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	<title>Diogo Garcia &#8211; Opmax</title>
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	<description>Simplificamos o trabalho do RPPS</description>
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		<title>Saiba tudo sobre o CGRPPS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 16:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para melhor capacitar os profissionais que trabalham nos Institutos de Previdência dos Estados e dos Municípios, a APIMEC &#8211; Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais, juntamente com a ABIPEM &#8211; Associação Brasileira de Instituições de Previdência, implantou o Programa de Certificação de Gestores de Regime Próprio de Previdência Social (CGRPPS).&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Para melhor capacitar os profissionais que trabalham nos Institutos de Previdência dos Estados e dos Municípios, a APIMEC &#8211; Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais, juntamente com a ABIPEM &#8211; Associação Brasileira de Instituições de Previdência, implantou o Programa de Certificação de Gestores de Regime Próprio de Previdência Social (CGRPPS).</span></p>
<div id="attachment_4961" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4961" loading="lazy" class="wp-image-4961 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/07/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Saiba tudo sobre o CGRPPS"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4961" class="wp-caption-text">Conheça a mais robusta Plataforma de Gestão de Investimentos para RPPS!</p></div>
<h2><b>O que é CGRPPS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O CGRPPS é uma certificação obtida após aprovação no exame também chamado de CGRPPS. Este exame tem como objetivo a avaliação da capacidade do candidato em atuar com a função de Gestor em um Regime Próprio de Previdência Social.</span></p>
<h2><b>O que diz a lei?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="http://sislex.previdencia.gov.br/paginas/66/MPS/2008/155.htm" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Portaria nº 155 de 15 de maio de 2008</span></a><span style="font-weight: 400;">, que dispõe da regulamentação da </span><a href="http://www.bcb.gov.br/pre/normativos/res/2007/pdf/res_3506_v1_o.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 3506 de 26 de outubro de 2007</span></a><span style="font-weight: 400;">, contempla o tema em seu Artigo 2º:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Art. 2º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão comprovar junto à SPS que o responsável pela gestão dos recursos dos seus regimes próprios de previdência social tenha sido aprovado em exame de certificação organizado por entidade autônoma de reconhecida capacidade técnica e difusão no mercado brasileiro de capitais, cujo conteúdo abrangerá, no mínimo, o contido no anexo a esta Portaria. ”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, perante o Ministério da Previdência, o <a href="https://opmax.com.br/rpps/gestao-de-rpps/" target="_blank" rel="noopener">gestor do RPPS</a> deve ter uma certificação que comprove sua capacidade técnica para exercer a função de Gestor. A APIMEC, instituição que aplica a prova do CGRPPS, atende às necessidades exigidas pelo Ministério citados acima.</span></p>
<h2><b>Qual a importância de ter uma certificação?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="http://sislex.previdencia.gov.br/paginas/66/MPS/2011/519.htm" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Portaria MPS Nº 519, de 24 de agosto de 2011</span></a><span style="font-weight: 400;"> estabelece um conteúdo mínimo para capacitação de um gestor de Regime Próprio. Entre os tópicos, estão listados:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Economia e Finanças;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sistema Financeiro Nacional;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Instituições e Intermediários Financeiros;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mercado de Capitais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mercado Financeiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mercado de Derivativos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Fundos de Investimento.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação CGRPPS avalia o candidato em todos esses pontos. Ou seja, com o certificado, o indivíduo estará apto para cumprir a sua função de Gestor, conforme determina a legislação vigente.</span></p>
<h2><b>Qual a diferença com o CPA-10 e CPA-20?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O CPA-10, emitido pela ANBIMA, é necessário para profissionais que vendam ativos financeiros a investidores comuns ou a profissionais de cooperativas de crédito que precisem ser certificados para exercerem suas funções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O CPA-20, também emitido pela ANBIMA, tem seu foco em profissionais que atendam investidores qualificados: investidores institucionais, corporate ou do segmento privado, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o CGRPPS é uma certificação exclusiva para o <a href="https://opmax.com.br/artigos/gestor-de-rpps-de-sucesso/" target="_blank" rel="noopener">RPPS</a>. Como o seu próprio nome já diz, concede o título de Gestor de Regime Próprio de Previdência Social ao indivíduo que a obtém. Esta certificação contempla todos os itens de capacitação mínima exigidos pelo Ministério na </span><a href="http://sislex.previdencia.gov.br/paginas/66/MPS/2011/519.htm" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Portaria MPS Nº 519, de 24 de agosto de 2011</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Como funciona o exame?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Fundação Getúlio Vargas – FGV, é a responsável pela aplicação do exame, em nível nacional. A prova tem duração de duas horas, com 50 questões de múltipla escolha. Além dos tópicos listados acima, o exame também cobra:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Gestão do Passivo Previdenciário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Políticas de Investimento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ética e Relacionamento.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O candidato que realizar a prova e tiver um percentual de acerto igual ou superior a 50% terá direito à certificação. Após a aprovação, o indivíduo deverá solicitar a emissão do certificado na </span><a href="http://www.apimecnacional.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">página da APIMEC</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Qual a validade da certificação?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir da data em que o certificado é solicitado, o CGRPPS tem validade de 4 anos. Anualmente, porém, o detentor da certificação deverá efetuar o processo de renovação, que inclui a atualização dos dados cadastrais e o recolhimento da taxa anual de manutenção vigente.</span></p>
<h2><b>Qual o valor?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor para a obtenção da certificação é de R$260,00 para não associados da APIMEC. Para associados, o certificado pode ser feito de graça.</span></p>
<h2><b>Mais Informações</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mais informações, acessar o site da </span><a href="http://www.apimec.com.br" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">APIMEC</span></a><span style="font-weight: 400;">. Para inscrição e download das regulamentações, acessar o </span><a href="https://certpessoas.fgv.br/apimec/FreeAccess/Default.aspx" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Sistema de Certificação APIMEC/FGV</span></a><span style="font-weight: 400;">. Para informações gerais e bibliografia, acessar o </span><a href="https://certpessoas.fgv.br/apimec/Arquivos/RegulamentoAgendamentoAbipem.htm#cgrpps18" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Manual de Candidatura</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Pró-Gestão: Eficiência e segurança para o RPPS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2018 17:39:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 14 de maio de 2015, através da Portaria MPS nº 185, O Ministério da Previdência Social instituiu o Pró-Gestão, o Programa de Certificação Institucional e Modernização da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. A certificação adquirida via adoção das práticas recomendadas no Pró-Gestão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em 14 de maio de 2015, através da </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Portaria-MPS-n%C2%BA-185-de-14maio2015-publicada-1.pdf"><span style="font-weight: 400;">Portaria MPS nº 185</span></a><span style="font-weight: 400;">, O Ministério da Previdência Social instituiu o Pró-Gestão, o Programa de Certificação Institucional e Modernização da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. A certificação adquirida via adoção das práticas recomendadas no Pró-Gestão garantem ao RPPS um alto nível de eficiência e segurança em seu funcionamento. </span></p>
<h2><b>Como funciona o Pró-Gestão? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo do Pró-Gestão é incentivar os institutos a seguirem as melhores práticas institucionais, visando maior controle interno, governança e transparência. Através de seu </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/MANUAL-DO-PR%C3%93-GEST%C3%83O-RPPS-VERS%C3%83O-FINAL-2018-03-21-COM-ANEXO-5-ALTERADO.pdf"><span style="font-weight: 400;">manual</span></a><span style="font-weight: 400;"> (versão final disponibilizada em 31 de janeiro de 2018, após uma consulta pública e outra versão atualizada) os Regimes Próprios tem acesso às práticas necessárias para a conquista da certificação. Após a adoção dos processos presentes no manual, uma entidade certificadora fará a avaliação do instituto, certificando-o de acordo com o nível de aderência atingido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação do Pró-Gestão é institucional e é distinta da certificação individual (</span><a href="https://opmax.com.br/artigos/tudo-sobre-cgrpps/"><span style="font-weight: 400;">CGRPPS</span></a><span style="font-weight: 400;">, por exemplo).  O certificado individual atesta à competência e qualidade do servidor ou do gestor, enquanto a certificação institucional diz respeito às boas práticas adotadas pelo instituto.</span></p>
