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	<title>sistema rpps &#8211; Opmax</title>
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	<description>Simplificamos o trabalho do RPPS</description>
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		<title>Como evitar problemas operacionais na gestão RPPS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2017 21:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Opmax]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas operacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ocorrência de problemas operacionais é infelizmente algo muito comum para todo tipo de gestão financeira. Entretanto, muitos não sabem o que fazer para evitá-los, e acabam se prejudicando por não entender o porquê desses problemas ocorrerem. Qual é a causa? Acreditamos que boa parte dos problemas operacionais existentes nas mais diversas áreas sejam ocasionados&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ocorrência de <strong>problemas operacionais</strong> é infelizmente algo muito comum para todo tipo de gestão financeira. Entretanto, muitos não sabem o que fazer para evitá-los, e acabam se prejudicando por não entender o porquê desses problemas ocorrerem.</p>
<h2>Qual é a causa?</h2>
<p>Acreditamos que boa parte dos<strong> problemas operacionais</strong> existentes nas mais diversas áreas sejam <strong>ocasionados pela falta de processos de trabalho (workflows) bem definidos e esclarecidos.</strong></p>
<p>Em nosso tempo trabalhando com RPPSs, percebemos que essa ideia se concretiza neste setor.<strong> APRs feitas em atraso, e conciliações bancárias incorretas são dois exemplos disso.</strong> No primeiro, o fluxo de boa governança é perdido e transações são feitas sem a correta autorização prévia. Já, no segundo, em casos em que o valor da transação é comparado com o valor da APR em vez do valor do extrato.</p>
<h2>Como melhorar?</h2>
<p><strong>Esses dois problemas operacionais podem ser reduzidos com a implantação de sólidos workflows e de seu constante aprimoramento. </strong>Além disso, faz-se necessário a execução fiel de todos os passos dos processos estabelecidos, com os devidos controles de verificação executados constantemente. É imprescindível, também, a geração de alertas quando for detectado, em um dado controle, que algo está em desacordo.</p>
<p>Acreditamos que o melhor caminho para mitigar esses riscos seja, após a criação dos <strong>processos operacionais</strong>, a automação destes. Dessa forma, será possível eliminar ao máximo as possibilidades de erros. Um dos focos da plataforma Opmax sempre foi seguir as boas práticas. Trabalhamos duro na criação e aperfeiçoamento dos processos operacionais de modo que, hoje, podemos dizer que reduzimos a possibilidade de erros a quase zero.</p>
<p>O OPMAX veio para prestar serviços que facilitam a vida dos gestores, priorizando a agilidade nos processos necessários do dia-a-dia da, tanto do RPPS quanto da empresa de consultoria. Quer conhecer mais como fizemos isso e entender como podemos ajudá-lo nos processos institucionais? Clique <a href="http://web.opmax.com.br/">aqui</a>, preencha o formulário e entraremos em contato.</p>
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		<title>Resumo da semana 16/01 &#8211; Juros e Bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 11:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim da semana]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[investimento institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CENÁRIO RETROSPECTIVA Na semana passada o COPOM diminuiu a Taxa Selic em 75 pontos percentuais. Em princípio, o mercado esperava uma queda de 50 p.p., mas houve uma mudança na política monetária que tende a ser mantida nas próximas reuniões. Esta decisão do Banco Central desperta nos analistas da Quants Consultoria algumas inquietações que dividimos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #383866;"><strong>CENÁRIO</strong></span></h2>
<h5><strong><em>RETROSPECTIVA</em></strong></h5>
<p>Na semana passada o <strong>COPOM diminuiu a Taxa Selic em 75 pontos percentuais.</strong> Em princípio, o mercado esperava uma queda de 50 p.p., mas houve uma mudança na política monetária que tende a ser mantida nas próximas reuniões.</p>
