fluxo de capitais para países como o Brasil.</p>
<p><strong>No cenário doméstico</strong> também tivemos uma semana agitada, começando pela divulgação do<strong> Relatório semanal Focus, do Bacen,</strong> apontando uma inflação caindo para 4,80% para 2017, taxa Selic abaixo de dois dígitos, 9,75%, inferior à taxa de 10,25% apresentada na semana anterior. Na sequência houve a divulgação do <strong>relatório de Perspectivas Globais do FMI,</strong> o qual apresenta uma estimativa de crescimento de apenas 0,2% para o Brasil no ano de 2017, abaixo do 0,5%, apresentado anteriormente em outubro. Na terça-feira tivemos a divulgação da<strong> Ata do COPOM</strong> que veio em linha com a declaração realizada na semana passada, com um tom mais <em>“dovish”, </em>mas sinaliza que o ritmo dos cortes a serem adotados dependerá dos dados econômicos apresentados, podendo estes cortes virem em linha ou até mais fortes do que o apresentado na última reunião. Por fim, tivemos a trágica notícia da morte de Teori Zavascki, Ministro do Supremo Tribunal Federal e coordenador da relatoria da Operação Lava-Jato, na tarde de quinta-feira (19). Esse fato pode atrasar o andamento da operação, já que Teori estava caminhando para homologar as delações de executivos da Odebrecht.</p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>EXPECTATIVA</em></strong></p>
<p>A semana possui uma agenda interna mais fraca de indicadores, sendo também mais curta nos mercados, decorrente do feriado de Aniversário de São Paulo na quarta-feira (25/01), que fará com que não tenhamos pregão nesse dia. Esperamos ver quais serão as medidas a serem tomadas pelo presidente Michel Temer para a substituição do Ministro do STF, Teori Zavascki, e como este processo poderá impactar nos mercados, já que atrasos no andamento da Operação Lava-Jato podem trazer desconforto para alguns investidores, comprometendo o fluxo para o país.</p>
<p>Já <strong>no cenário internacional</strong> o destaque fica por conta da divulgação do <strong>PIB do 4º tri dos EUA</strong> que acontecerá na sexta-feira (27/01). Outro fator que merece acompanhamento no cenário internacional está relacionado às primeiras medidas a serem adotadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e por seu governo, que, caso mantenham a linha agressiva já conhecida, podem trazer volatilidade para o mercado global.</p>
<p><strong>JUROS &amp; BOLSA</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><em>JUROS</em></strong></p>
<p>Nesta semana tivemos a divulgação da<strong> ata do COPOM,</strong> a qual deu continuidade ao entendimento visto na Nota à Imprensa emitida pelo Bacen na semana anterior. A ata abre espaço para novos cortes na taxa de juros, sinalizando que os responsáveis por ditar o tamanho dos próximos cortes a serem realizados serão os desempenhos dos dados econômicos divulgados. Diante destas informações, o mercado acredita que existe espaço para cortes mais expressivos na taxa Selic, com esta encerrando o ano abaixo de 10%, conforme divulgado no Relatório Focus de segunda-feira.</p>
<p>Apesar da previsão do mercado da taxa de juros abaixo de dois dígitos para o fim do ano, a Curva Juros Nominal, que apresentou novo fechamento em relação à semana anterior, ainda sinaliza uma taxa próxima a 10,8% para o mesmo período, abrindo espaço para novos fechamentos da curva nos vértices mais curtos. Nos vértices mais longos os juros ainda estão próximos a 11%, o que mostra a desconfiança dos investidores sobre a manutenção da taxa em patamares mais baixos por um período de tempo maior. Com relação à Curva de Juros Real, esta apresentou um deslocamento para cima da curva em todos os vértices, mas com destaque para os vértices mais curtos. <strong>Esse movimento sinaliza a crença dos investidores de que o governo conseguirá controlar a inflação, principalmente no curto prazo.</strong></p>
