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	<title>Gestão de Investimentos &#8211; Opmax</title>
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	<description>Simplificamos o trabalho do RPPS</description>
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		<title>Certificação CGRPPS: o que é avaliado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Opmax]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[certificação]]></category>
		<category><![CDATA[CGRPPS]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão de passivo previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de capitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O gestor de RPPS possui grande responsabilidade. Por isso, para executar suas atividades com eficiência, é recomendável que possua a certificação CGRPPS. Essa certificação foi criada pela Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais do Mercado de Investimento de Capitais) em parceria com a Abipem (Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais). O objetivo&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O gestor de RPPS possui grande responsabilidade. Por isso, para executar suas atividades com eficiência, é recomendável que possua a certificação CGRPPS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa certificação foi criada pela Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais do Mercado de Investimento de Capitais) em parceria com a Abipem (Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo do programa é justamente elevar a qualidade do trabalho dos profissionais que lidam com a gestão dos recursos de previdenciários de servidores dos Estados e Municípios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, ainda há muita dúvida sobre como se dá o exame e o que o </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/gestor-de-rpps-de-sucesso/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">gestor de RPPS</span></a><span style="font-weight: 400;"> precisa estudar para conseguir seu certificado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E para te ajudar, compilamos abaixo as principais informações do regulamento da Apimec sobre os conteúdos cobrados na prova. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe conosco e veja como passar na certificação CGRPPS agora mesmo!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como se dá a certificação CGRPPS</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação CGRPPS é </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/tudo-sobre-cgrpps/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">oferecida continuamente</span></a><span style="font-weight: 400;">, ao longo do ano. A prova é aplicada nas dependências da Fundação Getúlio Vargas, que possui endereços por todo Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela é composta de 50 questões de múltipla escolha que devem ser respondidas em um período de duas horas. Para ser aprovado, o candidato deve acertar um mínimo de 50% da prova.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor para realização do exame é de R$ 260,00 e o certificado tem validade de 4 anos a partir da data de efetuação. Todo ano, o gestor de RPPS certificado deve atualizar seus dados cadastrais e pagar a taxa anual de manutenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a realização e aprovação no exame, é preciso solicitar a certificação junto à Apimec por meio </span><a href="http://www.apimecnacional.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">deste link</span></a><span style="font-weight: 400;">. Depois disso, seu nome será acrescentado na lista de profissionais capacitados para atuar na gestão de RPPS.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4824" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4824" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg?_t=1540993817"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Certificação CGRPPS: o que é avaliado"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4824" class="wp-caption-text">Conheça a mais robusta Plataforma de Gestão de Investimentos para RPPS!</p></div>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é cobrado na prova de certificação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação CGRPPS cobra 10 temas principais. Abaixo, descrevemos cada um deles e os conceitos fundamentais que você deve conhecer para realizar a prova:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">1. Economia e finanças</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro tópico envolve conceitos básicos de economia e finanças, como política monetária, fiscal e cambial, índices e indicadores, taxas de juros nominal real e equivalente e capitalização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o candidato deve conhecer definições de natureza econômica, base monetária, metas de inflação e do Copom, órgão decisório da política monetária do Banco Central.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também são cobrados índices de preços e suas características, índices de ações, econômicos e índices de referência (CDI, TR, TJLP, SELIC etc.). </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">2. Sistema financeiro nacional</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sistema financeiro nacional, o candidato precisa saber reconhecer o funcionamento das autoridades monetárias, como Tesouro Nacional, Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários e órgãos reguladores. É cobrado que saiba as principais atribuições de cada um desses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é preciso entender como é o funcionamento da BM&amp;FBOVESPA e os principais títulos negociados, como se dá a definição da taxa SELIC e os conceitos de CIP, STR e Compe.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">3. Instituições e intermediários financeiros</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O candidato deve conhecer e saber as responsabilidades das instituições e intermediários financeiros que compõem o mercado de capitais, incluindo bancos comerciais, financeiras, corretoras de valores, bolsa de valores e distribuidoras.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">4. Mercado de capitais</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação CGRPPS exige que o candidato conheça de perto o mercado de capitais, incluindo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Conceitos e operacionalidade de ações;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Debêntures e notas promissórias;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mercado primário e secundário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Agências e conceitos de rating;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Tipos de operações em bolsas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Governança corporativa.</span></li>
</ul>