<p>Esta decisão do Banco Central desperta nos analistas da Quants Consultoria algumas inquietações que dividimos com nossos leitores. Os números da economia brasileira, divulgados desde o mês de dezembro de 2016, vêm modificando a previsão do mercado para baixo tanto da inflação, quanto da atividade econômica. A retração da inflação tem uma grande parcela de responsabilidade das sucessivas quedas na atividade econômica. A oscilação dos indicadores de produção e desemprego não esconde a tendência de queda dos mesmos ao longo do tempo. A recuperação prevista da economia brasileira em 2017 já dá lugar a uma perspectiva de estagnação do PIB no patamar de 2016. Contudo, o nível do PIB em 2016 ainda é uma incógnita. Espera-se uma retração em torno de 3,5% em relação a 2015, mas as informações de novembro não nos permitem segurança nas previsões para dezembro. As revisões para baixo nestes indicadores nos fazem pensar que a crise da economia brasileira ainda levará a algumas revisões de previsão neste início de ano para a economia em 2017 e 2018.<span id="more-4239"></span></p>
<p>A ação do Banco Central na queda da Taxa Selic deverá impactar a atividade econômica ao longo de 2017, para uma retomada mais consistente em 2018. A ata do COPOM, a ser divulgada em 17/01, nos dará mais informações para compreender a totalidade das condições de indicadores que levaram a decisão de acelerar o corte de juros.</p>
<p>A economia mundial passa por um momento de expectativa em relação a posse de Donald Trump como presidente dos <strong>Estados Unidos.</strong> A partir de então as diretrizes a serem seguidas em termos políticos e econômicos devem ficar mais claros. Por hora, há uma incógnita que não nos leva a previsões consistentes. Os números apresentados pela economia dos Estados Unidos indicam um avanço moderado na recuperação da economia. As melhoras em alguns indicadores num mês acabam gerando previsões de crescimento que não são confirmadas no mês seguinte. Esta oscilação indica ainda uma inconsistência na tendência de longo prazo.</p>
<p><strong>A Europa</strong> apresenta um cenário de avanço mais consistente nos indicadores, a própria inflação vem crescendo, acompanhando o crescimento do PIB dos países. O problema é que isso ocorre na média dos países da área do Euro, mas há diferenças entre os países e a política monetária unificada acaba promovendo impactos diferentes. Estas diferenças podem reverter em tensões políticas, com avanço dos partidos que defendem a saída da unificação, como ocorrido no Reino Unido. Estes fatos podem criar problemas para a economia da região nos próximos períodos. Além de toda a expectativa com o que ocorrerá nos Estados Unidos.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<h5><strong><em>EXPECTATIVA</em></strong></h5>
<p>Em relação à inflação,<strong> nossa avaliação é que a probabilidade de outro corte de 75 p.p.,</strong> na reunião do Copom de 22 de fevereiro é bastante elevada, e essa é a projeção da Quants Consultoria. Reconhecemos, também que neste ritmo de queda, <strong>a nossa projeção de que a Selic termine o ano abaixo dos 10% fica mais consistente.</strong> Teremos um quadro mais completo sobre o processo decisório do Copom com a divulgação da ata, na próxima terça-feira, às 08:30, horário, de Brasília.</p>
<p>A análise retrospectiva anterior aponta que no curto prazo, a atividade econômica tem mostrado fraqueza maior que a esperada, sobretudo na indústria, a despeito de alguns indicadores setoriais mais promissores. Dessa forma, <strong>o PIB deve apresentar novo recuo no quarto trimestre de 2016, atingindo -0,7%.</strong> Antes a previsão estava em torno da estabilidade. Isso implica em agravamento dos indicadores para 2017. Contudo, os fundamentos de demanda seguem estáveis na margem, o que deve possibilitar uma pequena expansão da economia em 2017.<strong> Então, revisamos nossa projeção de PIB em 2017 para 0,9%, antes a previsão estava em torno de 1,7%.</strong></p>
<p>Na questão política, <strong>percebe-se avanço nas articulações quanto as reformas da previdência.</strong> Contudo, a condução da Política Fiscal por parte do Governo Federal ainda encontrará desafios postos pelo desequilíbrio financeiro dos Estados e dos Municípios. A resposta que o governo dará com ações efetivas é que nos permitirão avaliar os impactos na economia brasileira. Por hora, há um horizonte de incerteza que nos conduz a aguardar o início dos trabalhos parlamentares de 2017 e perceber o rumo das negociações com Estados e Municípios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>JUROS &amp; BOLSA</strong></h2>
<h5><strong><em>JUROS</em></strong></h5>
<p><strong>A semana, para os juros, foi marcada por um evento em especial, o corte da Taxa Selic em 75 pontos percentuais</strong>, que foi divulgada no fim de quarta-feira (11). Apesar da grande maioria dos analistas esperarem um corte de 50 p.p., um corte de 75 p.p. não seria nenhuma surpresa. Contudo, na quinta-feira os mercados reagiram com forte deslocamento da curva de juros, tanto a de Juros Real como a de Juros Nominal, conforme pode ser observado nos gráficos. O deslocamento demonstra a expectativa de uma taxa de juros Real próximo a 5,3% para o fim do ano e taxa Nominal entre 10,75% e 10,50%. Porém, conforme comentado no texto Retrospectiva, acreditamos que se o Banco Central mantiver o atual ritmo de corte a taxa pode encerrar 2017 abaixo de 10%.</p>