<h2><b>Quais as dimensões do Pró-Gestão?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">São três os pilares do programa: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Controles Internos: controles que dão certa garantia à instituição de que suas estratégias e objetivos serão atingidos. Estes devem mapear os riscos presentes nas atividades do instituto e garantir que fiquem dentro de níveis razoáveis, assegurar que os demonstrativos contábeis e financeiros sejam transparentes em relação as suas operações e certificar que ética e segurança estejam presentes nas atividades do instituto.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Governança Corporativa: conforme já abordado em </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/governanca-corporativa-dentro-de-um-rpps/"><span style="font-weight: 400;">nosso artigo sobre o tema</span></a><span style="font-weight: 400;">, a Governança Corporativa é um sistema de regras e processos que fundamentam o bom funcionamento de um RPPS. Através deste sistema, busca-se mitigar riscos (do RPPS e de seus funcionários) e aumentar a performance e segurança do trabalho do instituto. </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Educação Previdenciária: refere-se à toda capacitação e qualificação destinada aos servidores públicos e segurados. Também, diz respeito às atitudes tomadas para ações de informações de transparência do RPPS e às políticas de educação relacionada à melhora na saúde dos segurados, proporcionando melhor qualidade de vida.</span></li>
</ul>
<h2><b>O que são Processos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Pró-Gestão é baseado em processos bem definidos. Um processo é um conjunto de atividades executadas visando um objetivo. Este processo consome recursos (por exemplo, extrato bancário) e gera resultados (demonstrativos financeiros). Somente através de um bom mapeamento de todos os processos do instituto, como feito pelo Pró-Gestão, é possível identificar as melhores práticas para o RPPS adotar.</span></p>
<div id="attachment_4824" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4824" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Pró-Gestão: Eficiência e segurança para o RPPS"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4824" class="wp-caption-text">Conheça a mais robusta Plataforma de Gestão de Investimentos para RPPS!</p></div>
<h2><b>Como aderir ao Pró-Gestão?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aderir, o RPPS deve formalizar, através de seus representantes legais, a assinatura do </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/ANEXO-2-TERMO-DE-ADES%C3%83O-AO-PR%C3%93-GEST%C3%83O-RPPS.docx"><span style="font-weight: 400;">Termo de Adesão ao Pró-Gestão RPPS</span></a><span style="font-weight: 400;"> e enviá-lo à Secretaria da Previdência Do Ministério da Fazenda pelo e-mail </span><a href="mailto:progestao.rpps@previdencia.gov.br"><span style="font-weight: 400;">progestao.rpps@previdencia.gov.br</span></a><span style="font-weight: 400;">. A Secretaria anunciará em seu site os institutos que formalizaram o pedido. Após a formalização, o RPPS deve iniciar os procedimentos para a avaliação por uma entidade certificadora.</span></p>
<h2><b>Quais os níveis de aderência?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na avaliação efetuada pela entidade certificadora, esta poderá auferir ao Regime Próprio a certificação em 4 níveis: I, II, III e IV. Cada uma destas identifica diferentes níveis de aderência, ou seja, o quanto dos processos recomendados pelo manual do Pró-Gestão o RPPS adotou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De um total de 24 ações avaliadas, o ente receberá o nível I se atingir pelo menos 17 ações (70% de aderência). Para o nível II, a marca a ser atingida é de 19 ações (79% de aderência). O nível III é conquistado mediante o cumprimento de 21 ações (87% de aderência). Já o último nível, o IV, só é dado aos institutos que atingiram todas as 24 ações (100% de aderência). Ainda, para os níveis I, II e III, o nível de aderência em cada uma das três dimensões deve ser de, pelo menos, 50% das ações de cada dimensão.</span></p>
<h2><b>Por quanto tempo a certificação é válida?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação tem validade de 3 anos e deverá ser renovada ao final do período, caso seja de interesse do instituto. Durante os 3 anos da certificação, o próprio RPPS deverá fazer o monitoramento das suas atividades, visando a continuidade dos bons padrões estabelecidos na aquisição da certificação.</span></p>
<h2><b>Por que o Pró-Gestão é importante?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Através das práticas incentivadas no manual, o instituto garante a mitigação de riscos do RPPS e de seus funcionários, aumento de performance do trabalho, melhor organização interna, maior transparência e facilidade de acesso às informações relevantes e reconhecimento no seu meio (entre outros RPPS, Tribunais de Conta, Ministério Público da Previdência e outros órgãos relacionados). Embora não seja obrigatório, é uma certificação essencial para garantir que o instituto está atuando da melhor forma possível.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais? A página do Pró-Gestão do Ministério da Previdência concentra as principais informações sobre o tema. Você pode acessá-la clicando </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/regimes-proprios/pro-gestao-rpps/"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Rentabilidade Real e Taxa de Juros na Renda Fixa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 14:03:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a queda da taxa SELIC para 6,40%, os investimentos em fundos de investimentos que investem em títulos públicos federais tiveram suas rentabilidades reduzidas. O RPPS pode se perguntar se as aplicações nestes tipos de fundos de investimentos continuam sendo boas escolhas ou não. Neste artigo, esclareceremos dois pontos importantes para esta análise: Rentabilidade Real&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com a queda da taxa SELIC para 6,40%, os investimentos em fundos de investimentos que investem em títulos públicos federais tiveram suas rentabilidades reduzidas. O RPPS pode se perguntar se as aplicações nestes tipos de fundos de investimentos continuam sendo boas escolhas ou não. Neste artigo, esclareceremos dois pontos importantes para esta análise: Rentabilidade Real e Taxa de Juros.</span></p>
<h2><b>Rentabilidade Nominal e Rentabilidade Real</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A rentabilidade nominal é a que aparece no papel: o índice que demonstra o quanto o investimento aumentou ou diminuiu em um determinado período de tempo. Já a rentabilidade real é a rentabilidade nominal quando levada em conta a inflação. A rentabilidade real mede o acréscimo/decréscimo no poder de compra do investidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos utilizar o título Tesouro Selic (LFT) para esta análise. Em 2016, a SELIC variou de 14,15% para 13,65%. Em 2017, de 13,65% para 6,90%. As rentabilidades nominais, calculadas pelo </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/indicadores-anbima-familia-ima/"><span style="font-weight: 400;">IMA-S</span></a><span style="font-weight: 400;">, foram de 13,84% e 10,16%, respectivamente. Porém, levando em conta a inflação (IPCA de 6,29% em 2016 e de 2,95% em 2017) e calculando a rentabilidade real, os números são de 7,1% e 7,0%, respectivamente. Ou seja, um instituto que aplicou inteiramente em Tesouro SELIC nestes dois anos obteve praticamente o mesmo incremento na sua capacidade de poder de compra (rentabilidade real) nos dois anos, apesar das rentabilidades nominais terem sido diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A meta atuarial dos institutos sempre leva em conta algum índice de inflação (IPCA ou INPC) justamente por este motivo: para garantir que a rentabilidade real buscada pelo RPPS seja positiva, tornando as finanças do instituto cada vez mais saudáveis.</span></p>
<h2><b>Taxas de Juros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma taxa de juros é uma taxa prometida de retorno em um investimento. A taxa de juros pode ser nominal ou real (conforme visto acima). Ainda, pode-se calcular a taxa de juros efetiva, que leva em conta os gastos com a transação financeira (taxas de corretagem, emolumentos, etc.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A taxa de juros mais conhecida no mercado brasileiro é a taxa SELIC. Esta é a taxa média calculada baseando-se nos financiamentos diários do SELIC, o Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, para títulos públicos federais. O COPOM (Comitê de Política Monetária) se reúne a cada 45 dias, em sessões ordinárias às terças e quartas-feiras, para definir a meta da taxa SELIC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A taxa SELIC é utilizada como referência para todas as outras taxas de juros. Quando a SELIC, as rentabilidades dos títulos públicos aumentam. Isso faz com que as aplicações em TPF se tornem mais atraentes e, como a segurança garantida nas aplicações do Tesouro é a melhor que existe no Brasil, reduz-se, também, o interesse dos agentes econômicos em investir em aplicações mais arriscadas (como investir no próprio negócio via crédito bancário, bolsa, imóveis, etc.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o governo quer frear a economia, uma de suas políticas pode ser a de aumento da taxa SELIC. Com o aumento da taxa, os agentes econômicos tenderão a consumir e investir menos e poupar mais. Se o governo quiser acelera a economia, pode-se diminuir a taxa SELIC (exatamente como está acontecendo agora no governo Michel Temer). Dessa forma, os agentes tendem a consumir e investir mais, aumentando o nível econômico do país.</span></p>
<div id="attachment_4824" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4824" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Rentabilidade Real e Taxa de Juros na Renda Fixa"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4824" class="wp-caption-text">Fale com um de nossos especialistas e conheça nossa plataforma para RPPS!</p></div>