<p>Neste cenário, mantemos as orientações da semana anterior, para ganhos tanto em ativos pré-fixados como os ativos indexados à inflação (LTN, NTN-F e NTN-B), podendo considerar os fundos IMA-B, IDKA e IRF-M, principalmente nos vértices mais longos que tendem a sofrer maior impacto das variações da Taxa Selic. Contudo, <strong>neste momento é necessário um acompanhamento mais próximo dos ativos prefixados,</strong> já que o fechamento da Curva de Juros Nominal diminui o espaço para ganhos.</p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/juros-real-e-juros-nominal-tabela-resumo-semana.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-4304 size-large" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/juros-real-e-juros-nominal-tabela-resumo-semana-972x1024.jpg"  alt="juros-real-e-juros-nominal-tabela-resumo-semana-972x1024 Resumo da semana 23/01 - Juros e Bolsa"  width="972" height="1024" /></a></p>
<p><strong><em> </em></strong><strong><em>BOLSA</em></strong></p>
<p>A semana no mercado acionário iniciou calma com o mercado dos EUA fechado devido ao feriado de Martin Luther King, o que acabou por diminuir a liquidez dos mercados globais.<strong> O tom desta semana foi dado pela expectativa da posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump,</strong> e seus comentários polêmicos que geram incertezas de sua política aos participantes do mercado.  Mesmo nesse cenário de incertezas, <strong>o Ibovespa encerrou a terceira semana consecutiva em alta,</strong> fechando na sexta-feira (20/01) aos 64.521 pontos, alta de 1,37% na semana e 7,13% em 2017. O rompimento dos 64 mil pontos pelo Ibovespa abre espaço para que se tente buscar nova resistência próximo aos 68 mil pontos, o que nos faz manter a recomendação de alocação em renda variável com alta correlação com o Ibovespa para movimentações táticas.</p>
<p><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong></p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/desempenho-dos-indicadores-resumo-da-semana-juros-e-bolsa.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-4303 size-full" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/desempenho-dos-indicadores-resumo-da-semana-juros-e-bolsa.jpg"  alt="desempenho-dos-indicadores-resumo-da-semana-juros-e-bolsa Resumo da semana 23/01 - Juros e Bolsa"  width="741" height="432" /></a></p>
<h5><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></h5>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/agenda-da-semana-resumo.jpg"><img  title="" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-4302 size-full" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/agenda-da-semana-resumo.jpg"  alt="agenda-da-semana-resumo Resumo da semana 23/01 - Juros e Bolsa"  width="784" height="633" /></a></p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
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		<title>Resumo da semana 16/01 &#8211; Juros e Bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 11:29:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>CENÁRIO RETROSPECTIVA Na semana passada o COPOM diminuiu a Taxa Selic em 75 pontos percentuais. Em princípio, o mercado esperava uma queda de 50 p.p., mas houve uma mudança na política monetária que tende a ser mantida nas próximas reuniões. Esta decisão do Banco Central desperta nos analistas da Quants Consultoria algumas inquietações que dividimos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #383866;"><strong>CENÁRIO</strong></span></h2>
<h5><strong><em>RETROSPECTIVA</em></strong></h5>
<p>Na semana passada o <strong>COPOM diminuiu a Taxa Selic em 75 pontos percentuais.</strong> Em princípio, o mercado esperava uma queda de 50 p.p., mas houve uma mudança na política monetária que tende a ser mantida nas próximas reuniões.</p>
<p>Esta decisão do Banco Central desperta nos analistas da Quants Consultoria algumas inquietações que dividimos com nossos leitores. Os números da economia brasileira, divulgados desde o mês de dezembro de 2016, vêm modificando a previsão do mercado para baixo tanto da inflação, quanto da atividade econômica. A retração da inflação tem uma grande parcela de responsabilidade das sucessivas quedas na atividade econômica. A oscilação dos indicadores de produção e desemprego não esconde a tendência de queda dos mesmos ao longo do tempo. A recuperação prevista da economia brasileira em 2017 já dá lugar a uma perspectiva de estagnação do PIB no patamar de 2016. Contudo, o nível do PIB em 2016 ainda é uma incógnita. Espera-se uma retração em torno de 3,5% em relação a 2015, mas as informações de novembro não nos permitem segurança nas previsões para dezembro. As revisões para baixo nestes indicadores nos fazem pensar que a crise da economia brasileira ainda levará a algumas revisões de previsão neste início de ano para a economia em 2017 e 2018.<span id="more-4239"></span></p>