<p>Esse movimento mais expressivo de corte realizado pelo Banco Central demonstra sua crença na desaceleração da inflação (a qual fechou em 0,30% em dez/2016, abaixo das expectativas do mercado de 0,34%, encerrando o ano em 6,29%, abaixo da banda superior da meta de inflação) que tem sido impactada pelos fracos números de atividade da economia brasileira.</p>
<p>Este movimento mais acentuado pode abrir espaço para ganhos tanto em ativos pré-fixados como os ativos indexados à inflação (LTN, NTN-F e NTN-B), podendo considerar os fundos IMA-B, IDKA e IRF-M, principalmente nos vértices mais longos que tendem a sofrer maior impacto das variações da Taxa Selic.</p>
<p><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/juros-real-e-juros-nominal-tabela-resumo-semana-opmax-2.png"><img  title=""  alt="juros-real-e-juros-nominal-tabela-resumo-semana-opmax-2-978x1024 Resumo da semana 16/01 - Juros e Bolsa" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-4257 size-large" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/juros-real-e-juros-nominal-tabela-resumo-semana-opmax-2-978x1024.png" width="978" height="1024" /></a></p>
<h5><strong>B</strong><strong><em>OLSA</em></strong></h5>
<p>Apesar de fechar a sexta-feira em queda, <strong>o Ibovespa encerrou a semana cotado a 63.651 pontos</strong>, com valorização de 3,22% na semana e 5,69% em 2017. Assim como o mercado de juros, o mercado de renda variável também aguardava a divulgação da nova Taxa Selic por parte do Banco Central, sendo um dos principais fatores para o desempenho do Ibovespa ao longo da semana. Prova disso, foi que da alta de 3,22% acumulada na semana, boa parte foi resultado da alta ocorrida na quinta-feira após a divulgação da taxa, com o índice nos primeiros 10 minutos de negociação superando os 64 mil pontos. Essa movimentação é o reflexo dos investidores acreditando cada vez mais na queda consistente dos juros, o que faz com que procurem obter retornos mais expressivos em ativos mais arriscados. <strong>Contudo, apesar da alta apresentada em 2016 e no início deste ano, o cenário ainda é incerto para o mercado de bolsa.</strong> Os números da economia ainda não apresentam indicação de mudança para um cenário mais otimista, com uma taxa de desemprego elevada, produção industrial em queda e as constantes indefinições políticas. Fica difícil dizer que já estamos em um bom momento para retomarmos o investimento em bolsa. Porém, a volatilidade apresentada na bolsa abre oportunidade para movimentos táticos, buscando obter retorno em movimentos de curto prazo apresentados pela bolsa.</p>
<p><strong> </strong><strong>DESEMPENHO DOS INDICADORES</strong> <img  title=""  alt="desempenho-dos-indicadores-resumo-da-semana-juros-e-bolsa-opmax Resumo da semana 16/01 - Juros e Bolsa" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-4253 size-full" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/desempenho-dos-indicadores-resumo-da-semana-juros-e-bolsa-opmax.png" width="741" height="434" /></p>
<h5><strong> </strong><strong>AGENDA DA SEMANA</strong></h5>
<h5><strong><a href="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/agenda-da-semana-resumo-opmax.png"><img  title="" loading="lazy" class="size-full wp-image-4254 aligncenter" src="http://web.opmax.com.br/wp-content/uploads/2017/01/agenda-da-semana-resumo-opmax.png"  alt="agenda-da-semana-resumo-opmax Resumo da semana 16/01 - Juros e Bolsa"  width="687" height="664" /></a></strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Disclaimer: </em></strong>Este material foi preparado pela Quants Consultoria e possui caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa autorização da mesma. As análises aqui contidas foram elaboradas a partir de fontes confiáveis e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a Quants Consultoria não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Os materiais contidos neste documento são exclusivamente para fins de informação geral e não constituem consultoria ou recomendação para comprar ou vender investimentos. Algumas das afirmações aqui contidas podem ser consideradas afirmações de conotação futura, envolvendo expectativas atuais ou projeções para eventos futuros. Essas afirmações de conotação futura não constituem garantias de desempenho ou eventos futuros e envolvem riscos e incertezas. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Saiba o que muda no novo DAIR com a reforma da Previdência Social do Servidor Público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carolchaim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2016 16:27:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos previdência]]></category>