<h2><b>Como a rentabilidade dos investimentos está ligada à taxa de juros?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os fundos de renda fixa que compõem a maior parte dos fundos investidos por Regimes Próprios, a composição de suas carteiras é baseada em títulos públicos federais. Dessa forma, como mostrado acima, a taxa SELIC está inteiramente ligada às suas rentabilidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil era o &#8220;país da renda fixa&#8221; em 2016 e 2017. Não fazia muito sentido investir em aplicações mais arriscadas, pois a renda fixa estava devolvendo 7% de rentabilidade real ao ano no seu investimento mais seguro (Tesouro SELIC). Em 2018, com a SELIC mais baixa e a inflação controlada, a renda fixa perdeu um pouco de sua rentabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos fazer uma aproximação da rentabilidade do Tesouro SELIC para 2018. Segundo o </span><a href="https://www.bcb.gov.br/pec/GCI/PORT/readout/R20180329.pdf"><span style="font-weight: 400;">Boletim Focus de 29/03/2018</span></a><span style="font-weight: 400;">, a expectativa do mercado para o IPCA em 2018 é de 3,54% e a expectativa para a SELIC no final do ano é de 6,25% (praticamente igual a atual, de 6,40%). Utilizando esses dados, chegamos a estimativa de rentabilidade real de aproximadamente 2,6%, bem inferior aos 7% devolvidos em 2016 e 2017.</span></p>
<h2><b>Como posso melhorar minha rentabilidade real em tempos de SELIC baixa?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aumentar a rentabilidade real, é necessária uma posição mais agressiva na carteira de investimentos. Essa posição pode ser alcançada com títulos públicos com maior volatilidade, porém que paguem acima do Tesouro SELIC: NTN-B, LFT, NTN-F. Abrir a carteira para renda variável também pode ser uma saída, mas sempre com cautela: o </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/porque-adotar-processo-gestao-de-riscos/"><span style="font-weight: 400;">risco</span></a><span style="font-weight: 400;"> envolvido na renda variável é bem maior que nos fundos de renda fixa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma outra boa opção é o corte de gastos. Investir diretamente em títulos públicos federais isentam o RPPS das taxas de administração de fundos de investimentos. No lugar, os institutos pagam uma baixa taxa de custódia para um agente regulamentado. </span></p>
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		<title>Equilíbrio financeiro e equilíbrio atuarial: por que eles são tão importantes para um RPPS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 18:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
		<category><![CDATA[atuarial]]></category>
		<category><![CDATA[cálculo]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o bom funcionamento de um Regime Próprio, onde todos os benefícios para os segurados sejam garantidos e onde os gestores possam trabalhar com segurança, é fundamental que boas práticas financeiras e atuariais sejam seguidas. O norte para estas práticas é a constante busca pelo equilíbrio financeiro e equilíbrio atuarial, dois patamares importantíssimos para a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Para o bom funcionamento de um Regime Próprio, onde todos os benefícios para os segurados sejam garantidos e onde os gestores possam trabalhar com segurança, é fundamental que boas práticas financeiras e atuariais sejam seguidas. O norte para estas práticas é a constante busca pelo equilíbrio financeiro e equilíbrio atuarial, dois patamares importantíssimos para a boa saúde do RPPS.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Equilíbrio Financeiro. O que é?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Equilíbrio Financeiro é a garantia de que as despesas de um exercício serão plenamente financiadas com as receitas deste mesmo exercício. É um patamar necessário para o RPPS atingir, garantindo que não ocorrerão déficits no curto prazo. O Equilíbrio Financeiro, gera tranquilidade aos gestores e aos segurados por estarem vendo o fundo prosperando de maneira saudável.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Equilíbrio Atuarial. O que é?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Muito parecido com o Equilíbrio Financeiro, é a garantia de que as receitas previdenciárias cobrirão as despesas previdenciárias, porém no longo prazo. O fluxo entre receitas e despesas deve ser avaliado a valor presente. O atingimento do Equilíbrio Atuarial exige um maior estudo estratégico do que o Equilíbrio Financeiro, pois lida com um maior número de variáveis em um maior período de tempo. O Equilíbrio Atuarial é atingido por meio de um correto cálculo atuarial e de uma estratégia adequada para manutenção da situação positiva ou correção de déficit.</span></p>
<div id="attachment_4824" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4824" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Equilíbrio financeiro e equilíbrio atuarial: por que eles são tão importantes para um RPPS?"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4824" class="wp-caption-text">Fale com um de nossos especialistas e conheça nossa plataforma para RPPS!</p></div>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é cálculo atuarial?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ferramenta de extrema importância, o cálculo atuarial é o resultado, obtido através de técnicas estatísticas e conceitos econômico-financeiros, que demonstra se o instituto está tendo superávit ou déficit financeiro. Aponta, também, qual deve ser o valor das contribuições pelos contribuintes no presente para cobrir as despesas pagas aos segurados no presente e no futuro e para financiar os gastos administrativos do próprio Regime Próprio. O Cálculo Atuarial é a base para a escolha de uma adequada alíquota de contribuição. É de extrema importância que a alíquota escolhida respeite o resultado do cálculo, por mais que os segurados possam se demonstrar insatisfeitos com o percentual da contribuição. O Cálculo Atuarial é a garantia de que o fundo terá uma vida longa e próspera, proporcionando aposentadoria e pensões a todos os contribuintes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É obrigatório que todos os institutos efetuem, no início do ano, um cálculo atuarial a ser executado por profissional capacitado, um atuário. O cálculo deve ser atualizado anualmente pois as variáveis para este mudam constantemente: expectativa de vida, idade dos segurados, evolução salário, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma política de gestão voltada a atingir os equilíbrios fiscal e atuarial requer uma constante atualização dos servidores, os quais devem ser capacitados a investir as contribuições em todas as diversas situações apresentadas pelo cálculo atuarial.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que diz a lei?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/725531.pdf"><span style="font-weight: 400;">Emenda Constitucional n.º 20/1998</span></a><span style="font-weight: 400;"> determinou que todos os regimes de previdência em vigência no Brasil &#8211; tanto os RGPS quanto o RPPS, devem ser regidos dos pelos princípios do equilíbrio financeiro e equilíbrio atuarial:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo, perante a Constituição Federal, os Regimes Próprios devem buscar o equilíbrio financeiro e atuarial.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Devo informar os resultados ao MPS?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Conforme mostrado no nosso artigo sobre </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/demonstrativos-obrigatorios-conheca-todos-os-demonstrativos-exigidos-pelo-mps/"><span style="font-weight: 400;">Demonstrativos Obrigatórios do MPS</span></a><span style="font-weight: 400;">, o Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial – DRAA é um documento exclusivo de cada Regime Próprio, o qual contempla, de forma resumida, os principais resultados da avaliação atuarial. Este demonstrativo deve ser entregue até o dia 31 de março do exercício a que se refere o cálculo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que fazer caso o Regime Próprio apresente déficit?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso o RPPS apresente déficit, é de suma importância que o Instituto reverta a situação o mais rápido possível. Para isso, quatro áreas devem ter enfoque: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Averiguação do nível do déficit passado, medido através do cálculo atuarial; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Implantação de alíquotas de contribuição condizentes com a correção da situação no longo prazo. Maiores contribuições podem ser necessárias para corrigir um problema gerado no passado e evitar novas adversidades no futuro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Elaboração de uma política de investimentos ajustada para uma maior rentabilidade no longo prazo, possivelmente se baseando mais em </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/indicadores-anbima-familia-ima/"><span style="font-weight: 400;">indicadores de rentabilidade de longo prazo</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ajuste fiscal nas contas do instituto. Como as despesas do Regime Próprio são custeadas pelas receitas do próprio fundo, é de extremo valor a conferência da existência de gastos desnecessários.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a reversão da situação só será possível com o envolvimento engajado de todos os servidores e estes estejam plenamente capacitados para enfrentar a situação. Certificados como o </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/tudo-sobre-cgrpps/"><span style="font-weight: 400;">CGRPPS</span></a><span style="font-weight: 400;"> fornecem os insumos necessários para lidar com este tipo de problema. É importante, também, que o princípio da transparência esteja presente durante o processo. Os segurados devem saber, de maneira clara, da situação do fundo e de quais medidas estão sendo tomadas para a correção do problema.</span></p>
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		<title>Principais indicadores financeiros para acompanhar de perto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 20:13:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Sharpe]]></category>
		<category><![CDATA[VaR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mundo das aplicações financeiras, o Regime Próprio tem uma característica peculiar em relação aos outros fundos: ele gere contribuições obrigatórias de terceiros. Ou seja, em um fundo de pensão privado, por exemplo, o participante pode optar pela entrada ou pela saída do fundo se entender ser o mais adequado para o seu dinheiro. Já&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">No mundo das aplicações financeiras, o Regime Próprio tem uma característica peculiar em relação aos outros fundos: ele gere contribuições obrigatórias de terceiros.</p>