<h3><span style="font-weight: 400;">5. Mercado financeiro</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O mercado financeiro engloba conhecimentos de títulos de renda fixa; títulos públicos e privados; negociação, liquidação e custódia; marcação a mercado da carteira de ativos; rentabilidade e riscos de investimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É preciso conhecer também a matemática financeira da renda fixa, como capitalização, juros simples versus compostos, taxas proporcionais e equivalentes, além de taxa nominal e taxa real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conceitos básicos de estatísticas também são cobrados, assim como aspectos tributários do mercado financeiro.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">6. Mercado de derivativos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Derivativos são tipos de contrato que derivam — daí seu nome — a maior parte do seu valor de outro ativo, índice ou taxa de referência. O candidato deve saber esse conceito, além da mecânica operacional dos mercados futuros, a termo e de opções, que compõem o mercado de derivativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É preciso também conhecer a rentabilidade e os riscos de investimento e saber quem são os participantes do mercado, incluindo Hedgers, especuladores, arbitradores, captadores, Market Makers e manipuladores.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">7. Fundos de investimento</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação aos fundos de investimento, sejam eles de renda fixa, variável ou misto, o candidato deve conhecer:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os principais fundos existentes no mercado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Definições legais e regulações dos fundos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Taxas, tipos e formas de cobrança;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Rentabilidade e risco;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aspectos tributários.</span></li>
</ul>
<h3><span style="font-weight: 400;">8. Política de investimentos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tema inclui conhecimentos sobre como gerir os ativos para garantir maior rentabilidade. O candidato deve saber como fazer alocação de recursos e diversificar a carteira, como </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/principais-indicadores-financeiros/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">interpretar o cenário econômico</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também deve saber definir os objetivos da gestão, estratégias de formação de preços, critérios de contratação de fundos e testes comparativos para avaliação e acompanhamento dos resultados.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">9. Gestão do passivo previdenciário</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos conhecimentos envolvendo o mercado financeiro e de capitais, a certificação CGRPPS ainda cobra que o candidato entenda sobre a gestão do passivo previdenciário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso inclui conceitos previdenciários fundamentais, regime de repartição, benefícios concedidos aos previdenciários, plano de custeio, interpretação do cálculo atuarial e administração do cadastro dos servidores.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">10. Ética e relacionamento</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por último, são cobrados princípios éticos e de relacionamento, códigos de ética e operacional de mercado, situações que expressam conflitos de interesse e os riscos de imagem envolvidos na gestão do RPPS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em conjunto, todos esses conhecimentos buscam garantir que o gestor tenha competência técnica necessária para fazer a melhor administração dos recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E você? Pronto para realizar a certificação CGRPPS? Ainda tem dúvidas? </span><a href="https://opmax.com.br/cursos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Conheça nossos cursos</span></a><span style="font-weight: 400;"> e veja como eles podem te ajudar a se capacitar para o exame!</span></p>
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		<title>Cálculo atuarial: como fazer e qual sua importância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Opmax]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Oct 2018 14:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Cálculo atuarial]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão de investimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[previdência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A boa gestão de RPPS requer a realização de estudos atuariais periódicos para dimensionar os custos quanto ao horizonte de longo prazo em sintonia com a sustentabilidade do regime. Afinal, todo RPPS é obrigado a garantir o equilíbrio financeiro e atuarial da sua gestão. Para isso, sua gestão deve realizar uma avaliação atuarial inicial e&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/gestor-de-rpps-de-sucesso/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">boa gestão de RPPS</span></a><span style="font-weight: 400;"> requer a realização de estudos atuariais periódicos para dimensionar os custos quanto ao horizonte de longo prazo em sintonia com a sustentabilidade do regime.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, todo RPPS é obrigado a garantir o equilíbrio financeiro e atuarial da sua gestão. Para isso, sua gestão deve realizar uma avaliação atuarial inicial e novas reavaliações a cada balanço, utilizando-se parâmetros gerais e do cálculo atuarial para a organização e revisão do plano de custeio e benefícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, como é feito o cálculo atuarial e qual exatamente a sua importância para o RPPS? Ainda tem dúvidas sobre os procedimentos dentro do seu regime? Acompanhe conosco!</span></p>
<div id="attachment_4961" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4961" loading="lazy" class="wp-image-4961 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/07/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Cálculo atuarial: como fazer e qual sua importância"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4961" class="wp-caption-text">Conheça a mais robusta Plataforma de Gestão de Investimentos para RPPS!</p></div>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é o cálculo atuarial?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Basicamente, o cálculo atuarial é a ciência que utiliza técnicas matemáticas e estatísticas de maneira a determinar o risco e o retorno nos segmentos de seguros e financeiros. No caso do RPPS, ele é a base para realização da Avaliação Atuarial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação Atuarial é o estudo técnico desenvolvido pelo atuário, baseado nas características biométricas, demográficas e econômicas dos segurados do regime, com o objetivo principal de estabelecer, de forma suficiente e adequada, os recursos necessários para a garantia dos pagamentos dos benefícios previstos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="http://sa.previdencia.gov.br/site/arquivos/office/1_130123-155051-623.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Portaria MPS nº 403/2008</span></a> <span style="font-weight: 400;">dispõe sobre as normas aplicáveis às avaliações e reavaliações atuariais dos Regimes Próprios de Previdência Social, incluindo a obrigatoriedade de apresentação anual da avaliação ao MP</span><span style="font-weight: 400;">S.