		<category><![CDATA[novo DAIR]]></category>
		<category><![CDATA[reforma previdência]]></category>
		<category><![CDATA[reforma rpps]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudanças significativas na previdência social já foram anunciadas desde o início do governo de Michel Temer. Junto da Reforma Administrativa do Governo Federal, com a Medida Provisória MP 726/2016, também foram feitas alterações na Previdência Social. A mudança na Lei nº 10.683/2003 por exemplo, transformou o MTPS – Ministério do Trabalho e Previdência Social –&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mudanças significativas na previdência social já foram anunciadas desde o início do governo de Michel Temer. Junto da Reforma Administrativa do Governo Federal, com a <strong>Medida Provisória MP 726/2016</strong>, também foram feitas<strong> alterações na Previdência Social.</strong> A mudança na Lei nº 10.683/2003 por exemplo, transformou o MTPS – Ministério do Trabalho e Previdência Social – em Ministério do Trabalho.</p>
<p>A Reforma da Previdência afetou tanto o Regime Geral da Previdência – RGPS, operado pelo INSS – quanto o <strong>Regime Próprio – RPPS</strong>, empresa pública em forma de autarquia que recebe a contribuição dos servidores públicos do respectivo ente em que está estabelecida.</p>
<p>Uma das<strong> normas da portaria 519/2011 do Ministério da Previdência Social</strong> é a regulamentação do envio de informações sobre os<strong> investimentos dos RPPS,</strong> sendo uma das obrigatoriedades, o <strong>DAIR – Demonstrativo das Aplicações e Investimentos dos Recursos.</strong></p>
<p>O Ministério da Previdência Social, buscando dar mais transparência ao processo decisório de investimentos, criou o <strong>novo DAIR</strong>, orientando a forma de envio da política de investimentos, que passará a ser mensal. “Deixamos mais evidente a necessidade de atrelar as necessidades do passivo à política de investimentos do RPPS”, explica Otoni Guimarães, chefe do departamento de regimes próprios.</p>
<p>Segundo a revista Investidor Institucional, o novo demonstrativo passa a considerar os ativos globais dos regimes próprios, inclusive imóveis e royalties de energia, que antes não eram contabilizados pelo ministério. “Estamos aumentando as exigências para promover maior controle e fiscalização dos institutos estaduais e municipais”, resume Otoni. Ainda segundo ele, <strong>o Ministério está incentivando a criação de novos produtos financeiros por parte dos gestores de recursos direcionados aos regimes próprios.</strong></p>
<h1>O que muda no novo DAIR com a reforma da Previdência Social:</h1>
<p>Em matéria sobre a <strong>Reforma da Previdência Social</strong>, a Agência Brasil EBC apresentou o que mudará para o Servidor Público. Confira:</p>
<p>Com a <strong>PEC 287</strong>, eles passarão a responder a algumas regras iguais às dos trabalhadores do Regime Geral (RGPS): idade mínima para aposentadoria, tempo mínimo de contribuição, regra para cálculo de aposentadoria por incapacidade permanente para o trabalho, além das hipóteses de aposentadorias especiais.</p>
<p>Ainda, com a <strong>Reforma da Previdência</strong>, uma única modalidade de aposentadoria voluntária passa a existir, exigindo os requisitos de 25 anos de contribuição, 65 anos de idade, 10 anos no serviço público e 5 anos no cargo efetivo, para homens e mulheres.</p>
<p>O <strong>novo DAIR,</strong> que passará a ser mensal, deve entrar em obrigatoriedade no novo formato no começo de 2017. O Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público informa que foi disponibilizado no site  <a href="http://www.previdencia.gov.br/regimes-proprios/investimentos-do-rpps/">http://www.previdencia.gov.br/regimes-proprios/investimentos-do-rpps/</a>  a versão beta do CADPREV Desktop (em fase de homologação) a qual é utilizada para a confecção dos novos demonstrativos DAIR e DPIN .</p>
<p>Sugerimos baixarem a nova aplicação para familiarizarem-se com os novos campos de obrigatoriedade na nova versão.</p>
<p>Com o <strong>novo DAIR</strong>, surgirá a questão: só poderei completá-lo no software governamental oficial? Atualmente, o antigo DAIR na plataforma OPMAX é feito em um clique. Já estamos nos informando com o <strong>Ministério do Trabalho</strong> sobre a possibilidade de fazer a importação para o software oficial, oferecendo uma plataforma congruente com o <strong>novo modelo CADPREV.</strong></p>
<h2>Vamos juntos realizar investimentos corretos de RPPS.<br />
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<p>Fonte:<br />
http://www.previdencia.gov.br/regimes-proprios/investimentos-do-rpps/</p>
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