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	<title>Selic &#8211; Opmax</title>
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		<title>Flash Econômico 24/05/2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Opmax]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 May 2018 16:52:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como o “não corte” na Selic e a alta do Dólar estão impactando os investimentos em Maio O mercado financeiro como um todo estava havido pelo corte de 0,25p.p. na taxa básica de juro, a Selic. A informação dada como certa pela maioria dos analisas foi rechaçada quando o Comitê de Política Monetária, o COPOM,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Como o “não corte” na Selic e a alta do Dólar estão impactando os investimentos em Maio</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O mercado financeiro como um todo estava havido pelo corte de 0,25p.p. na taxa básica de juro, a Selic. A informação dada como certa pela maioria dos analisas foi rechaçada quando o Comitê de Política Monetária, o COPOM, resolveu manter a taxa nos atuais e históricos 6,5%a.a. No dia seguinte, os mercados como um todo sofreram com a expectativa frustrada, somada com a alta do dólar que vem pautando o noticiário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que sabemos até então é que um dólar alto provoca, inevitavelmente uma aceleração dos índices inflacionários. Estaria o COPOM interrompendo este movimento de corte na Selic, já antevendo que a inflação pode apresentar sinais de reversão? O fato é que o mercado vem sofrendo nas últimas semanas, com os IMAs (pós-fixados) com forte desvalorização, seguidos pelos IRFMs (pré-fixados) que estão sustentando um pouco mais a rentabilidade.</span></p>
<div id="attachment_4824" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4824" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Flash Econômico 24/05/2018"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4824" class="wp-caption-text">Conheça a mais robusta Plataforma de Gestão de Investimentos para RPPS!</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Que 2018 seria de grandes desafios, você leitor assíduo do flash já deve estar careca de saber! O momento que estamos atravessando já era esperado pelo mercado e por alguns consultores. Seguimos recomendando cautela, sem movimentos bruscos nas carteiras de investimentos, no entanto, é importante saber exatamente qual a necessidade individual de cada Regime de Previdência. Frisamos mais uma vez a importância e a necessidade de um sistema confiável e profissional de gerenciamento das carteiras. E que tal se ele confeccionar o XML do DAIR para você? Nós podemos te ajudar.</span></p>
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		<title>Rentabilidade Real e Taxa de Juros na Renda Fixa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 14:03:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a queda da taxa SELIC para 6,40%, os investimentos em fundos de investimentos que investem em títulos públicos federais tiveram suas rentabilidades reduzidas. O RPPS pode se perguntar se as aplicações nestes tipos de fundos de investimentos continuam sendo boas escolhas ou não. Neste artigo, esclareceremos dois pontos importantes para esta análise: Rentabilidade Real&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com a queda da taxa SELIC para 6,40%, os investimentos em fundos de investimentos que investem em títulos públicos federais tiveram suas rentabilidades reduzidas. O RPPS pode se perguntar se as aplicações nestes tipos de fundos de investimentos continuam sendo boas escolhas ou não. Neste artigo, esclareceremos dois pontos importantes para esta análise: Rentabilidade Real e Taxa de Juros.</span></p>
<h2><b>Rentabilidade Nominal e Rentabilidade Real</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A rentabilidade nominal é a que aparece no papel: o índice que demonstra o quanto o investimento aumentou ou diminuiu em um determinado período de tempo. Já a rentabilidade real é a rentabilidade nominal quando levada em conta a inflação. A rentabilidade real mede o acréscimo/decréscimo no poder de compra do investidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos utilizar o título Tesouro Selic (LFT) para esta análise. Em 2016, a SELIC variou de 14,15% para 13,65%. Em 2017, de 13,65% para 6,90%. As rentabilidades nominais, calculadas pelo </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/indicadores-anbima-familia-ima/"><span style="font-weight: 400;">IMA-S</span></a><span style="font-weight: 400;">, foram de 13,84% e 10,16%, respectivamente. Porém, levando em conta a inflação (IPCA de 6,29% em 2016 e de 2,95% em 2017) e calculando a rentabilidade real, os números são de 7,1% e 7,0%, respectivamente. Ou seja, um instituto que aplicou inteiramente em Tesouro SELIC nestes dois anos obteve praticamente o mesmo incremento na sua capacidade de poder de compra (rentabilidade real) nos dois anos, apesar das rentabilidades nominais terem sido diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A meta atuarial dos institutos sempre leva em conta algum índice de inflação (IPCA ou INPC) justamente por este motivo: para garantir que a rentabilidade real buscada pelo RPPS seja positiva, tornando as finanças do instituto cada vez mais saudáveis.</span></p>