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Os benefícios de realizar o cálculo atuarial</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de ser obrigatório, a realização do cálculo atuarial é o ponto principal para assegurar o equilíbrio e a solvência do Regime Próprio de Previdência Social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como uma das expressões e aplicações do cálculo atuarial temos o equilíbrio atuarial. O objetivo deste é mensurar os fluxos futuros de receitas</span> <span style="font-weight: 400;">(contribuições dos segurados e da patrocinadora do RPPS) e despesas (pagamentos de benefícios), com o objetivo de estabelecer o nível de contribuições que suportem os benefícios a serem concedidos aos segurados do RPPS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, deve-se fazer uma distinção com o equilíbrio financeiro do regime. Enquanto este é atingido quando </span><b>o que se arrecada é suficiente para custear os benefícios</b><span style="font-weight: 400;"> assegurados pelo RPPS em cada exercício financeiro, o equilíbrio atuarial é alcançado </span><b>quando todos os parâmetros atuariais são considerados para manter o equilíbrio financeiro</b><span style="font-weight: 400;"> durante todo o período de existência do Plano Previdenciário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo é atingir uma equivalência entre o valor da contribuição do segurado e o benefício que ele receberá. A ausência desse caráter contributivo é um dos fatores que leva um plano previdenciário ao desequilíbrio e consequente incapacidade de cumprir suas obrigações com os segurados do plano previdenciário.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é considerado no cálculo atuarial</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se realizar o cálculo atuarial deve-se primeiro estabelecer alguns parâmetros, sendo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os parâmetros e hipóteses biométricas, demográficas (probabilidade de vida, morte, invalidez, etc.); </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os parâmetros financeiros (taxa de juros projetada para aplicação dos fundos constituídos com as contribuições dos participantes e patrocinadores, etc.);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os parâmtros econômicos (rotatividade dos empregados, i.e, admissões e demissões; taxa de inflação, etc.);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">As modalidades de benefício e regime financeiro de custeio a serem implementados pelo RPPS.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suma, o cálculo atuarial utiliza de técnicas de probabilidade, estatística, economia, contabilidade e matemática avançada para permitir que um RPPS possa garantir e projetar as necessidades de receita e despesa ao longo de toda a existência de seus segurados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou de saber a importância do cálculo atuarial? Aproveite e leia também nosso post sobre </span><a href="https://opmax.com.br/rpps/relatorios-gerenciais/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">quais são os relatórios gerenciais</span></a><span style="font-weight: 400;"> utilizados para uma gestão eficaz do RPPS!</span></p>
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		<item>
		<title>Quais as responsabilidades do comitê de investimentos no RPPS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Opmax]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2018 14:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[comitê de investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[gestor RPPS]]></category>
		<category><![CDATA[rpps]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentre as premissas exigidas para certificação do RPPS no Pró-Gestão estão o aumento da governança e a instituição de ferramentas que permitam aos agentes envolvidos na gestão tomarem melhores decisões. Uma dessas ferramentas é o comitê de investimentos. O comitê é o órgão colegiado do RPPS que tem por atribuição específica participar do processo decisório de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as premissas exigidas para </span><a href="https://opmax.com.br/rpps/pro-gestao-gestor-de-rpps/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">certificação do RPPS no Pró-Gestão</span></a><span style="font-weight: 400;"> estão o aumento da governança e a instituição de ferramentas que permitam aos agentes envolvidos na gestão tomarem melhores decisões. </span><span style="font-weight: 400;">Uma dessas ferramentas é o comitê de investimentos.</span></p>
<div id="attachment_4961" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4961" loading="lazy" class="wp-image-4961 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/07/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Quais as responsabilidades do comitê de investimentos no RPPS?"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4961" class="wp-caption-text">Conheça a mais robusta Plataforma de Gestão de Investimentos para RPPS!</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O comitê é o órgão colegiado do RPPS que tem por atribuição específica participar do processo decisório de formulação e execução da Política de Investimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas quais são as responsabilidade do comitê de investimentos e como ele deve ser formado? Continue lendo e aprenda conosco!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Antes, o que é o comitê de investimentos?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><span style="font-weight: 400;">comitê de investimentos</span><span style="font-weight: 400;"> é um<a href="https://opmax.com.br/artigos/comite-de-investimentos/" target="_blank" rel="noopener"> grupo formado por regimento interno</a> e aprovado pelo Conselho Deliberativo para auxiliar o gestor de RPPS na tomada de decisão referente à alocação dos recursos do regime.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os profissionais atuantes no comitê devem atender aos requisitos de qualificação para tal, especialmente referentes aos conhecimentos sobre o mercado financeiro. O comitê, portanto, prestará um trabalho consultivo para auxiliar o gestor e demais agentes na gestão do RPPS.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Mas quais são as responsabilidades do comitê?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suma, o comitê de investimentos terá as seguintes responsabilidades:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Assessorar o </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/gestor-de-rpps-de-sucesso/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">gestor de RPPS</span></a><span style="font-weight: 400;"> na formulação das políticas de gestão dos recursos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Zelar pela execução da programação econômico-financeira dos valores patrimoniais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Acompanhar o desempenho da carteira de investimentos do RPPS, em conformidade com os objetivos estabelecidos pela Política Anual de Investimentos e com a legislação pertinente em vigor;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Avaliar propostas, submetendo-se aos órgãos competentes para deliberação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Analisar os cenários macroeconômicos, observando os possíveis reflexos no patrimônio do RPPS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Propor estratégias de investimentos para um determinado período e reavaliar as estratégias em decorrência de fatos conjunturais relevantes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Fornecer subsídios para a elaboração ou alteração de política de investimentos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Propor aplicações e resgates, observados os limites legais de cada investimento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Acompanhar a execução da política de investimentos.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quantos membros deve ter o comitê de investimentos?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O número de membros do comitê de Investimentos é definido de acordo com o nível de certificação do RPPS no Pró-Gestão, seguindo as regras abaixo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Nível I</b><span style="font-weight: 400;">: mínimo de três membros, que mantenham vínculo funcional com o ente federativo ou com a unidade gestora do RPPS.