<p style="text-align: left;">Ou seja, em um fundo de pensão privado, por exemplo, o participante pode optar pela entrada ou pela saída do fundo se entender ser o mais adequado para o seu dinheiro.</p>
<p style="text-align: left;">Já em um RPPS, a situação não funciona assim. Os contribuintes são obrigados, por lei, a efetuar a contribuição.</p>
<p style="text-align: left;">Por este motivo, a tarefa de gestão de investimentos de um Regime Próprio exige uma responsabilidade ainda maior por conta de seus gestores.</p>
<p style="text-align: left;"><!--{cke_protected}%3Cmeta%20charset%3D%22utf-8%22%20%2F%3E--></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Para auxiliar na gestão do capital, podemos sempre utilizar de recursos estatísticos para avaliar e comparar ativos de investimento. Abaixo, listaremos brevemente três potentes indicadores: Volatilidade, VaR e Sharpe.</p>
<h2 dir="ltr" style="text-align: left;">Principais indicadores financeiros para gestão de investimentos:</h2>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;">1. Volatilidade</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A volatilidade, quando aplicada às finanças, é a medida estatística da dispersão dos retornos para um dado ativo financeiro em um dado período de tempo. Ela mede o quão distante do retorno esperado (retorno médio) o retorno do ativo está.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Ou seja, é por meio da volatilidade que estima a quantia de incerteza sobre a rentabilidade de um ativo financeiro. Quanto maior a volatilidade, maior a incerteza e, consequentemente, maior o risco.</p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;">Como a volatilidade é calculada?</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A forma mais comum de calcular-se a volatilidade é via o desvio-padrão. A partir de uma série histórica de cotas, calcula-se o quão distante os retornos dos ativos estão em relação ao retorno médio das cotas para esse determinado período de tempo.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Outra forma de calcular-se a volatilidade é via o conceito de variância, que é o desvio-padrão elevado ao quadrado.</p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;">Aplicação da volatilidade na gestão de investimentos</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Ações têm uma alta volatilidade: o preço de uma ação pode subir ou cair vários pontos percentuais em um único dia. Em títulos públicos federais, a NTN-B (especialmente as com vencimentos mais longos) possuem alta volatilidade, com seu preço de mercado podendo flutuar consideravelmente fora da curva ao longo dos dias.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Um exemplo de um ativo com baixa volatilidade é o Tesouro Selic (LFT): como seu rendimento está atrelado à Taxa Selic, que é fixada a cada 45 dias, e a um pequeno ágio ou deságio, também fixo na hora da compra, não existem variáveis que façam o preço de mercado deste título flutuar.</p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;">2. VaR</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O VaR (do inglês, Value at Risk, Valor em Risco) é uma medida estatística utilizada para medir o nível de risco de um ativo financeiro sobre um determinado período de tempo.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O Value at Risk é utilizado para calcular qual é a perda máxima esperada do ativo em questão em um determinado horizonte de tempo e atrelada a um determinado intervalo de confiança.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Por exemplo, se o VaR de um fundo para 1 dia com 99% de confiança é de R$500.000,00, isso significa que a perda máxima prevista para acontecer no período de tempo correspondente a um dia, com 99% de confiança, é de R$500.000,00.</p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;">Como o VaR é calculado?</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O valor do VaR é encontrado ao multiplicar-se o desvio-padrão (que é uma das formas de se calcular a volatilidade, como apresentado acima) de uma série de cotas históricas pelo chamado Fator Z. Esse fator é definido pela função inversa da função distribuição acumulada da distribuição normal, para o índice de confiança escolhido (normalmente, 90%, 95% ou 99%).</p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;">Aplicação do VaR na gestão de investimentos</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O Value at Risk é uma importante métrica para se utilizar na compra de um fundo para medir o seu risco. Quanto mais alto o VaR, maior o risco. Quanto menor o VaR, menor o risco. Lembrando que, costumeiramente, <a href="https://opmax.com.br/artigos/diversificacao-de-carteira-porque-ela-e-tao-importante-na-gestao-de-investimentos/" data-cke-saved-href="https://opmax.com.br/artigos/diversificacao-de-carteira-porque-ela-e-tao-importante-na-gestao-de-investimentos/">maiores retornos estão atrelados a maiores riscos</a>.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Se um fundo possui rentabilidade maior que a média, é possível que também tenha um VaR maior que os demais fundos. O VaR, auxiliado à volatilidade, auxilia na escolha do montante a se aplicar em um fundo, para não incorrer de o instituto ter perdas muito grandes em determinados períodos de tempo.</p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223"><img  title="" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full aligncenter" src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Principais indicadores financeiros para acompanhar de perto"  width="700" height="223" /></a></h3>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;">3. Índice de Sharpe</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O índice Sharpe foi criado pelo ganhador do prêmio Nobel de Economia William Forsyth Sharpe. Esta métrica indica qual foi o prêmio, ou seja, qual foi retorno médio ganho em excesso quando comparado à um ativo livre de risco.</p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;">Como o Índice de Sharpe é calculado</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A fórmula de cálculo desse índice leva em conta a rentabilidade histórica do ativo e a rentabilidade histórica do ativo livre de risco, para o mesmo determinado período de tempo.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Um Sharpe que resulte em 1.00 significa que o ativo rendeu exatamente o que o IMA-S rendeu. Um valor superior a 1.00 representa que houve um prêmio, um excesso de retorno em relação ao IMA-S. Um valor inferior a 1.00 indica que o ativo rentabilizou menos do que o IMA-S. O Sharpe é, então, um importante índice na análise do risco de uma ativo financeiro.</p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;">Aplicação do Índice de Sharpe na gestão de investimentos</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">É comum a utilização da rentabilidade do CDI como rentabilidade do ativo livre de risco no cálculo do Sharpe. Tecnicamente falando, isso representa um erro, pois o CDI não é acessível diretamente aos Regimes Próprios.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Os institutos conseguem investir em fundos indexados ao CDI, mas nunca diretamente em CDI. Uma métrica mais correta em se utilizar é o IMA-S (que representa o somatório de todos os papéis do Tesouro Selic).</p>
<h2 dir="ltr" style="text-align: left;">Métricas e indicadores são o pilar para uma boa gestão de investimentos</h2>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Nosso objetivo neste artigo foi apresentar brevemente estes três indicadores importantíssimos na gestão de investimentos de um RPPS.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Nos próximos textos, detalharemos mais sobre estas medidas, com exemplos práticos para facilitar o entendimento. Fique ligado!</p>
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		<title>Demonstrativos Obrigatórios: Conheça todos os demonstrativos exigidos pelo MPS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 20:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
		<category><![CDATA[demonstrativos obrigatórios]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[MPS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Previdência Social, exercendo sua função de regular e de monitorar o trabalho dos Regimes Próprios, exige que uma série de demonstrativos sejam enviados pelos institutos durante o decorrer de todo ano, cada um com uma periodicidade e propósito diferente. Para isso, o MPS disponibiliza o Sistema de Informações dos Regimes Públicos de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Ministério da Previdência Social, exercendo sua função de regular e de monitorar o trabalho dos Regimes Próprios, exige que uma série de demonstrativos sejam enviados pelos institutos durante o decorrer de todo ano, cada um com uma periodicidade e propósito diferente. Para isso, o MPS disponibiliza o Sistema de Informações dos Regimes Públicos de Previdência Social &#8211; CADPREV, em suas duas instâncias: web, e ente local.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Todos os relatórios têm como um de seus objetivos aumentar a transparência dos Regimes Próprios, já que são acessíveis pelo público via CADPREV-Web.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Quais são os demonstrativos exigidos?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Os demonstrativos exigidos pelo MPS são: </span></p>
<ul style="text-align: left;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">DAIR &#8211; Demonstrativo de Aplicações e Investimentos de Recursos; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">DIPR &#8211; Demonstrativo de Informações Previdenciárias e Repasses; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">DRAA &#8211; Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">DPIN &#8211; Demonstrativo da Política de Investimentos e</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Demonstrativos Contábeis.</span></li>
</ul>