<h2><b>Taxas de Juros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma taxa de juros é uma taxa prometida de retorno em um investimento. A taxa de juros pode ser nominal ou real (conforme visto acima). Ainda, pode-se calcular a taxa de juros efetiva, que leva em conta os gastos com a transação financeira (taxas de corretagem, emolumentos, etc.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A taxa de juros mais conhecida no mercado brasileiro é a taxa SELIC. Esta é a taxa média calculada baseando-se nos financiamentos diários do SELIC, o Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, para títulos públicos federais. O COPOM (Comitê de Política Monetária) se reúne a cada 45 dias, em sessões ordinárias às terças e quartas-feiras, para definir a meta da taxa SELIC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A taxa SELIC é utilizada como referência para todas as outras taxas de juros. Quando a SELIC, as rentabilidades dos títulos públicos aumentam. Isso faz com que as aplicações em TPF se tornem mais atraentes e, como a segurança garantida nas aplicações do Tesouro é a melhor que existe no Brasil, reduz-se, também, o interesse dos agentes econômicos em investir em aplicações mais arriscadas (como investir no próprio negócio via crédito bancário, bolsa, imóveis, etc.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o governo quer frear a economia, uma de suas políticas pode ser a de aumento da taxa SELIC. Com o aumento da taxa, os agentes econômicos tenderão a consumir e investir menos e poupar mais. Se o governo quiser acelera a economia, pode-se diminuir a taxa SELIC (exatamente como está acontecendo agora no governo Michel Temer). Dessa forma, os agentes tendem a consumir e investir mais, aumentando o nível econômico do país.</span></p>
<div id="attachment_4824" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4824" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Rentabilidade Real e Taxa de Juros na Renda Fixa"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4824" class="wp-caption-text">Fale com um de nossos especialistas e conheça nossa plataforma para RPPS!</p></div>
<h2><b>Como a rentabilidade dos investimentos está ligada à taxa de juros?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os fundos de renda fixa que compõem a maior parte dos fundos investidos por Regimes Próprios, a composição de suas carteiras é baseada em títulos públicos federais. Dessa forma, como mostrado acima, a taxa SELIC está inteiramente ligada às suas rentabilidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil era o &#8220;país da renda fixa&#8221; em 2016 e 2017. Não fazia muito sentido investir em aplicações mais arriscadas, pois a renda fixa estava devolvendo 7% de rentabilidade real ao ano no seu investimento mais seguro (Tesouro SELIC). Em 2018, com a SELIC mais baixa e a inflação controlada, a renda fixa perdeu um pouco de sua rentabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos fazer uma aproximação da rentabilidade do Tesouro SELIC para 2018. Segundo o </span><a href="https://www.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/R20180329.pdf"><span style="font-weight: 400;">Boletim Focus de 29/03/2018</span></a><span style="font-weight: 400;">, a expectativa do mercado para o IPCA em 2018 é de 3,54% e a expectativa para a SELIC no final do ano é de 6,25% (praticamente igual a atual, de 6,40%). Utilizando esses dados, chegamos a estimativa de rentabilidade real de aproximadamente 2,6%, bem inferior aos 7% devolvidos em 2016 e 2017.</span></p>
<h2><b>Como posso melhorar minha rentabilidade real em tempos de SELIC baixa?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aumentar a rentabilidade real, é necessária uma posição mais agressiva na carteira de investimentos. Essa posição pode ser alcançada com títulos públicos com maior volatilidade, porém que paguem acima do Tesouro SELIC: NTN-B, LFT, NTN-F. Abrir a carteira para renda variável também pode ser uma saída, mas sempre com cautela: o </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/porque-adotar-processo-gestao-de-riscos/"><span style="font-weight: 400;">risco</span></a><span style="font-weight: 400;"> envolvido na renda variável é bem maior que nos fundos de renda fixa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma outra boa opção é o corte de gastos. Investir diretamente em títulos públicos federais isentam o RPPS das taxas de administração de fundos de investimentos. No lugar, os institutos pagam uma baixa taxa de custódia para um agente regulamentado. </span></p>