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Nível II</b><span style="font-weight: 400;">: igual ao Nível I.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Nível III</b><span style="font-weight: 400;">: mínimo de cinco membros, que mantenham vínculo funcional com o ente federativo ou com a unidade gestora do RPPS.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Nível IV</b><span style="font-weight: 400;">: mínimo de cinco membros, que mantenham vínculo funcional com o ente federativo ou com a unidade gestora do RPPS, sendo a maioria servidores efetivos e segurados do RPPS.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como o comitê de investimentos deve trabalhar?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/MANUAL-DO-PR%C3%93-GEST%C3%83O-RPPS-VERS%C3%83O-P%C3%93S-CONSULTA-P%C3%9ABLICA-2016-12-08-FINAL-LIMPO-1.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">manual do Pró-Gestão</span></a><span style="font-weight: 400;"> determina que o comitê de investimentos se encontre pelo uma vez por mês para deliberar sobre a alocação dos recursos financeiros e suas responsabilidades, conforme descritas acima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles também devem compartilhar durante tais reuniões os resultados financeiros, a avaliação da atual conjuntura econômica e do desempenho da carteira de investimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suas reuniões, o Comitê de Investimentos deve avaliar e tomar suas decisões com base nos seguintes aspectos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Cenário econômico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Evolução da execução do orçamento do RPPS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Dados atualizados dos fluxos de caixa e dos investimentos, com visão de curto e longo prazo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Propostas de investimentos e respectivas análises técnicas.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas últimas devem identificar e avaliar os riscos de cada proposta, incluídos os riscos de crédito, de mercado, de liquidez, operacional, jurídico e sistêmico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todas as decisões devem ser registradas em atas. Após a finalização de cada uma delas, deve ser divulgada uma previsão de acessibilidade às informações das movimentações financeiras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo final do comitê de investimentos é aumentar o nível de governança corporativa, melhorando a transparência na gestão do RPPS — ou seja, definindo procedimentos continuados que permitem à gestão fornecer informações claras aos diversos interessados no gerenciamento dos recursos do regime.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E seu RPPS, já possui comitê de investimentos? Este artigo foi útil para você? Assine nossa newsletter e receba dicas como essa diretamente no seu e-mail!</span></p>
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		<title>Pró-Gestão: Eficiência e segurança para o RPPS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2018 17:39:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
		<category><![CDATA[certificação]]></category>
		<category><![CDATA[previdência social]]></category>
		<category><![CDATA[pró-gestão]]></category>
		<category><![CDATA[regime próprio]]></category>
		<category><![CDATA[rpps]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 14 de maio de 2015, através da Portaria MPS nº 185, O Ministério da Previdência Social instituiu o Pró-Gestão, o Programa de Certificação Institucional e Modernização da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. A certificação adquirida via adoção das práticas recomendadas no Pró-Gestão&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em 14 de maio de 2015, através da </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Portaria-MPS-n%C2%BA-185-de-14maio2015-publicada-1.pdf"><span style="font-weight: 400;">Portaria MPS nº 185</span></a><span style="font-weight: 400;">, O Ministério da Previdência Social instituiu o Pró-Gestão, o Programa de Certificação Institucional e Modernização da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. A certificação adquirida via adoção das práticas recomendadas no Pró-Gestão garantem ao RPPS um alto nível de eficiência e segurança em seu funcionamento. </span></p>
<h2><b>Como funciona o Pró-Gestão? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo do Pró-Gestão é incentivar os institutos a seguirem as melhores práticas institucionais, visando maior controle interno, governança e transparência. Através de seu </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/MANUAL-DO-PR%C3%93-GEST%C3%83O-RPPS-VERS%C3%83O-FINAL-2018-03-21-COM-ANEXO-5-ALTERADO.pdf"><span style="font-weight: 400;">manual</span></a><span style="font-weight: 400;"> (versão final disponibilizada em 31 de janeiro de 2018, após uma consulta pública e outra versão atualizada) os Regimes Próprios tem acesso às práticas necessárias para a conquista da certificação. Após a adoção dos processos presentes no manual, uma entidade certificadora fará a avaliação do instituto, certificando-o de acordo com o nível de aderência atingido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação do Pró-Gestão é institucional e é distinta da certificação individual (</span><a href="https://opmax.com.br/artigos/tudo-sobre-cgrpps/"><span style="font-weight: 400;">CGRPPS</span></a><span style="font-weight: 400;">, por exemplo).  O certificado individual atesta à competência e qualidade do servidor ou do gestor, enquanto a certificação institucional diz respeito às boas práticas adotadas pelo instituto.</span></p>
<h2><b>Quais as dimensões do Pró-Gestão?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">São três os pilares do programa: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Controles Internos: controles que dão certa garantia à instituição de que suas estratégias e objetivos serão atingidos. Estes devem mapear os riscos presentes nas atividades do instituto e garantir que fiquem dentro de níveis razoáveis, assegurar que os demonstrativos contábeis e financeiros sejam transparentes em relação as suas operações e certificar que ética e segurança estejam presentes nas atividades do instituto.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Governança Corporativa: conforme já abordado em </span><a href="https://opmax.com.br/artigos/governanca-corporativa-dentro-de-um-rpps/"><span style="font-weight: 400;">nosso artigo sobre o tema</span></a><span style="font-weight: 400;">, a Governança Corporativa é um sistema de regras e processos que fundamentam o bom funcionamento de um RPPS. Através deste sistema, busca-se mitigar riscos (do RPPS e de seus funcionários) e aumentar a performance e segurança do trabalho do instituto. </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Educação Previdenciária: refere-se à toda capacitação e qualificação destinada aos servidores públicos e segurados. Também, diz respeito às atitudes tomadas para ações de informações de transparência do RPPS e às políticas de educação relacionada à melhora na saúde dos segurados, proporcionando melhor qualidade de vida.</span></li>
</ul>
<h2><b>O que são Processos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Pró-Gestão é baseado em processos bem definidos. Um processo é um conjunto de atividades executadas visando um objetivo. Este processo consome recursos (por exemplo, extrato bancário) e gera resultados (demonstrativos financeiros). Somente através de um bom mapeamento de todos os processos do instituto, como feito pelo Pró-Gestão, é possível identificar as melhores práticas para o RPPS adotar.</span></p>