<h2 style="text-align: left;"><b>DAIR</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Demonstrativo de Aplicações e Investimentos de Recursos – DAIR, que foi completamente modificado em 2017 visando dar efetividade à </span><a href="http://sislex.previdencia.gov.br/paginas/66/MPS/2013/440.htm"><span style="font-weight: 400;">Portaria MPS nº 440/2013</span></a><span style="font-weight: 400;">, é uma fotografia mensal da carteira do RPPS. O documento deve ser enviado mensalmente e contém informações relevantes do ente, unidade gestora, membros da </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/governanca-corporativa-dentro-de-um-rpps/"><span style="font-weight: 400;">governança</span></a><span style="font-weight: 400;"> (colegiado deliberativo, </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/comite-de-investimentos/"><span style="font-weight: 400;">comitê de investimentos</span></a><span style="font-weight: 400;">, conselho fiscal e gestão de recursos) com suas devidas certificações (</span><a href="http://www.apimec.com.br/apimec/show.aspx?id_canal=1734&amp;id_materia=12926"><span style="font-weight: 400;">CGRPPS</span></a><span style="font-weight: 400;">, por exemplo), credenciamento de fundos e de instituições financeiras, formas de gestão e contratos, atas de reuniões com seus locais e datas de ocorrência, todas as APRs com seus devidos atores e descrições, alocações dos recursos em seus respectivos enquadramentos, entre outros. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>DIPR</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Demonstrativo de Informações Previdenciárias e Repasses – DIPR, tem seu envio de forma bimestral e consta com informações referentes ao ente, unidade gestora, remunerações e base de cálculo, ingressos de recursos (contribuições, aportes, entre outros) e dados referentes à utilização destes recursos pelo Regime Próprio.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>DRAA</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O DRAA – Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial, de envio anual, é o documento que engloba as informações referentes as características gerais do plano e os principais resultados da avaliação atuarial. Este relatório deve ser entregue até o dia 31/03 do exercício anterior. Em seu conteúdo, são listados os dados do cálculo atuarial e do atuário responsável.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O cálculo atuarial é o instrumento que mensura as obrigações do Plano de Benefícios e forma o Plano de Custeio, para a manutenção do equilíbrio financeiro e atuarial dos RPPSs.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>DPIN</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Conforme o Art.1º da </span><a href="http://sislex.previdencia.gov.br/paginas/66/MPS/2011/519.htm"><span style="font-weight: 400;">Portaria MPS nº 519/2011</span></a><span style="font-weight: 400;">: “A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, em relação a seus Regimes Próprios de Previdência Social &#8211; RPPS, comprovarão a elaboração da política anual de investimentos de que trata a Resolução do Conselho Monetário Nacional &#8211; CMN, que dispõe sobre a aplicação dos recursos dos RPPS, mediante o envio à Secretaria de Políticas de Previdência Social &#8211; SPPS, do Demonstrativo da Política de Investimentos – DPIN.”. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O DPIN é um demonstrativo de envio anual, entregue sempre no ano anterior com os dados referentes ao exercício do ano seguinte. O demonstrativo contempla alguns dados presentes no DAIR, como dados referentes ao ente, unidade gestora e membros da governança. Indica, também, a meta de rentabilidade, um resumo analítico de diversas avaliações técnicas e financeiras, modelos e metodologias relevantes ao RPPS, as estratégias de alocação, distribuindo os recursos entre os enquadramentos da Resolução 3.922 e as estratégias descritivas para cada um dos enquadramentos. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Até o momento de publicação deste artigo, o MPS ainda não disponibilizou a planilha com os enquadramentos dos fundos perante a </span><a href="http://www.bcb.gov.br/pre/normativos/busca/downloadNormativo.asp?arquivo=/Lists/Normativos/Attachments/50452/Res_4604_v1_O.pdf"><span style="font-weight: 400;">Resolução 4.604/2017</span></a><span style="font-weight: 400;">, que modificou as possíveis alocações e os seus respectivos percentuais. O CADPREV-Ente Local também ainda contempla apenas os enquadramentos da </span><a href="http://www.bcb.gov.br/pre/normativos/busca/downloadNormativo.asp?arquivo=/Lists/Normativos/Attachments/49510/Res_3922_v3_P.pdf"><span style="font-weight: 400;">Resolução 3.922/2010</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-demonstrativos-obrigatorios-conheca-todos-os-demonstrativos-exigidos-pelo-mps&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223"><img  title="" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full aligncenter" src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Demonstrativos Obrigatórios: Conheça todos os demonstrativos exigidos pelo MPS"  width="700" height="223" /></a></h3>
<h2 style="text-align: left;"><b>Demonstrativos Contábeis</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Com envios mensais e semestrais, são exigidos cinco demonstrativos contábeis:</span></p>
<ul style="text-align: left;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Balanço Orçamentário (BO);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Balanço Financeiro (BF);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Balanço Patrimonial (BP);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP) e</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Balancete de Verificação / Contábil / Analítico (de forma complementar).</span></li>
</ul>
<h2 style="text-align: left;"><b>Como fazer os demonstrativos e enviar?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O DAIR, DPIN, DRAA e DIPR podem ser feitos diretamente no CADPREV-Ente Local ou em plataformas externas que permitam a geração dos arquivos. Os arquivos são feitos em formato XML e, posteriormente, devem ser enviados ao MPS via site, utilizando-se da instância </span><a href="http://cadprev.previdencia.gov.br/Cadprev/faces/pages/index.xhtml"><span style="font-weight: 400;">CADPREV-Web.</span></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Os demonstrativos contábeis também devem ser enviados via CADPREV-Web, mas a sua confecção se dá através de modelos disponibilizados pelo MPS. Todos os layouts podem ser baixados clicando </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/regimes-proprios/demonstrativos-rpps/contabilidade-rpps/quais-sao-os-modelos-dos-demonstrativos-contabeis-de-acordo-com-o-mcasp/"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Os prazos de envios são fundamentos na </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/perguntas-frequentes/portaria-mps-no-204/"><span style="font-weight: 400;">Portaria MPS nº 204/2008</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Mais informações</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A página do Ministério dedicada aos demonstrativos contém informações mais detalhadas sobre os demonstrativos exigidos. Para visualizar, </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/regimes-proprios/demonstrativos-rpps/"><span style="font-weight: 400;">acesse aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
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		<title>A importância do comitê de investimentos dentro de um fundo previdenciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 20:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
		<category><![CDATA[comitê de investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[fundo previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[rpps]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em se tratando de fundos previdenciários, aumentar a governança, melhorar a tomada de decisões pelos agentes decisórios e fortalecer a confiança dos segurados quanto à administração dos recursos investidos é mais do que essencial. Uma das principais ferramentas para atingir este objetivo é através do órgão interno chamado de Comitê de Investimentos. O que é&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Em se tratando de fundos previdenciários, aumentar a governança, melhorar a tomada de decisões pelos agentes decisórios e fortalecer a confiança dos segurados quanto à administração dos recursos investidos é mais do que essencial. Uma das principais ferramentas para atingir este objetivo é através do órgão interno chamado de Comitê de Investimentos.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>O que é um Comitê de Investimentos?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Comitê de Investimentos é um grupo de pessoas com conhecimento na área econômico-financeira, que presta uma assessoria, em caráter consultivo, aos tomadores de decisão de um fundo de investimentos. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Em um Regime Próprio de Previdência Privada, o comitê de investimentos auxilia os membros do Colegiado Deliberativo, para estes definirem deliberações referentes à alocação do capital financeiro do fundo previdenciário.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Todo RPPS precisa de um Comitê de Investimentos?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Sim. Todo Regime Próprio, independente da forma de sua constituição, deve possuir um Comitê de Investimentos. Essa exigência parte do Ministério da Previdência Social, na </span><a href="http://sislex.previdencia.gov.br/paginas/66/MPS/2013/307.htm"><span style="font-weight: 400;">Portaria nº 440</span></a><span style="font-weight: 400;">, de 09 de outubro de 2013 (que alterou a </span><a href="http://sislex.previdencia.gov.br/paginas/66/MPS/2011/519.htm"><span style="font-weight: 400;">Portaria nº 519</span></a><span style="font-weight: 400;"> de 24 de outubro de 2011) em seu artigo terceiro:</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">“Art. 3º -A A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão comprovar à SPPS que seus RPPS mantêm Comitê de Investimentos, participante do processo decisório quanto à formulação e execução da política de investimentos.”</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Como trabalha um Comitê de Investimentos?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Comitê de Investimentos realiza encontros periódicos onde é discutido como o fundo poderá alcançar os objetivos traçados no final do ano anterior na política de investimentos para o ano em exercício. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Seus membros devem avaliar o desempenho da carteira do instituto, compará-la com os objetivos da política de investimentos e avaliar se mudanças devem ser feitas ou não.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Por isso, dentre demais atribuições, é necessário que o Comitê de Investimentos domine  seguintes assuntos: </span></p>