<p>A ação do Banco Central na queda da Taxa Selic deverá impactar a atividade econômica ao longo de 2017, para uma retomada mais consistente em 2018. A ata do COPOM, a ser divulgada em 17/01, nos dará mais informações para compreender a totalidade das condições de indicadores que levaram a decisão de acelerar o corte de juros.</p>
<p>A economia mundial passa por um momento de expectativa em relação a posse de Donald Trump como presidente dos <strong>Estados Unidos.</strong> A partir de então as diretrizes a serem seguidas em termos políticos e econômicos devem ficar mais claros. Por hora, há uma incógnita que não nos leva a previsões consistentes. Os números apresentados pela economia dos Estados Unidos indicam um avanço moderado na recuperação da economia. As melhoras em alguns indicadores num mês acabam gerando previsões de crescimento que não são confirmadas no mês seguinte. Esta oscilação indica ainda uma inconsistência na tendência de longo prazo.</p>
<p><strong>A Europa</strong> apresenta um cenário de avanço mais consistente nos indicadores, a própria inflação vem crescendo, acompanhando o crescimento do PIB dos países. O problema é que isso ocorre na média dos países da área do Euro, mas há diferenças entre os países e a política monetária unificada acaba promovendo impactos diferentes. Estas diferenças podem reverter em tensões políticas, com avanço dos partidos que defendem a saída da unificação, como ocorrido no Reino Unido. Estes fatos podem criar problemas para a economia da região nos próximos períodos. Além de toda a expectativa com o que ocorrerá nos Estados Unidos.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<h5><strong><em>EXPECTATIVA</em></strong></h5>
<p>Em relação à inflação,<strong> nossa avaliação é que a probabilidade de outro corte de 75 p.p.,</strong> na reunião do Copom de 22 de fevereiro é bastante elevada, e essa é a projeção da Quants Consultoria. Reconhecemos, também que neste ritmo de queda, <strong>a nossa projeção de que a Selic termine o ano abaixo dos 10% fica mais consistente.</strong> Teremos um quadro mais completo sobre o processo decisório do Copom com a divulgação da ata, na próxima terça-feira, às 08:30, horário, de Brasília.</p>
<p>A análise retrospectiva anterior aponta que no curto prazo, a atividade econômica tem mostrado fraqueza maior que a esperada, sobretudo na indústria, a despeito de alguns indicadores setoriais mais promissores. Dessa forma, <strong>o PIB deve apresentar novo recuo no quarto trimestre de 2016, atingindo -0,7%.</strong> Antes a previsão estava em torno da estabilidade. Isso implica em agravamento dos indicadores para 2017. Contudo, os fundamentos de demanda seguem estáveis na margem, o que deve possibilitar uma pequena expansão da economia em 2017.<strong> Então, revisamos nossa projeção de PIB em 2017 para 0,9%, antes a previsão estava em torno de 1,7%.</strong></p>
<p>Na questão política, <strong>percebe-se avanço nas articulações quanto as reformas da previdência.</strong> Contudo, a condução da Política Fiscal por parte do Governo Federal ainda encontrará desafios postos pelo desequilíbrio financeiro dos Estados e dos Municípios. A resposta que o governo dará com ações efetivas é que nos permitirão avaliar os impactos na economia brasileira. Por hora, há um horizonte de incerteza que nos conduz a aguardar o início dos trabalhos parlamentares de 2017 e perceber o rumo das negociações com Estados e Municípios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>JUROS &amp; BOLSA</strong></h2>
<h5><strong><em>JUROS</em></strong></h5>