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		<title>Flash Econômico 02/04/2018</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2018 14:44:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você entende os efeitos da redução da Taxa Selic? Não é de hoje que sabemos que o Comitê de Política Monetária controla o “preço do dinheiro” na economia elevando ou diminuindo a Taxa Selic. Mas você sabe realmente como funciona este mecanismo? Se em algum momento da sua vida, você já precisou de um empréstimo&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Você entende os efeitos da redução da Taxa Selic?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é de hoje que sabemos que o Comitê de Política Monetária controla o “preço do dinheiro” na economia elevando ou diminuindo a Taxa Selic. Mas você sabe realmente como funciona este mecanismo?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se em algum momento da sua vida, você já precisou de um empréstimo bancário pós-fixado, atrelado ao CDI, certamente você sentiu o efeito da oscilação da Selic. A explicação é simples: se o banco oferece aos aplicadores (doadores) um Certificado de Depósito Bancário – CDB, de prazo médio com taxa de 90% do CDI, ele certamente oferecerá ao tomador um empréstimo taxado em CDI+5% ou mais. Este exemplo hipotético demonstra como a instituição financeira descarrega o risco sistêmico no doador e no tomador de crédito, ficando apenas com o que chamamos de spread bancário.</span></p>
<div id="attachment_4824" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4824" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg?_t=1522680434"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Flash Econômico 02/04/2018"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4824" class="wp-caption-text">Conheça a mais robusta Plataforma de Gestão de Investimentos para RPPS!</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, quando a Taxa Selic atinge patamares muito pequenos, espera-se que o investidor busque alternativas mais arrojadas para rentabilizar o seu patrimônio, e por sua vez, os empresários busquem linhas de crédito mais baratas para os seus projetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em teoria tudo é muito simples. O que estávamos vivendo neste momento é a menor Taxa de Juro da história, seguida de uma insignificante retomada de consumo e investimento da população. Muitos economistas argumentam que cada ajuste da Taxa de Juro leva entre 6 à 8 meses para repercutir plenamente nas linhas de crédito. O fato é que a população segue preocupada com o alto índice de desemprego e evita comprometer-se financeiramente em um cenário de risco e incerteza.</span></p>
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		<title>Flash Econômico 28/02/2018</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 13:13:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que esperar de março? Em março teremos mais uma reunião do Copom (Comitê de Política Econômica do Banco Central do Brasil). O Relatório Focus do Banco Central apontou expectativa de queda do IPCA para o final de 2018 pela quarta semana consecutiva. O IPCA de 2017 atingiu 2,95%, abaixo do limite inferior da banda estipulada&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>O que esperar de março?</h2>
<p>Em março teremos mais uma reunião do Copom (Comitê de Política Econômica do Banco Central do Brasil).</p>
<p>O Relatório Focus do Banco Central apontou expectativa de queda do IPCA para o final de 2018 pela quarta semana consecutiva. O <strong>IPCA de 2017 atingiu 2,95%, </strong><strong>abaixo do limite</strong> inferior da banda estipulada para meta de inflação do ano (3,0%).</p>
<p>O comportamento dos preços dos alimentos e os efeitos da fraca atividade econômica explicam a baixa inflação do ano passado. Para este ano, a hipótese de alguma normalização dos preços dos alimentos, uma inflação de monitorados próxima de 6,1%, após 8% em 2017, e uma inflação de serviços de 3,5% (4,5% no<br />
ano passado) <strong>tendem a elevar o IPCA a 3,7%</strong>, dentro de um quadro inflacionário ainda favorável.</p>
<p>O Copom tem dado continuidade ao processo de redução da Selic, que em fevereiro atingiu 6,75%. Em face do entendimento de que a ociosidade industrial deve ser extinta apenas em meados de 2020, ainda há espaço para redução da taxa de juros no próximo encontro. Nesse sentido, o Copom poderá promover mais um corte na taxa básica de juros, ao ritmo de 0,25 pontos percentuais, finalizando o processo de afrouxamento monetário em março no nível de 6,5%.</p>
<p>Após um período que poderá durar até o final de 2018, <strong>novas elevações da taxa básica de juros poderão ocorrer,</strong> ao longo de 2019. A expectativa de uma taxa de juros de 8,00% no final de 2019 pode ser mantida.</p>