<ul style="text-align: left;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Legislação vigente para o setor previdenciário e de investimentos &#8211; principalmente portarias e resoluções que envolvam o RPPS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Política de investimentos do RPPS, atentando-se a estratégia definida para o ano, que engloba, entre outros, os limites de alocação em cada enquadramento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Situação do cenário macroeconômico, como as variáveis como IPCA, INPC, SELIC, preço de ativos e commodities, mercado internacional, entre outros;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Cenário político e institucional do país, e como as suas alterações podem afetar a economia; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Indicadores e expectativas de mercado &#8211; como, por exemplo, os indicadores da ANBIMA, Relatório FOCUS, entre outros.</span></li>
</ul>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-comite-de-investimentos&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223"><img  title="" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full aligncenter" src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 A importância do comitê de investimentos dentro de um fundo previdenciário"  width="700" height="223" /></a></h3>
<h2 style="text-align: left;"><b>Quem pode fazer parte do Comitê de Investimentos em um RPPS?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O MPS prevê que a composição do Comitê seja estabelecida em ato normativo pelo ente federativo (União, Estados, Distrito Federal ou Municípios), desde que atenda a alguns requisitos. Entre eles, podemos citar:</span></p>
<ul style="text-align: left;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os membros devem ser vinculados ao ente federativo ou ao Regime Próprio;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Deve ser estabelecida a previsão de periodicidade de reuniões do Comitê;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">As decisões devem ser todas registradas em atas e previsão de acessibilidade às informações das movimentações financeiras deve ser divulgada. Esta acessibilidade melhora a transparência do RPPS, aumentando assim o seu nível de </span><a href="https://web.opmax.com.br/artigos/governanca-corporativa-dentro-de-um-rpps/"><span style="font-weight: 400;">governança corporativa</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A Secretária da Previdência também exige que, para os Regimes Próprios com patrimônios superiores a R$5.000.000,00, 50% + 1 dos membros do Comitê tenham certificações de instituições habilitadas que comprovem suas capacidades para atuar no mercado financeiro. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Dentre as certificações, estão a CPA-10 e CPA-20 da ANBIMA e a </span><a href="http://www.apimec.com.br/apimec/show.aspx?id_canal=1734&amp;id_materia=12926"><span style="font-weight: 400;">CGRPPS </span></a><span style="font-weight: 400;">da APIMEC. As certificações têm como objetivo comprovar a qualificação técnica dos profissionais envolvidos na tomada de decisões financeiras.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Qual a diferença entre o Colegiado Deliberativo e o Comitê de Investimentos?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Colegiado Deliberativo é um órgão formado por membros do RPPS que tem a função de tomar as decisões referente aos investimentos e desinvestimentos do fundo. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Já o Comitê de Investimentos tem apenas função consultiva, com o objetivo de auxílio na tomada de decisões, sem ter o poder de tomada de decisões.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Porque a atuação do Comitê de Investimentos é tão importante?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Dentre todos os benefícios que o comitê de investimento traz ao RPPS, o maior delas está na melhora na dos processos de tomadas de decisão do instituto. Como analogia, no âmbito jurídico, um juiz precisa de assessores consultivos na tomada de suas decisões para assuntos que extrapolem o seu conhecimento (por exemplo, laudos técnicos de um automóvel para julgar se a montadora é responsável ou não por um acidente automotivo que tenha ocorrido). Ao ter o laudo dos consultores, o juiz tem uma base técnica sólida para trabalhar e tomar uma melhor decisão. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O mesmo fato acontece com os RPPSs. O Colegiado Deliberativo faz o papel de juiz e o Comitê de Investimentos de consultor. Com o parecer do Comitê, o Colegiado tem, então, boa base técnica para nortear suas decisões. Também, pelo Comitê ser montado por pessoas capacitadas, a sua análise terá como objetivos melhorar o “risco x retorno” dos investimentos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Em suma, o Comitê de Investimentos traz uma maior governança ao Regime Próprio e, quanto maior governança, maior a segurança para o próprio RPPS e para os segurados. </span></p>
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		<title>Indicadores ANBIMA – Família IMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 23:14:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
		<category><![CDATA[ANBIMA]]></category>
		<category><![CDATA[família IMA]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os indicadores da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, a ANBIMA, formam um grupo de poderosas métricas para nortear e gerir os investimentos do seu instituto. Dentre os índices fornecidos, estão os da família IMA (Índices de Mercado ANBIMA), que demonstram a dívida pública marcada a preços de mercado de uma&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os indicadores da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, <a href="http://www.anbima.com.br/" data-cke-saved-href="http://www.anbima.com.br/">a ANBIMA</a>, formam um grupo de poderosas métricas para nortear e gerir os investimentos do seu instituto.</p>
<p><!--{cke_protected}%3Cmeta%20charset%3D%22utf-8%22%20%2F%3E--></p>
<p dir="ltr">Dentre os índices fornecidos, estão os da família <a href="http://www.anbima.com.br/pt_br/informar/ferramenta/precos-e-indices/ima.htm" data-cke-saved-href="http://www.anbima.com.br/pt_br/informar/ferramenta/precos-e-indices/ima.htm">IMA (Índices de Mercado ANBIMA)</a>, que demonstram a dívida pública marcada a preços de mercado de uma carteira de títulos públicos federais.</p>
<p dir="ltr">Conheça um pouco sobre cada um deles no artigo de hoje.</p>
<h2 dir="ltr">O que são os Índices de Mercado ANBIMA?</h2>
<p>O IMA (Índices de Mercado ANBIMA) é uma família de índices de renda fixa que, por meio dos preços de mercado de uma carteira de títulos públicos federais, representam os investimentos em dívida pública.</p>
<p>Os subíndices do IMA são determinados pelos indexadores aos quais os títulos são atrelados:</p>
<ul>
<li>IRF-M (prefixados)</li>
<li>IMA-B (indexados pelo IPCA)</li>
<li>IMA-C (indexados pelo IGP-M)</li>
<li>IMA-S (pós-fixados pela taxa Selic)</li>
<li>IMA-Geral</li>
</ul>
<h2 dir="ltr">Indicadores Prefixados</h2>
<p dir="ltr">Os indicadores prefixados (IRF) representam uma carteira de títulos públicos federais composta exclusivamente pelos títulos Tesouro Prefixado (LTN) e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTNF). Ambos possuem taxas de rentabilidade pactuadas no momento da compra, de onde advém a sua classificação. Dentre as suas subdivisões, estão o IRF-M (contém todos os títulos), o IRF-M 1 (contém os títulos que possuem vencimento em até um ano) e o IRF-M 1+ (títulos que possuem vencimento em mais de 1 ano).</p>
<p dir="ltr">Uma particularidade destes títulos é que seu valor de venda na data do vencimento sempre será de R$1000,00. Para conseguir atender a esta necessidade, o Tesouro exerce um controle, fazendo com que os títulos mais curtos (de vencimento em até um ano, como os que compõem o IRF-M 1) tenham sua rentabilidade bastante estável durante o período.</p>
<p dir="ltr">Por esses índices terem suas taxas conhecidas na data da compra e, caso sejam levados a vencimento (como é extremamente comum em Regimes Próprios), suas rentabilidades são garantidas na data da venda (caso sejam vendidos antes, sua precificação será dada a mercado, o qual sofre oscilações durante a vida do título), estes podem servir como benchmark de uma rentabilidade conservadora de longo prazo, em uma carteira de investimentos de um RPPS.</p>
<h2 dir="ltr">Indicadores Pós-fixados – SELIC</h2>
<p dir="ltr">O índice pós-fixado (IMA-S) é composto por todos os títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, atrelados à taxa SELIC (Tesouro SELIC (LFT)). Apesar de existirem diferentes vencimentos para esses títulos, não existem subdivisões para este índice.</p>
<p dir="ltr">O IMA-S é o índice que mais se aproxima da taxa DI, divulgada pela CETIP. Porém, vale ressaltar que este indicador sofre os efeitos dos ágios e deságios aos quais estão sujeitas as LFTs, podendo haver períodos em que este se afaste da taxa DI.</p>
<p dir="ltr">Como a taxa SELIC é fixa por 45 dias, fazendo com que sua rentabilidade seja constante por este período, sem oscilações, e suas variações pré-datadas podem ser previstas com certa chance de acerto, o IMA-S é um bom benchmark de rentabilidade conservadora de curto prazo na carteira de um RPPS.</p>
<h2 dir="ltr">Indicadores Indexados – IPCA e IGP-M</h2>
<p dir="ltr">Os indicadores indexados (IMA-B e IMA-C) são formados por uma carteira teórica de títulos indexados ao IPCA (Tesouro IPCA+ (NTNB Principal) e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTNB) ou ao IGP-M (Tesouro IGPM+ (NTNC), as duas taxas de inflação mais utilizadas do Brasil.</p>
<p dir="ltr">Esses títulos mesclam um pouco das características dos prefixados e dos pós-fixados, pois contam com uma taxa pactuada no momento da compra, mais o acréscimo referente ao índice de inflação.</p>
<p dir="ltr">No ramo dos IMA-B, existem o IMA-B (todos os títulos indexados ao IPCA), o IMA-B 5 (somente os títulos indexados ao IPCA com vencimento em até 5 anos) e o IMA-B 5+ (títulos com vencimento superior a 5 anos).</p>