<div id="attachment_4824" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-principais-indicadores-financeiros&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-4824" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full"  title=""  src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Pró-Gestão: Eficiência e segurança para o RPPS"  width="700" height="223" /></a><p id="caption-attachment-4824" class="wp-caption-text">Conheça a mais robusta Plataforma de Gestão de Investimentos para RPPS!</p></div>
<h2><b>Como aderir ao Pró-Gestão?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aderir, o RPPS deve formalizar, através de seus representantes legais, a assinatura do </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/ANEXO-2-TERMO-DE-ADES%C3%83O-AO-PR%C3%93-GEST%C3%83O-RPPS.docx"><span style="font-weight: 400;">Termo de Adesão ao Pró-Gestão RPPS</span></a><span style="font-weight: 400;"> e enviá-lo à Secretaria da Previdência Do Ministério da Fazenda pelo e-mail </span><a href="mailto:progestao.rpps@previdencia.gov.br"><span style="font-weight: 400;">progestao.rpps@previdencia.gov.br</span></a><span style="font-weight: 400;">. A Secretaria anunciará em seu site os institutos que formalizaram o pedido. Após a formalização, o RPPS deve iniciar os procedimentos para a avaliação por uma entidade certificadora.</span></p>
<h2><b>Quais os níveis de aderência?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na avaliação efetuada pela entidade certificadora, esta poderá auferir ao Regime Próprio a certificação em 4 níveis: I, II, III e IV. Cada uma destas identifica diferentes níveis de aderência, ou seja, o quanto dos processos recomendados pelo manual do Pró-Gestão o RPPS adotou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De um total de 24 ações avaliadas, o ente receberá o nível I se atingir pelo menos 17 ações (70% de aderência). Para o nível II, a marca a ser atingida é de 19 ações (79% de aderência). O nível III é conquistado mediante o cumprimento de 21 ações (87% de aderência). Já o último nível, o IV, só é dado aos institutos que atingiram todas as 24 ações (100% de aderência). Ainda, para os níveis I, II e III, o nível de aderência em cada uma das três dimensões deve ser de, pelo menos, 50% das ações de cada dimensão.</span></p>
<h2><b>Por quanto tempo a certificação é válida?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação tem validade de 3 anos e deverá ser renovada ao final do período, caso seja de interesse do instituto. Durante os 3 anos da certificação, o próprio RPPS deverá fazer o monitoramento das suas atividades, visando a continuidade dos bons padrões estabelecidos na aquisição da certificação.</span></p>
<h2><b>Por que o Pró-Gestão é importante?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Através das práticas incentivadas no manual, o instituto garante a mitigação de riscos do RPPS e de seus funcionários, aumento de performance do trabalho, melhor organização interna, maior transparência e facilidade de acesso às informações relevantes e reconhecimento no seu meio (entre outros RPPS, Tribunais de Conta, Ministério Público da Previdência e outros órgãos relacionados). Embora não seja obrigatório, é uma certificação essencial para garantir que o instituto está atuando da melhor forma possível.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais? A página do Pró-Gestão do Ministério da Previdência concentra as principais informações sobre o tema. Você pode acessá-la clicando </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/regimes-proprios/pro-gestao-rpps/"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Por que toda empresa deve adotar um bom processo de Gestão de Riscos?</title>
		<link>https://opmax.com.br/artigos/porque-adotar-processo-gestao-de-riscos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Opmax]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2018 03:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de riscos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passamos a vida tomando decisões, fazendo uma espécie de &#8220;gestão de riscos&#8221;. Vou de carro ou de avião? Faço a cirurgia agora ou espero um pouco mais? Faço o seguro do carro? Invisto meu dinheiro na poupança ou compro um CDB? Assino este contrato ou não? Vendo? Compro? Na maioria das situações, as decisões tomadas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><!--{cke_protected}%3Cmeta%20charset%3D%22utf-8%22%20%2F%3E--></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;"><!--{cke_protected}%3Cmeta%20charset%3D%22utf-8%22%20%2F%3E--></p>
<p style="text-align: left;">Passamos a vida tomando decisões, fazendo uma espécie de &#8220;gestão de riscos&#8221;. Vou de carro ou de avião? Faço a cirurgia agora ou espero um pouco mais? Faço o seguro do carro? Invisto meu dinheiro na poupança ou compro um CDB? Assino este contrato ou não? Vendo? Compro?</p>
<p style="text-align: left;">Na maioria das situações, as decisões tomadas não geram problemas relevantes. No entanto, nem sempre tudo sai como o esperado. Muitas vezes o resultado sai do controle, podendo trazer consequências negativas e até mesmo catastróficas.</p>
<p style="text-align: left;">As perdas inesperadas potenciais são denominadas “riscos”.</p>
<h2 style="text-align: left;">Como lidar com o risco?</h2>
<p style="text-align: left;">O risco não depende somente de nossas decisões, mas também decorre de fatores externos e aleatórios.</p>
<p style="text-align: left;">Por exemplo: existe sempre o risco de um curto-circuito na rede elétrica danificar seus equipamentos e provocar um incêndio.</p>
<p style="text-align: left;">Mas mesmo nos casos em que o risco provém de fatores fora do nosso controle, a extensão e as consequências dos mesmos dependem de nossas decisões, ações e omissões.</p>
<p style="text-align: left;">A manutenção da rede elétrica provavelmente vai evitar um problema de curto, ao mesmo tempo que uma apólice de seguros poderia amenizar as perdas incorridas. Assim, a manutenção da rede elétrica é uma forma de mitigar riscos e o seguro é uma forma de transferir riscos.</p>
<h2 style="text-align: left;">Planejamento e Gestão de Riscos: qual a sua importância?</h2>
<p style="text-align: left;">E o que ocorre quando o risco depende de suas decisões e o prejuízo potencial afeta terceiros?</p>
<p style="text-align: left;">Infelizmente nessas circunstâncias emergem outros riscos para você. A responsabilidade do gestor traz com ela os riscos de imagem e de processos judiciais, que podem lhe custar uma fortuna.</p>
<p style="text-align: left;">Por este motivo, as nossas ações precisam ser meticulosamente estudadas e planejadas, principalmente quando os riscos afetam outras pessoas.</p>
<p style="text-align: left;">Entre as vantagens que um bom planejamento de riscos agrega, podemos citar:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>Redução da existência de problemas e respectivos prejuízos</li>
<li>Aumento nas vantagens competitivas efetivas</li>
<li>Minimização de perdas e potencialização dos resultados</li>
<li>Aumento geral na possibilidade de sucesso do projeto</li>
<li>Menor incidência de crises, assim como nos custos envolvidos</li>
</ul>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left;"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-porque-adotar-processo-gestao-de-riscos&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223"><img  title="" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full aligncenter" src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Por que toda empresa deve adotar um bom processo de Gestão de Riscos?"  width="700" height="223" /></a></h3>