<p><strong>A semana, para os juros, foi marcada por um evento em especial, o corte da Taxa Selic em 75 pontos percentuais</strong>, que foi divulgada no fim de quarta-feira (11). Apesar da grande maioria dos analistas esperarem um corte de 50 p.p., um corte de 75 p.p. não seria nenhuma surpresa. Contudo, na quinta-feira os mercados reagiram com forte deslocamento da curva de juros, tanto a de Juros Real como a de Juros Nominal, conforme pode ser observado nos gráficos. O deslocamento demonstra a expectativa de uma taxa de juros Real próximo a 5,3% para o fim do ano e taxa Nominal entre 10,75% e 10,50%. Porém, conforme comentado no texto Retrospectiva, acreditamos que se o Banco Central mantiver o atual ritmo de corte a taxa pode encerrar 2017 abaixo de 10%.</p>
<p>Esse movimento mais expressivo de corte realizado pelo Banco Central demonstra sua crença na desaceleração da inflação (a qual fechou em 0,30% em dez/2016, abaixo das expectativas do mercado de 0,34%, encerrando o ano em 6,29%, abaixo da banda superior da meta de inflação) que tem sido impactada pelos fracos números de atividade da economia brasileira.</p>
<p>Este movimento mais acentuado pode abrir espaço para ganhos tanto em ativos pré-fixados como os ativos indexados à inflação (LTN, NTN-F e NTN-B), podendo considerar os fundos IMA-B, IDKA e IRF-M, principalmente nos vértices mais longos que tendem a sofrer maior impacto das variações da Taxa Selic.</p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/juros-real-e-juros-nominal-tabela-resumo-semana-opmax-2.png"><img  title=""  alt="juros-real-e-juros-nominal-tabela-resumo-semana-opmax-2-978x1024 Resumo da semana 16/01 - Juros e Bolsa" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-4257 size-large" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/juros-real-e-juros-nominal-tabela-resumo-semana-opmax-2-978x1024.png" width="978" height="1024" /></a></p>
<h5><strong>B</strong><strong><em>OLSA</em></strong></h5>
<p>Apesar de fechar a sexta-feira em queda, <strong>o Ibovespa encerrou a semana cotado a 63.651 pontos</strong>, com valorização de 3,22% na semana e 5,69% em 2017. Assim como o mercado de juros, o mercado de renda variável também aguardava a divulgação da nova Taxa Selic por parte do Banco Central, sendo um dos principais fatores para o desempenho do Ibovespa ao longo da semana. Prova disso, foi que da alta de 3,22% acumulada na semana, boa parte foi resultado da alta ocorrida na quinta-feira após a divulgação da taxa, com o índice nos primeiros 10 minutos de negociação superando os 64 mil pontos. Essa movimentação é o reflexo dos investidores acreditando cada vez mais na queda consistente dos juros, o que faz com que procurem obter retornos mais expressivos em ativos mais arriscados. <strong>Contudo, apesar da alta apresentada em 2016 e no início deste ano, o cenário ainda é incerto para o mercado de bolsa.</strong> Os números da economia ainda não apresentam indicação de mudança para um cenário mais otimista, com uma taxa de desemprego elevada, produção industrial em queda e as constantes indefinições políticas. Fica difícil dizer que já estamos em um bom momento para retomarmos o investimento em bolsa. Porém, a volatilidade apresentada na bolsa abre oportunidade para movimentos táticos, buscando obter retorno em movimentos de curto prazo apresentados pela bolsa.</p>
<p><strong> </strong><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong> <img  title=""  alt="desempenho-dos-indicadores-resumo-da-semana-juros-e-bolsa-opmax Resumo da semana 16/01 - Juros e Bolsa" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-4253 size-full" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/desempenho-dos-indicadores-resumo-da-semana-juros-e-bolsa-opmax.png" width="741" height="434" /></p>
<h5><strong> </strong><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></h5>
<h5><strong><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/agenda-da-semana-resumo-opmax.png"><img  title="" loading="lazy" class="size-full wp-image-4254 aligncenter" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/agenda-da-semana-resumo-opmax.png"  alt="agenda-da-semana-resumo-opmax Resumo da semana 16/01 - Juros e Bolsa"  width="687" height="664" /></a></strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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