<p dir="ltr">O IMA-C atualmente não tem subdivisões, sendo o seu índice a representação de uma carteira composta por todos os títulos emitidos pelo Tesouro Nacional indexados ao IGP-M. Vale lembrar que o Tesouro não mais emite este título. Portanto, é normal que o seu instituto não o encontre disponível para compra.</p>
<p dir="ltr">Esses títulos tendem a ter seus vencimentos mais longos e contam com a incerteza de como serão os índices de inflação no futuro. O IMA-B 5+, por exemplo, já contou com volatilidades quase iguais as da bolsa de valores de São Paulo, a BOVESPA. Por esses fatores, podemos dizer que esses índices servem de benchmark para uma parte mais agressiva e de longo prazo na carteira de investimentos.</p>
<h2 dir="ltr">Indicadores Gerais</h2>
<p dir="ltr">Existem dois indicadores gerais: IMA-Geral e IMA-Geral ex-C.</p>
<p dir="ltr">O primeiro é calculado através de uma média ponderada do IMA-B, IMA-C, IMA-S e IRF-M. O segundo segue o mesmo raciocínio, mas não considera o IMA-C, sendo composto somente pelo IMA-B, IMA-S e IRF-M.</p>
<p dir="ltr">Os indicadores gerais podem ser utilizados como benchmark de uma carteira diversificada em renda fixa, pois englobam títulos de variados prazos e volatilidades. E, conforme demonstrado no nosso artigo de diversificação de carteira, uma carteira diversificada é uma carteira protegida contra as oscilações do mercado.</p>
<h2 dir="ltr">Como esses indicadores podem ajudar na gestão de investimentos da RRPS?</h2>
<p dir="ltr">Esses indicadores servem como benchmarks para a carteira do seu Regime Próprio. As segregações dos indicadores fornecem importantes métricas de renda fixa, para investimentos de curto e de longo prazo, conservadores e agressivos.</p>
<p dir="ltr">Como vários fundos de investimentos de renda fixa buscam suas rentabilidades nesses índices, o conhecimento sobre eles é importantíssimo para a tomada de decisões de investimentos do seu RPPS. Para mais informações sobre a metodologia de cálculo dos índices, clique <a href="http://www.anbima.com.br/data/files/C8/72/DF/25/07C885104D66888568A80AC2/Metodologia_IMA_fechamento%5B1%5D.pdf" data-cke-saved-href="http://www.anbima.com.br/data/files/C8/72/DF/25/07C885104D66888568A80AC2/Metodologia_IMA_fechamento%5B1%5D.pdf">aqui</a> e confira o material disponibilizado pela ANBIMA sobre o assunto.</p>
<p dir="ltr">Até a próxima!</p>
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		<title>Governança Corporativa dentro de um Fundo Previdenciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2018 03:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A governança corporativa é um sistema de regras e processos fundamentais para o bom funcionamento de um RPPS. Através deste sistema, busca-se mitigar riscos (do RPPS e de seus funcionários) e aumentar a performance e segurança do trabalho do instituto. A Governança Corporativa é um item fundamental para o RPPS estar alinhado com o Pró-Gestão,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A governança corporativa é um sistema de regras e processos fundamentais para o bom funcionamento de um RPPS. Através deste sistema, busca-se mitigar riscos (do RPPS e de seus funcionários) e aumentar a performance e segurança do trabalho do instituto. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A Governança Corporativa é um item fundamental para o RPPS estar alinhado com o Pró-Gestão, o programa de modernização da gestão dos regimes próprios, do Ministério da Previdência Social.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Os quatro pilares da Governança Corporativa</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Visando o bom funcionamento e prosperidade do instituto, os trabalhos do RPPS devem se basear em uma política de governança corporativa com quatro princípios básicos. São eles: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>1. Transparência</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Manter as informações relevantes, referentes à gestão dos recursos financeiros, com fácil e pleno acesso ao público interessado (aposentados, pensionistas, etc.). Uma boa comunicação entre a parte interna e externa aumenta a confiança na equipe gestora e a segurança dos participantes.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>2. Equidade</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Todos devem receber tratamento igual, justo e digno. Participantes (servidores ativos, aposentados, pensionistas), prestadores de serviço, ente federativo, agentes financeiros, órgãos reguladores e fiscais e a sociedade em geral devem receber o mesmo tratamento pelo RPPS.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>3. Prestação de contas</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Todos os atos da gestão e administração do RPPS devem ser registrados em um artigo de controle que deve ser criado pelo próprio instituto, a fim de responsabilizar os agentes da governança pelos seus atos e omissões.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>4. Responsabilidade</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O dinheiro dos participantes deve ser gerido com o único objetivo de gerar retorno a estes. O instituto deve garantir que os recursos não sejam aplicados em outros lugares ou com outros fins. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O RPPS deve, também, promover ações que estimulem preocupações sociais e ambientais, valorizando a qualidade de vida de seus colaboradores e da sociedade em geral.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>O Pró-Gestão e Governança Corporativa</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Programa de Certificação Institucional e Modernização da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, também conhecido como Pró-Gestão, é um programa de certificação do Ministério da Previdência Social que busca o reconhecimento das boas práticas de gestão adotadas pelo RPPS. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Pró-Gestão busca o aprimoramento dos processos dos institutos, pois faz um diagnóstico detalhado da situação atual da organização. As três dimensões do Pró-Gestão são: Controles Internos, Educação Previdenciária e Governança Corporativa. Cada uma dessas dimensões possui quatro níveis de aderência e o RPPS será classificado mediante a aderência que atingir em cada nível.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">No Pró-Gestão, são elencados 16 itens referentes à governança corporativa. São eles: </span></p>
<ul style="text-align: left;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Relatório de Governança Corporativa</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Planejamento, Relatório de Gestão Atuarial</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Código de Ética da Instituição</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Políticas Previdenciárias de Saúde e Segurança do Servidor</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Política de Investimentos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Comitê de Investimentos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Transparência</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Definição de Limites de Alçadas</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Segregação das Atividades</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ouvidoria</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Qualificação do Órgão de Direção</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Conselho Fiscal</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Conselho de Administração</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mandato, Representação, Recondução </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Gestão de Pessoas</span></li>
</ul>
<h3 dir="ltr"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-governanca-corporativa-dentro-de-um-rpps&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223"><img  title="" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full aligncenter" src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Governança Corporativa dentro de um Fundo Previdenciário"  width="700" height="223" /></a></h3>
<h2 style="text-align: left;"><b>Exemplos de como construir uma Governança Corporativa eficiente</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Atingir um bom nível de governança corporativa irá depender da aderência do instituto aos 16 pontos listados acima. Mas, como eles funcionam na prática?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Abaixo, listaremos quatro exemplos: Política de Investimentos, Transparência, Definição de Limites de Alçadas e Segregação das Atividades.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>1. Política de Investimentos</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">É a estratégia de investimentos do RPPS, baseando-se na Resolução CMN 4604/2017, que alterou a Resolução 3922/2010. Em resumo, a Política de Investimentos analisa a conjuntura econômica, define os limites de alocação em cada tipo de ativo e estabelece a meta atuarial a ser atingida para o exercício. Todos os investimentos devem ser efetuados e mensurados fundamentando-se neste processo estratégico.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>2. Transparência</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Refere-se aos mecanismos existentes para divulgação de informações pertinentes aos interessados na gestão do Regime Próprio. Uma maior transparência está diretamente ligada a menos desvios e a uma menor corrupção. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Dentre os vários documentos que devem ser disponibilizados pelo instituto para o público, estão as atas dos órgãos colegiados, a composição mensal da carteira de investimentos, segregada por segmento e por ativo, por tipo de risco, por instituição financeira e pelos limites de alocação, o relatório anual com o sumarizado das informações referentes ao ano, a Política de Investimentos e o CRP (Certificado de Regularidade Previdenciária).</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>3. Definição de Limites de Alçadas</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Definição de limites e critérios para a tomada de decisões que constem com movimentações financeiras do Regime Próprio. A definição de limites proporciona maior segurança no processo de investimentos do instituto e compartilha a responsabilidade entre os tomadores de decisões.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>4. Segregação das Atividades</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Tem por objetivo não permitir que um único agente tome grandes decisões isoladamente. Cada setor de investimentos dentro de um RPPS deve trabalhar focado na sua área de atuação. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, em uma Autorização de Aplicação e Resgate (APR), uma segregação de atividade seria um agente propor a transação (proponente) e outro agente autorizar a movimentação (autorizador). Esta segregação reduz os riscos operacionais, tanto para o RPPS quanto para os seus funcionários.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Conclusão</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A Governança Corporativa proporciona uma alta performance na gestão dos Regimes Próprios. Através de seus controles e processos bem definidos, o instituto e seus colaboradores obterão maior performance no seu trabalho e os participantes lograrão mais segurança e rentabilidade nos retornos financeiros. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Para maiores informações sobre o Pró-Gestão, clique </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/MANUAL-DO-PR%C3%93-GEST%C3%83O-RPPS-VERS%C3%83O-PARA-CONSULTA-P%C3%9ABLICA-2015-12-07.pdf."><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">. Até a próxima!</span></p>