<h2 style="text-align: left;">Como implementar uma boa gestão de riscos empresarial</h2>
<p style="text-align: left;">Diversos riscos podem afetar substancialmente a operação de uma empresa, como:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>Risco de mercado</li>
<li>Risco de crédito</li>
<li>Risco de liquidez</li>
<li>Risco operacional</li>
<li>Risco jurídico</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Mas o primeiro e principal risco é desconhecer os riscos ou simplesmente negligenciá-los.</p>
<p style="text-align: left;">Para gerenciar os riscos de um projeto ou empresa, é preciso passar pelo seguintes tópicos:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>Planejamento</li>
<li>Identificação e mapeamento de riscos</li>
<li>Análise de riscos e cenários</li>
<li>Plano de contingenciamento e planejamento de respostas</li>
<li>Controle de riscos</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Conhecer os riscos significa fazer um “mapa de riscos”, uma lista de itens a serem estudados e compreendidos.</p>
<p style="text-align: left;">De posse do “mapa de riscos”, deve-se então agrupar esses riscos de acordo com o seu tipo (operacional, mercado, atuarial, crédito, legal, etc.) e elaborar uma análise da relevância de cada item, tanto em termos de sua probabilidade de ocorrência quanto em termos de perdas potenciais.</p>
<p style="text-align: left;">Depois disso é necessário propor formas de lidar com cada um desses grupos de riscos.</p>
<p style="text-align: left;">Atribuir responsável por cada área (operacional, mercado, atuarial, crédito, legal, etc.). Determinar métricas e indicadores relevantes para a gestão. Em muitos casos a apuração dos indicadores de risco é realizada por uma área especializada ou por terceiros independentes.</p>
<p style="text-align: left;">A alta administração deve monitorar e avaliar o cumprimento das metas de gestão regularmente e discutir os ajustes necessários em um Comitê de Riscos.</p>
<p style="text-align: left;">Como dizia Peter Drucker, considerado como o “pai da administração moderna”, “Não podemos gerenciar o que não podemos medir”.</p>
<h2 style="text-align: left;">Checklist básico para a gestão de riscos:</h2>
<ul style="text-align: left;">
<li>Você já fez o mapeamento de riscos?</li>
<li>Avaliou frequência e severidade de impacto?</li>
<li>Delegou formalmente a responsabilidade pelos diversos riscos a seus gestores?</li>
<li>Possui métricas e controles definidos?</li>
<li>Avalia essas métricas de forma independente?</li>
<li>Possui um comitê de riscos organizado, com calendário de reuniões e atas organizados?</li>
</ul>
<h2 style="text-align: left;">Priorize a gestão de riscos em sua empresa</h2>
<p style="text-align: left;">Uma empresa que não adota uma análise criteriosa dos riscos que a envolver está cometendo o pior pecado administrativo de todos: a irresponsabilidade.</p>
<p style="text-align: left;">Realizar uma boa gestão dos diversos riscos é minimizar a chance de um imprevisto afetar negativamente a empresa, potencializar as margens do negócio e contribuir cada vez mais para que a empresa siga operando de maneira forte e saudável.</p>
<p style="text-align: left;">Agora que você já sabe a importância da gestão de riscos, não perca mais tempo e implemente já na sua empresa. Caso precise de ajuda, procure um profissional qualificado, com certificação em gestão de riscos.</p>
<p style="text-align: left;">Até a próxima!</p>
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		<title>Governança Corporativa dentro de um Fundo Previdenciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2018 03:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[RPPS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A governança corporativa é um sistema de regras e processos fundamentais para o bom funcionamento de um RPPS. Através deste sistema, busca-se mitigar riscos (do RPPS e de seus funcionários) e aumentar a performance e segurança do trabalho do instituto. A Governança Corporativa é um item fundamental para o RPPS estar alinhado com o Pró-Gestão,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A governança corporativa é um sistema de regras e processos fundamentais para o bom funcionamento de um RPPS. Através deste sistema, busca-se mitigar riscos (do RPPS e de seus funcionários) e aumentar a performance e segurança do trabalho do instituto. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A Governança Corporativa é um item fundamental para o RPPS estar alinhado com o Pró-Gestão, o programa de modernização da gestão dos regimes próprios, do Ministério da Previdência Social.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Os quatro pilares da Governança Corporativa</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Visando o bom funcionamento e prosperidade do instituto, os trabalhos do RPPS devem se basear em uma política de governança corporativa com quatro princípios básicos. São eles: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>1. Transparência</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Manter as informações relevantes, referentes à gestão dos recursos financeiros, com fácil e pleno acesso ao público interessado (aposentados, pensionistas, etc.). Uma boa comunicação entre a parte interna e externa aumenta a confiança na equipe gestora e a segurança dos participantes.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>2. Equidade</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Todos devem receber tratamento igual, justo e digno. Participantes (servidores ativos, aposentados, pensionistas), prestadores de serviço, ente federativo, agentes financeiros, órgãos reguladores e fiscais e a sociedade em geral devem receber o mesmo tratamento pelo RPPS.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>3. Prestação de contas</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Todos os atos da gestão e administração do RPPS devem ser registrados em um artigo de controle que deve ser criado pelo próprio instituto, a fim de responsabilizar os agentes da governança pelos seus atos e omissões.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>4. Responsabilidade</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O dinheiro dos participantes deve ser gerido com o único objetivo de gerar retorno a estes. O instituto deve garantir que os recursos não sejam aplicados em outros lugares ou com outros fins. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O RPPS deve, também, promover ações que estimulem preocupações sociais e ambientais, valorizando a qualidade de vida de seus colaboradores e da sociedade em geral.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>O Pró-Gestão e Governança Corporativa</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Programa de Certificação Institucional e Modernização da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, também conhecido como Pró-Gestão, é um programa de certificação do Ministério da Previdência Social que busca o reconhecimento das boas práticas de gestão adotadas pelo RPPS. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O Pró-Gestão busca o aprimoramento dos processos dos institutos, pois faz um diagnóstico detalhado da situação atual da organização. As três dimensões do Pró-Gestão são: Controles Internos, Educação Previdenciária e Governança Corporativa. Cada uma dessas dimensões possui quatro níveis de aderência e o RPPS será classificado mediante a aderência que atingir em cada nível.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">No Pró-Gestão, são elencados 16 itens referentes à governança corporativa. São eles: </span></p>