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		<title>Flash Econômico 19/02/2018</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 13:36:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Teremos mais um corte na próxima reunião do COPOM? O fim do ciclo de cortes na Selic não foi unânime na última reunião do Copom. Na última quinta foi divulgada a Ata da reunião, onde os participantes apresentaram seus argumentos: “Outros propuseram sinalizar mais fortemente a possível interrupção do ciclo de flexibilização monetária e manter&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Teremos mais um corte na próxima reunião do COPOM?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O fim do ciclo de cortes na Selic não foi unânime na última reunião do Copom. Na última quinta foi divulgada a Ata da reunião, onde os participantes apresentaram seus argumentos: “</span><i><span style="font-weight: 400;">Outros propuseram sinalizar mais fortemente a possível interrupção do ciclo de flexibilização monetária e manter liberdade de ação, mas em menor grau</span></i><span style="font-weight: 400;">”, afirmou o documento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para nós, é evidente que o Comitê resolveu deixar a porta entreaberta, aguardando os próximos movimentos da inflação que teima em permanecer em um patamar baixo. Complementarmente, os olhos seguem voltados para a possibilidade de votação da reforma da previdência e mais recentemente para o índice de inflação dos EUA e a possibilidade de um aumento de juros por lá, que impactaria diretamente aos mercados emergentes, e isso inclui o Brasil. </span></p>
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		<title>Flash Econômico 12/02/2018</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Feb 2018 09:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Comitê de Política Monetária – COPOM, faz novo corte na Selic que agora é 6,75% a.a. O Copom decidiu na última quarta por cortar a taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 6,75%a.a., renovando assim o menor nível da história. Esta foi a décima primeira redução seguida da Selic. A redução já era amplamente&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Comitê de Política Monetária – COPOM, faz novo corte na Selic que agora é 6,75% a.a.</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Copom decidiu na última quarta por cortar a taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 6,75%a.a., renovando assim o menor nível da história. Esta foi a décima primeira redução seguida da Selic.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A redução já era amplamente esperada pelos analistas do mercado financeiro, que entendem que com esta nova redução a taxa irá permanecer em 6,75%a.a. até o final de 2018, em virtude um cenário inflacionário favorável para manutenção. A Selic era mais de duas vezes maior (14,25%) quando o ciclo de corte começou há pouco mais de um ano, em outubro de 2016. Porém, os analistas acreditam que em caso de aprovação da reforma da Previdência e alguma surpresa de inflação nos EUA, o Banco Central poderia manter o ciclo atual de corte da Selic na próxima reunião que será realizada nos dias 20 e 21 de março.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos cortes, o Brasil tem o quinto maior juro real (juros nominais menos a inflação projetada para os próximos 12 meses) do planeta.</span></p>
<h2><b>O que esperar da Secretaria de Previdência com o Novo CADPREV e os novos mecanismos de acompanhamento dos RPPS</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ocasionalmente escutamos críticas vindas dos Regimes Próprios de Previdência Social – RPPS com relação os sistemas disponibilizados pela Secretaria de Previdência, em especial com relação ao CADPREV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A modernização e automação dos processos é um caminho sem volta. Cremos que a Secretaria de Previdência esteja neste caminho, uma vez que através da nova versão do CADPREV possibilitará um acompanhamento praticamente em tempo real da regularidade dos Regimes de Previdência em todo o Brasil. Questiona-se a capacidade técnica da entidade, em virtude das rotineiras instabilidades do sistema, e pela falta de clareza na correta utilização da ferramenta, que sofre atualizações rotineiras sem mesmo que o usuário seja atualizado das novas funcionalidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas este é um caminho benéfico e sem volta. Mesmo que com toda dificuldade técnica, os sistemas estarão cada vez mais interligados, funcionais, otimizando tempo, diminuindo a probabilidade de erros e por fim, facilitando a fiscalização da Secretaria de Previdência aos municípios. </span></p>
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