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		<title>A PEC 287 e suas implicações na gestão dos Fundos Previdenciários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 15:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, o sistema previdenciário brasileiro é dividido entre duas modalidades: o RGPS e o RPPS, ambos com regras diferenciadas que conferem certas peculiaridades para cada um. Porém, está em tramitação no Congresso a tão falada PEC 287/16, mais conhecida como Reforma da Previdência, propõe trazer consigo profundas mudanças no sistema de Previdência Social do Brasil.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Atualmente, o sistema previdenciário brasileiro é dividido entre duas modalidades: o RGPS e o RPPS, ambos com regras diferenciadas que conferem certas peculiaridades para cada um. Porém, está em tramitação no Congresso a tão falada </span><a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2119881"><span style="font-weight: 400;">PEC 287/16</span></a><span style="font-weight: 400;">, mais conhecida como Reforma da Previdência, propõe trazer consigo profundas mudanças no sistema de Previdência Social do Brasil. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Com a proposta muitas destas particularidades serão extintas, fazendo com que os regimes fiquem muito similares entre si. Com estas alterações, os parâmetros para realizar uma boa gestão previdenciária também serão diferentes a partir de agora. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Confira no nosso artigo o que muda e quais são os efeitos da PEC 287 dentro do funcionamento dos RPPS.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>RGPS X RPPS: Como o sistema funciona atualmente e quais as principais diferenças?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/perguntas-frequentes/regime-proprio-rpps/"><span style="font-weight: 400;">Regime Próprio de Previdência Social (RPPS)</span></a><span style="font-weight: 400;">, que ganhou popularidade nos últimos anos com a adoção de  vários municípios e estados, é gerido pela sua própria unidade gestora, uma autarquia municipal, em caso de municípios, ou estadual, em caso de estados. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Este regime recebe as contribuições dos servidores públicos titulares de cargo efetivo municipais ou estaduais. Já os repasses das contribuições dos trabalhadores da iniciativa privada e dos servidores não vinculados ao RPPS vão para o </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/perguntas-frequentes/regime-geral-rgps/"><span style="font-weight: 400;">Regime Geral de Previdência Social (RGPS)</span></a><span style="font-weight: 400;">, o qual é gerido pelo INSS, uma autarquia federal.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O teto do valor da aposentadoria é diferenciado nos dois modelos. Enquanto o valor máximo no RGPS é de R$5.531,31, no RPPS este valor é a própria remuneração do servidor no cargo efetivo, permitindo aposentadorias maiores para seus servidores.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">No cálculo da aposentadoria do Regime Geral, o fator previdenciário (o multiplicador, o qual considera o tempo de contribuição e a idade) pode diminuir o valor recebido pelo segurado, caso este se aposente mais cedo ou com menor tempo de contribuição mínimo. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Já o Regime Próprio foge desta regra, mas apresenta a necessidade de idade e tempo de contribuição (60 anos de idade e 35 anos de contribuição para homens e 55 anos de idade e 30 anos de contribuição para mulheres) para possibilitar a aposentadoria.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Pela gestão dos recursos do RPPS ser feita a nível municipal, para municípios, ou estadual, para estados, as contribuições são geridas de maneira muito menos centralizada do que no RGPS, onde somente um ente faz a administração dos recursos. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Da mesma maneira que dois fundos que busquem o mesmo indicador financeiro (</span><a href="http://www.anbima.com.br/pt_br/informar/ferramenta/precos-e-indices/ima.htm"><span style="font-weight: 400;">IMA-B</span></a><span style="font-weight: 400;">, por exemplo) podem ter rentabilidades diferentes devido às composições de suas carteiras, a descentralização da gestão possibilitava pelos RPPS que um instituto possa comparar-se com outro, sabendo onde é possível melhorar os seus investimentos. Dessa forma, os contribuintes saem ganhando. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Quais as principais mudanças no RPPS caso a PEC 287 seja aprovada?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A Reforma da Previdência deixará as regras de ambos os regimes muito parecidas. Por isso, é importante estar atento a como isso alterará a forma de efetuar a gestão de investimentos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Os entes que possuírem um RPPS serão obrigados a estabelecer como limite máximo de benefícios os valores estabelecidos pelo RGPS para aposentadorias e pensões. Para servidores homens com menos de 50 anos e para servidoras mulheres com menos de 45 anos, a regra nova é a vigente. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Já para os servidores mais velhos do que as faixas citadas, valerá a regra antiga com um certo “pedágio” (a regra de transição) e estes poderão se aposentar com valores superiores ao novo teto proposto. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O tempo de contribuição também mudou. A nova regra exige apenas a idade mínima de 65 anos, tanto para RPPS quanto para RGPS. Esta alteração torna desnecessário o controle de idade e tempo de contribuição para a aposentadoria do servidor, que existia no RPPS.</span></p>
<h3 dir="ltr"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-pec-287-e-suas-implicacoes-na-gestao-dos-rpps&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223"><img  title="" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full aligncenter" src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 A PEC 287 e suas implicações na gestão dos Fundos Previdenciários"  width="700" height="223" /></a></h3>
<h2 style="text-align: left;"><b>Quais os principais impactos na gestão de investimentos de um RPPS?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">As duas modificações acima poderão impactar profundamente a gestão de investimentos dentro de uma RPPS. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A primeira mudança importante é que não existirão mais aposentadorias precoces. O RPPS reterá por mais tempo o dinheiro dos segurados, podendo ter rentabilidades maiores sobre as contribuições feitas. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Levando em consideração que a expectativa de vida do brasileiro se mantenha constante, ou aumente apenas gradativamente pelos próximos anos, o tempo de pagamento de benefícios também será menor. Isso ajudará as previdências a vencerem os seus déficits e tornarem-se superavitárias.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Um outro impacto forte é que pela redução do teto (antes inexistente e agora igual ao do RGPS), os benefícios se tornarão menores. Com isso, o risco de liquidez se reduz, o déficit diminui e os investimentos podem ser alocados para prazos maiores, possibilitando melhores rentabilidades.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>As modificações são boas ou ruins?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Para o servidor, as alterações não são boas. O contribuinte perde a possibilidade de se aposentar mais cedo e o seu teto foi reduzido. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Porém, para o RPPS e o município como um todo, as alterações tendem a reverter os déficits, e salvar possíveis quebras que poderiam acontecer no futuro.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Como o gestor de RPPS deve se preparar para a reforma?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">É importante não sobrestimar os impactos causados pelas alterações e impor alíquotas patronais inferiores às recomendadas pelo cálculo atuarial. Também, será importante mensurar os resultados das decisões de investimentos com mais precisão. Estas medições podem ser feitas por via de relatórios de rentabilidades, de comparação com outras opções de investimentos e de acompanhamento dos principais indicadores do mercado. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Utilizando boas práticas de gestão financeira aliada a boas ferramentas auxiliares, o RPPS terá muito mais controle e eficiência na administração do dinheiro dos contribuintes.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">É imprescindível que o andamento da PEC 287 seja acompanhado de perto pelo RPPS. As regras citadas acima podem mudar, caso o seu texto seja alterado antes de sua possível aprovação.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Para saber mais sobre o assunto, continue acompanhando nossos conteúdos! Acesse o </span><a href="https://web.opmax.com.br/category/artigos/"><span style="font-weight: 400;">blog da Opmax</span></a><span style="font-weight: 400;"> e fique por dentro de tudo que acontece no setor de previdência e investimentos em geral. Até a próxima!</span></p>
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