<ul style="text-align: left;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Relatório de Governança Corporativa</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Planejamento, Relatório de Gestão Atuarial</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Código de Ética da Instituição</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Políticas Previdenciárias de Saúde e Segurança do Servidor</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Política de Investimentos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Comitê de Investimentos</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Transparência</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Definição de Limites de Alçadas</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Segregação das Atividades</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ouvidoria</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Qualificação do Órgão de Direção</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Conselho Fiscal</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Conselho de Administração</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mandato, Representação, Recondução </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Gestão de Pessoas</span></li>
</ul>
<h3 dir="ltr"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-governanca-corporativa-dentro-de-um-rpps&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223"><img  title="" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full aligncenter" src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Governança Corporativa dentro de um Fundo Previdenciário"  width="700" height="223" /></a></h3>
<h2 style="text-align: left;"><b>Exemplos de como construir uma Governança Corporativa eficiente</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Atingir um bom nível de governança corporativa irá depender da aderência do instituto aos 16 pontos listados acima. Mas, como eles funcionam na prática?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Abaixo, listaremos quatro exemplos: Política de Investimentos, Transparência, Definição de Limites de Alçadas e Segregação das Atividades.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>1. Política de Investimentos</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">É a estratégia de investimentos do RPPS, baseando-se na Resolução CMN 4604/2017, que alterou a Resolução 3922/2010. Em resumo, a Política de Investimentos analisa a conjuntura econômica, define os limites de alocação em cada tipo de ativo e estabelece a meta atuarial a ser atingida para o exercício. Todos os investimentos devem ser efetuados e mensurados fundamentando-se neste processo estratégico.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>2. Transparência</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Refere-se aos mecanismos existentes para divulgação de informações pertinentes aos interessados na gestão do Regime Próprio. Uma maior transparência está diretamente ligada a menos desvios e a uma menor corrupção. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Dentre os vários documentos que devem ser disponibilizados pelo instituto para o público, estão as atas dos órgãos colegiados, a composição mensal da carteira de investimentos, segregada por segmento e por ativo, por tipo de risco, por instituição financeira e pelos limites de alocação, o relatório anual com o sumarizado das informações referentes ao ano, a Política de Investimentos e o CRP (Certificado de Regularidade Previdenciária).</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>3. Definição de Limites de Alçadas</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Definição de limites e critérios para a tomada de decisões que constem com movimentações financeiras do Regime Próprio. A definição de limites proporciona maior segurança no processo de investimentos do instituto e compartilha a responsabilidade entre os tomadores de decisões.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>4. Segregação das Atividades</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Tem por objetivo não permitir que um único agente tome grandes decisões isoladamente. Cada setor de investimentos dentro de um RPPS deve trabalhar focado na sua área de atuação. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, em uma Autorização de Aplicação e Resgate (APR), uma segregação de atividade seria um agente propor a transação (proponente) e outro agente autorizar a movimentação (autorizador). Esta segregação reduz os riscos operacionais, tanto para o RPPS quanto para os seus funcionários.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Conclusão</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A Governança Corporativa proporciona uma alta performance na gestão dos Regimes Próprios. Através de seus controles e processos bem definidos, o instituto e seus colaboradores obterão maior performance no seu trabalho e os participantes lograrão mais segurança e rentabilidade nos retornos financeiros. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Para maiores informações sobre o Pró-Gestão, clique </span><a href="http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/MANUAL-DO-PR%C3%93-GEST%C3%83O-RPPS-VERS%C3%83O-PARA-CONSULTA-P%C3%9ABLICA-2015-12-07.pdf."><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">. Até a próxima!</span></p>
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		<title>Diversificação de carteira: porque ela é tão importante na gestão de investimentos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Opmax]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2017 10:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recente queda na taxa de juros básica da economia, atualmente projetada para menos de 7% antes do final de 2018, traz enormes desafios para a gestão dos recursos dos Regimes Próprios de Previdência. Neste cenário, está claro que os investimentos indexados ao CDI, os preferidos do mercado nacional, não poderão mais garantir as metas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A recente queda na taxa de juros básica da economia, atualmente projetada para menos de 7% antes do final de 2018, traz enormes desafios para a gestão dos recursos dos Regimes Próprios de Previdência. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Neste cenário, está claro que os investimentos indexados ao CDI, os preferidos do mercado nacional, não poderão mais garantir as metas de rentabilidade.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Com o baixo retorno esperado para os investimentos atrelados à Selic e/ou CDI, torna-se bem mais desafiador obter o saldo desejado e necessário para as aposentadorias dos participantes. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>O desafio da relação risco x retorno dentro de um RPPS</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Rentabilizar o Capital acima da taxa livre de risco do mercado (Taxa Selic/CDI), nunca foi e nunca será tarefa trivial. Maiores retornos estão sempre atrelados a maiores riscos. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Algumas frases são praticamente axiomas da gestão de recursos e demonstram claramente essa relação, como: </span></p>
<ul style="text-align: left;">
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Quanto maior o risco, maior o retorno esperado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Se não há risco, não há retorno;  </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Existem riscos que você não pode correr e existem riscos que você não pode deixar de correr. </span></li>
</ul>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, aumentar os riscos em busca de maiores retornos é uma decisão mais difícil ainda para os Gestores dos Regimes Próprios &#8211; já que esses lidam com os investimentos destinados à aposentadoria dos participantes. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Os Institutos também possuem diversos participantes, cada um em uma fase da sua vida profissional e com sua percepção e aceitação individuais de assumir riscos financeiros em busca de maiores retornos. Tudo isso só torna a busca por melhores rentabilidades ainda mais complicada.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Não existe solução única e não existem atalhos. Mas felizmente, apesar da particularidade e meticulosa análise necessária para se encontrar uma ótima carteira de investimentos para cada caso, existe uma estratégia de fácil implementação que comprovadamente gera resultados consistentes e certamente pode melhorar a situação de todos: a diversificação de carteira.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>A diversificação de carteira como estratégia de investimentos</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Apesar do conceito de “não colocar todos os ovos em uma única cesta” ser bastante  difundido, poucos gestores conseguem ir além do clichê e utilizar a diversificação de forma eficiente. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Muito mais do que a metáfora anteriormente citada, a diversificação é a técnica que permite reduzir riscos através da alocação dos recursos entre diferentes instrumentos financeiros, classes de ativos, setores, entre outras categorias.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A diversificação é uma importante ferramenta na busca por retornos consistentemente maiores, pois a técnica não somente majora os retornos das carteiras de investimentos, como ao mesmo tempo reduz os riscos das mesmas.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><b>Por que diversificar é uma boa estratégia?</b></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Tecnicamente falando, a diversificação funciona porque alguns ativos possuem retornos negativamente correlacionados. Mas, não é intenção deste artigo provar matematicamente os benefícios da diversificação.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O princípio básico por trás da afirmação anterior é que diferentes ativos reagem de forma diferente a certas circunstâncias.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Para exemplificar, vamos imaginar que existe no mercado a possibilidade de fazer investimentos em uma fábrica de bloqueador solar e/ou uma fábrica de guarda chuvas. No exemplo hipotético sabe-se que ambas darão um retorno de 100% nos próximos 5 anos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">No exemplo, ambas darão um retorno igual de 100% no final do período. Porém, o caminho para chegar lá certamente será bem diferente. Nos anos de maior índice pluviométrico, as vendas de guarda chuva irão impulsionar os lucros e, com ele, o retorno das ações. Nos anos mais ensolarados, acontecerá justamente o contrário com a fábrica de protetor solar. Enquanto uma fábrica sofre, a outra comemora!</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Ainda se valendo do exemplo, neste momento, é possível pensar: “Se ambas terão o mesmo retorno, por que investir nas duas? Posso investir somente na fábrica de guarda chuvas e só precisar acompanhar um investimento”.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Primeiro que o mundo real não funciona com garantia de retornos. Mas, mesmo que fosse possível garantir os retornos, determinado investidor que tenha decidido investir somente na fábrica de guarda chuvas, por motivos não previstos, pode precisar se desfazer de seu investimento antes do prazo final, justamente em um ano ensolarado.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><b>Diversificação de carteiras na prática: como implementar?</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Diversificar a Renda Fixa significa investir em títulos públicos e privados, com diferentes indexadores (CDI, Pré-fixado, IPCA+), com diferentes prazos de diferentes emissores. A escolha ideal entre eles dependerá muito das características dos fluxos de entradas e saídas de cada RPPS.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">A estratégia também funciona através da compra de cotas de fundos de investimentos com diferentes estratégias. Existem fundos que focam em bater determinados índices como CDI, IMA-B, IMA-B5+, além dos fundos especialistas em crédito privado.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Já na renda variável, a diversificação é mais simples de ser implementada. Com a ausência de indexadores e prazos, é possível diversificar uma carteira já a parti da simples compra de um número maior de ativos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Mas, apesar da maior facilidade, muitas vezes os Gestores dos Regimes Próprios de Previdência precisam acompanhar o desempenho de sua renda variável em relação ao retorno dos principais índices do mercado &#8211; como o Ibovespa, por exemplo. Nessa hipótese, muitas vezes a estratégia mais eficiente é a compra de cotas de fundos de investimento especialistas.</span></p>
<h3 dir="ltr"><a href="https://opmax.com.br/fale-com-um-consultor/?utm_source=blogpost-diversificacao-de-carteira-porque-ela-e-tao-importante-na-gestao-de-investimentos&amp;utm_medium=banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223"><img  title="" loading="lazy" class="wp-image-4824 size-full aligncenter" src="https://opmax.com.br/wp-content/uploads/2018/02/banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223.jpg"  alt="banner-interno-banner-interno-conheca-nossa-plataforma-700x223 Diversificação de carteira: porque ela é tão importante na gestão de investimentos?"  width="700" height="223" /></a></h3>
<h2 style="text-align: left;"><b>Conclusão</b></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Resta claro que nessa nova fase da economia brasileira, a rentabilização do capital será muito mais difícil, demandando maior dedicação dos gestores nas análises e processos de investimento. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Apesar da diversificação ser uma solução quase que mágica, não existe solução única e não existem atalhos. Cada Instituto enfrenta desafios particulares. Consequentemente, os investimentos necessários para atingir os objetivos de rentabilidade são diferentes entre si. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Como se não bastasse o cenário geral, um desafio adicional para os institutos são suas equipes, normalmente muito enxutas. Na impossibilidade de aumentar o número de funcionários e pela inexistência de fórmulas mágicas, a solução é preparar-se para o futuro. Trabalhar hoje, para garantir maiores rentabilidades amanhã.  </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Utilize a tecnologia que já existe hoje a favor do RPPS. Aumente sua governança, automatize processos repetitivos, de forma que você possa dedicar seu tempo ao que realmente interessa: rentabilizar o capital dos participantes.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://opmax.com.br/"><span style="font-weight: 400;">Opmax </span></a><span style="font-weight: 400;">oferece automatização de processos repetitivos, assim como simplificação e maior organização nos processos de investimentos, deixando seu tempo livre para o que realmente gera valor.</span></p>
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